quinta-feira, 31 de julho de 2014

Necessidade de uma sessão (2ª Parte)




Terminada a pequena pausa beijas-me a boca... um beijo cheio de carinho... terno e apaixonado... aproximas-te do meu ouvido e a tua voz quente provoca-me arrepios... contorço o corpo... fecho as pernas comprimindo a vagina... procuro me afastar dessa voz mas tu agarras-me pelos cabelos imobilizando-me a cabeça... a tua língua percorre o meu ouvido deixando-me louca... a tua voz continua invadindo o meu ser... começo a arfar... a gemer...
- Vira-te de quatro e chupa!!!
De joelhos sobre a cama tenho o teu sexo à minha mercê... agarro-o com as duas mãos... quero senti-lo primeiro... lamber e beijar... empurras a minha cabeça na sua direcção...
- Engole-o!!!
Abro a boca e entras à força... e por alguns momentos fico assim... retendo a respiração e a senti-lo na sua plenitude... depois vieram os movimentos de vai e vem... com sofreguidão... e eu ávida pelo teu sexo... excitada por ser assim forçada... invadida... penetrada...
- Vira-te!
Não me fiz de rogada... apesar de estar a adorar o teu sexo na minha boca... vou adorar ainda mais sentir a minha vagina a ser penetrada... Agarras-me pela cintura e invades as minhas entranhas... enfio a cabeça numa almofada... sai um grito abafado... e outro e mais outro a cada estocada tua...
Puxas-me a cabeça para trás ao mesmo tempo que me dás fortes palmadas no rabo...
- Quero ouvir os teus gritos!!!
- Grita para mim!!!
Aceleras o ritmo... o meu sexo escorre... as nádegas ardem... as pernas tremem... gemidos misturam-se com gritos alucinantes... o meu corpo é projectado para frente com as tuas estocadas mais fortes... o teu suor pinga sobre as minhas costas... assim... não páres... estou quase a vir-me...
O teu vai e vem continua... os meus gemidos e tremores anunciam a chegada do meu orgasmo... pressionas os meus rins e com a outra mão apertas o meu pescoço puxando-o para trás... um grito é sufocado... não consigo respirar... fico sem forças nos braços e nas pernas... sinto-me a desfalecer... largas-me o pescoço e caio prostrada sobre a cama... os últimos espasmos desvanecem...
Ainda a  recuperar de toda aquela tenção e cansaço... voltas-me de barriga para cima e puxas-me as pernas para fora da cama... pareço uma marioneta nas tuas mãos... não tenho forças...
Ajoelhas-te no chão e mergulhas entre as minhas pernas... os teus dedos procuram  e expõem o meu clitóris... sorves o meu mel ao mesmo tempo que enfias a língua dentro da minha vagina... ainda quente e molhada do meu orgasmo... é um prazer tão grande quando a tua língua me penetra assim... a tua saliva mistura-se ao meu mel... completamente encharcada... a tua língua entra e sai... Ahhh...  entra e sai...
Substituis a língua pelos teus dedos e começas a lamber o clitóris... mordes devagarinho e chupas... sinto-me a reviver de novo... calafrios surgem... a pele fica arrepiada de prazer... vontade de te agarrar a cabeça e empurrá-la contra o meu clitóris... senti-lo todo dentro da tua boca... assim... como tu fazes comigo quando penetras a minha boca com o teu sexo... prazer e loucura... gemidos e gritos... palavras sem nexo... e essa tua boca que não pára... essa tua língua que alimenta o meu prazer e a minha insanidade... me faz perder a compostura... movimento os quadris... contorço-me... serpenteio o corpo... como fêmea no cio... os meus gemidos cada vez mais altos... estás a levar-me à loucura... a um novo orgasmo... sinto-o cada vez mais próximo... aflição... emoção... sei lá...
Um desespero total quando ele chega... esperneio mas as tuas mãos agarram-me as pernas... completamente arrasada por este brutal orgasmo vou perdendo as forças... o coração parece querer rasgar o peito de tanto que bate...
E sem forças continuo quando vens para cima de mim e me penetras... o teu orgasmo será uma dádiva... levantas-me as pernas... as tuas investidas sacodem o meu corpo... apesar de estar muito molhada dá perfeitamente para sentir o teu sexo dentro de mim... inchado e pulsante... olho para ti e sorrio... os teus olhos brilham tanto... o teu suor cai sobre os meus olhos misturando-se com algumas lágrimas minhas de emoção... cai sobre a minha boca que o recebe entreaberta... vem para mim... assim... não páres... vem... quero sentir o jorrar do teu mel dentro de mim...
O teu sexo começa a latejar cada vez mais rápido... sinto-o tão bem...
A expressão do teu rosto, as tuas investidas e gemidos  dizem-me que o teu orgasmo vai chegar...
Um orgasmo brutal que me inunda por dentro e me preenche de amor e felicidade...
Sorrimos os dois... extenuados...
Amo-te!

