sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Meus seios são teus...



São teus os meus seios
 Para que todos os dias se descubram perante o teu olhar
 São teus os meus seios 
Para que na sua suavidade repouse o teu cansaço 
São teus os meus seios 
Para que realizes neles os teus desejos...

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Castigo...



De novo voltei a desobedecer... foi mais forte do que eu... Sei que serei castigada... reconheço que mereço o teu castigo... não sei como serei castigada, nem quando... a minha imaginação voa em direcção a esse castigo... numa tentativa vã de adivinhar... sinto um aperto no peito... a pulsação acelera... fico excitada com as cenas que imagino... 
Tenho a liberdade de escolher entre obedecer ou me rebelar... porque razão cedo à minha vontade ao invés de obedecer à tua vontade? 
Queria tanto que os meus caminhos fossem firmados na obediência às tuas vontades.
Na minha submissão amar-te é obedecer-te, ler os teus pensamentos e colocar em prática as tuas vontades... no entanto, algo em mim me desvia desse caminho... 
A obediência que vem do meu amor por ti não me despersonaliza. Ela me realiza.
A obediência que vem da minha confiança em ti não me paralisa. Ela me dinamiza.
A obediência que vem do reconhecimento da tua sabedoria e soberania não me idiotiza. Ela me autonomiza.
No entanto continuo a desobedecer-te... 
Preciso aprender a obedecer e renunciar ao meu natural impulso para a desobediência...
Sei que a obediência começa com a intenção mas se realiza nas acções... a intenção de te obedecer está sempre dentro de mim mas algo me faz agir em contrário...
Os meus pensamentos foram interrompidos pela tua chegada... 
Apesar do teu olhar sério recebi um beijo apaixonado...
Não falei nada...
Caminhaste em direcção ao quarto...
- Vem cá!
Obedeci... caminhei na tua direcção e fiquei de olhos prostrados no chão... Merecia o castigo... fosse ele qual fosse... o coração disparou mas mantive-me calma...
- Despe-te e vai buscar o plug!
Obedeci de novo... o quarto estava frio, puxa... como não me lembrei de ligar o aquecedor?
Sentaste-te na cama e eu fiquei de pé à tua frente... nua... com frio... 
Sentia o teu olhar sobre mim mas não tive coragem de te olhar... 
De olhos no chão com o plug nas minhas mãos aguardei... o meu corpo tremia... uma mescla de frio e tensão... a espera estava a ser longa demais...
De repente agarras no meu braço e puxas-me para ti ao mesmo tempo que retiras o plug das minhas mãos...
Deitas-me no teu colo  com as nádegas para cima... permaneci quieta... agarras-me pela cintura...
- Afasta as pernas!
Fiz precisamente o contrário... fechei as pernas com toda a força... não simpatizo com o plug...
Recebi duas palmadas fortes!!! Gritei...
- Vais continuar a desobedecer?
- Não...
- Abre as pernas!!!
Relaxei e afastei um pouco as pernas...
Senti os teus dedos dentro de mim...
- Humm... molhadinha como eu gosto.
Relaxei o corpo ainda mais... sentia o teu sexo duro contra a minha barriga...
Enquanto me estimulavas com os dedos acariciavas as minhas nádegas que se levantavam de encontro à tua mão como se tivessem vontade própria... A esta carícia seguiram-se duas fortes palmadas que rosaram a minha pele... desta vez não gritei... excitada...deliciava-me com os teus dedos...
Começaste a fazer movimentos de vai e vem com os dedos... já gemia... 
- Puta!!! É disto que gostas, não é?
- Mete o plug na boca!!!
Abri a boca quando o encostaste... 
- Não o deixes cair!!!
O meu sexo já escorria... levaste os teus dedos molhados até à entrada do meu ânus e começaste e massajá-lo... e assim ocupaste as tuas mãos... dedos dentro de mim em movimentos rápidos que logo acalmavam enquanto continuavas a aproveitar a humidade do meu sexo para, aos poucos, introduzires um dedo dentro do meu ânus... com movimentos suaves... depois voltavas a masturbar-me freneticamente... os meus gemidos eram abafados pelo plug... a minha boca salivava... o meu corpo era palco de uma tempestade de prazer...
- Isso! Quero o plug bem molhado!
Senti a aproximação do meu orgasmo... queria gritar mas se o fizesse o plug cairia...
Parecendo adivinhares o que estava para acontecer, retiraste o plug da minha boca e sem parares com os teus dedos dentro do meu sexo introduziste-o tão rápido que nem me apercebi...
- Chegou a hora do castigo!!! 
Que castigo??? Nem me lembrava mais... retiraste os dedos do meu sexo... tudo parou... agora sim senti a pressão do  plug... 
- Vais contar 10 palmadas e se o plug sair levarás mais dez!!!
Nem tempo tive para raciocinar... e já as duas primeiras palmadas estalavam no ar...
Tentei me concentrar nas palmadas e no plug...
- Duas!
Se fechasse as pernas para impedir a saida do plug as palmadas doíam mais...
- Quatro!
Gritei bem alto... as minhas nádegas ardiam tanto... precisava controlar os gritos... senti o plug a deslizar mas tu voltaste a colocá-lo dentro...
- Cinco!
- Seis!
- Sete!
- Oito!
Comecei a soluçar baixinho...
Estava perdida de dor... as minhas nádegas eram fogo...
Senti a tua mão a acariciar-me...
Será que me enganei a contar e o castigo terminou? O plug ainda estava no sítio...
Respirei fundo e o meu corpo relaxou um pouquinho com os teus carinhos...
Záz!!!
Duas palmadas  rápidas e dolorosas baixaram de novo... gritei de dor... de surpresa... e o plug saiu!
- Agora sou eu que conto!!!
Foram tão rápidas... tão certeiras.. já esperneava... mas sentia a minha cintura presa... queria sair dali... deixei de ouvir a tua voz... toda eu era uma mistura de dor,  gritos e choro... agarrei-me com força à colcha da cama...as minhas nádegas queimavam...
De repente apenas os meus soluços ecoavam no quarto... as palmadas tinham terminado?... 
As tuas carícias voltaram... as tuas mãos massajavam as minhas nádegas com ternura... sabia tão bem o calor das tuas mãos... tentei me levantar mas de imediato me prendeste de novo... e os teus dedos entraram à força dentro de mim... Estava incrivelmente molhada... os gemidos antes de dor, agora eram de um prazer sublime... um prazer que me deixou insana... já não me contorcia de dor... o calor que as minhas nádegas emanavam juntava-se ao fogo que sentia dentro de mim... o meu corpo estremecia e contorcia à medida que os teus dedos me estimulavam com violência...
- Vem para mim, Puta!!!
A tua voz ainda me excitou mais... e o meu corpo abandonou-se àquele prazer insano... o meu orgasmo explodiu nos teus dedos... o meu corpo parecia eléctrico... um grito de libertação rasgou o silêncio do quarto... um grito animal... que se prolongou alguns segundos até morrer nos meus lábios...
Ainda trémula voltaste-me para ti, beijaste a minha testa  e abraçaste-me com força... 
Com voz trémula falei baixinho...
- Amo-te muito...
-Também te amo minha paixão...



terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Tua...





São teus os meus olhos para que estejam sempre atentos a ti
 São tuas as minhas lágrimas 
É tua a minha boca para te beijar e sorrir 
E sempre pronta para se abrir ao teu corpo...






São tuas as minhas nádegas
Tuas para acariciar ou castigar...



sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Olha para mim...




Olha para mim

Encontra no meu sorriso a alegria de viver 
Cada vez mais tua e feliz por te pertencer 
Nas tuas mãos sou coração, paixão e emoção 
Rio escorrendo prazer, vulcão em erupção 

 Fragância animal que da minha alma emana 
Mente desfragmentada, sou insana e profana 
Mais ousada, apaixonada, usada e profanada 
Submissão revelada, mulher completa e amada

 Corpo marcado, instintos despertados 
Gemidos e gritos, arrancados e sufocados 
Prazeres sentidos, desejos saciados... 

 Cativa neste amor 
Cativada pelo teu ser
 Faminta
 Sequiosa 
Mais liberta 
Mais forte 
Mais completa 
Cada vez mais tua...

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Gesto simbólico



Beijo a tua vergasta, sim. 
 Esse é um gesto simbólico e destina-se a exprimir a minha submissão, mas também o farei quando for realmente um castigo.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

2º Aniversário



Dois anos... faz hoje às 20.15 dois anos que iniciámos uma vida a dois... Juntos fizemos frente e ultrapassámos alguns momentos difíceis...
Tudo conseguimos enfrentar a dois... tudo é vivido e sentido a dois... e ainda hoje continuamos a respirar amor...Todos os passos que dei... todas as escolhas que fiz... todos os caminhos que trilhei ao longo da minha vida... me conduziram a ti...Paulo Rodrigues... felizmente reparaste em mim e paraste...
Graças à tua insistência eu descobri e me apaixonei pelo ser humano maravilhoso que és... graças a ti eu vivo em toda a sua plenitude o grande amor da minha vida... TU!
Temos ainda pela frente a vida que a vida nos der... tempo para desfrutarmos este amor e esta insana paixão, fazer novas descobertas e reforçar todo o que de bom nos une...
Nos teus braços a minha vida é plena... e quero sempre o reflexo da tua felicidade nos meus olhos...
Amo-te!

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Livre...


sábado, 10 de janeiro de 2015

Necessidade...





Quero abraçar e dar voz aos meus desejos mais profundos 
e ser a mulher que acredito que sempre estive destinada a ser.
Tenho em mim essa necessidade...


terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Ambos crescem...



O Dominador e sua submissa crescem junto. 
Cada um sabe que não é perfeito. Por essa razão cada um deles fará de tudo o que estiver ao seu alcance para que o outro se transforme de verdade num ser superior. 
Um deles fará isto pela maneira como domina, o outro fá-lo-à pela maneira como se submete.
 O que nenhum deles tem o direito de fazer é diminuir-se a si próprio ou diminuir o outro.Uma submissa nunca poderá ser um ser inferior. Para ser inferior teria que prescindir do seu crescimento como ser humano. E esse crescimento é que torna a submissa digna de ser amada e possuída em pleno...

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Para ti...



Gostaria de te desejar tantas coisas
Mas nada seria suficiente
Então desejo apenas que tenhas muitos desejos
E que eles te possam mover a cada instante
Rumo à tua felicidade
( Carlos Drummond de Andrade)

sábado, 13 de dezembro de 2014

Ansiosa





Ansiosa pelo teu regresso
E que com ele tragas um sorriso teu
Os lábios sedentos por um beijo
E o teu corpo transbordando de desejo...

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Viciada...



Quero-te quente... e sentir o teu calor na minha pele
Derramar-te sobre o meu corpo... Sentir-te deslizar... arrepiando...
Enalar o teu aroma... enlouquecer com a tua fragrância...
Espalhar-te com a ponta dos dedos... devagarinho...
Percorrer cada pedacinho do meu corpo com a tua essência...
Levar os dedos à minha boca sedenta e provar... respirar fundo e saborear a tua textura...
Lambuzar-me de ti e beber-te... deliciar