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Em tuas mãos


sexta-feira, 18 de julho de 2014

Necessidade de uma sessão (1ª Parte)

Ambos temos noção de que este mês é muito complicado encontrar um horário em que a casa esteja vazia,  para as nossas sessões ...
Ontem, em conversa, e depois de eu ter demonstrado necessidade em ser "castigada"... marcámos uma sessão para o meio-dia de hoje e a terminar às 14 horas... 
Estas sessões vêm complementar a nossa vida sexual e eu confesso que as aprecio cada vez mais... e sinto falta quando ficam mais espaçadas. São períodos muitos libertadores para mim onde posso extravasar todas as minhas emoções sem precisar controlar um grito ou um gemido e onde a minha entrega é total... 
Meio- dia
Fomos para o quarto... preparei a cama, deitei-me de lado e fiquei a olhar para ti enquanto colocavas os "brinquedos" em cima da cama...
- Despe-te, fica de joelhos, coloca a venda e estende os braços!
Assim fiz... depois de me atares os pulsos mandaste-me deitar de costas para cima... afastaste-me as pernas e prendeste os tornozelos a cada lado da cama...
Aproximaste-te para um beijo e encostaste o teu sexo à minha boca.
- Engole-o todo!
É um prazer sentir a minha boca invadida assim... senti-lo rijo... sentir os seus contornos... as suas veias salientes... sentir o teu sexo em movimentos de vai e vem... entrando cada vez mais fundo... sentir os teus testículos baterem no meu rosto... e eu salivando... chorando a cada engasgo... querendo respirar e não conseguir... 
Ofegante, de boca aberta... salivando... Parecia um peixe fora de água quando retiraste o teu sexo... 
Senti as pontas do chicote deslizando sobre as minhas nádegas... carícias que me fazem vibrar e desejar carícias mais intensas...
E elas chegam... no início o meu corpo estremece com o impacto das chicotadas fortes sobre as costas e nádegas... mas depois... Ahhh... depois o meu corpo dança... no mesmo compasso...
Empino as nádegas quando sinto o vibrador... a minha vagina recebe-o com prazer... e a cada chicotada contrai-se  apertando-o... sentindo-me ainda mais preenchida... e o meu corpo continua dançando... serpenteando as nádegas e fazendo movimentos de vai e vem... entro em sintonia com o vibrador e o chicote que continua viajando pelo meu corpo... estimulada por dentro e por fora... cada vez mais excitada...
O chicote pára mas continuo envolvida com o vibrador... até sentir vela quente sobre as minhas costas... braços... nádegas... alguns pingos fazem-me abrandar... talvez porque algumas zonas são mais sensíveis ao calor... mas como vais alternando as zonas... não "esfrio"... logo... logo... entro no ritmo... de novo...
A minha pele ainda está quente quando sinto a ventoínha do chicote retirando a vela seca... o vento sabe bem... e atenua um pouquinho o ardor provocado pelas pontas do chicote... Continuo a ser estimulada com o vibrador... e o meu corpo continua a dançar...
Páras por alguns momentos... retiras o vibrador... amuo um pouco... e logo de seguida solto um grito quando me sinto penetrada à força... entras em mim com tanta impetuosidade que sou projectada para a frente e sinto um esticão nos tornozelos... agarro-me à almofada e abafo mais um grito... sinto o teu sexo entrar e sair à bruta... a minha vagina está completamente encharcada... assim... penetrada desta forma vou vir-me... quero mais... preciso dessa tua força dentro de mim... quero mais... gemo cada vez mais alto... arrepios percorrem a minha espinha... o meu corpo estremece... não de frio mas de prazer... o meu orgasmo está eminente... e de repente tudo pára... sais de dentro de mim deixando-me à beira de um orgasmo... sem forças... ofegante... 
Acaricias-me o sexo com o chicote... não reajo... estou triste e ao mesmo tempo desesperada... 
Deslizas o chicote pelo meu corpo... e vertes uma grande quantidade de cera sobre as minhas costas... arqueio os ombros e sinto aquela placa de cera estalar como se fosse uma pele... esperneio ao sentir pingos sobre os braços e pernas... cada pingo uma picada... respiro fundo e relaxo o corpo... 
Sou de novo convidada para dançar... não consigo resistir ao passar do chicote de novo sobre o meu sexo... as minhas nádegas movimentam-se para cima e para baixo... lentamente... sentindo a música e as carícias... 
- Dança para mim!!!
Estimulada de novo pelo vibrador e ao mesmo tempo recebendo chicotadas fortes nas minhas costas e nádegas... a mente cada vez mais vazia... sinto-me invadida pela dor e pelo prazer... uma amálgama de sensações díspares e ao mesmo tempo excitantes... deliciosas... dor e prazer separados por fracções de segundos... e ao mesmo tempo em sintonia... impossível resistir a este ritmo alucinante...
- Dança!!! Mostra quanto prazer o teu Senhor te dá!!!
- Isso! Dança para mim!!!
E  meu corpo dança... uma dança sensual... movimentos lentos, outros mais rápidos... mas sempre respondendo ao teu ritmo... 
Em momentos assim eu perco a razão... a minha insanidade deve brotar de cada poro meu... mas esta minha insanidade me dá prazeres únicos... sem pensar sinto-me viva! Sinto vida por dentro e por fora...
Não tenho mais controlo em mim... estou livre para sentir apenas...
E o meu corpo continua a sentir a música... cada toque um gemido... um levantar de ancas... um serpentear do tronco... Ahhh... como eu gosto de sentir a tua música...
Diminuis o ritmo e aos poucos o meu corpo acalma... a respiração continua bem acelerada...
Deslizas a tua mão sobre a minha perna... agarras no meu pé e começas a fazer cócegas... É uma tortura que me arranca gargalhadas... 
- Vamos fumar um cigarro?

(Fim da 1ª parte)






domingo, 13 de julho de 2014

Vamos pintar?



Vamos pintar... Senhor Paulo Rodrigues?

sexta-feira, 11 de julho de 2014

A teus pés...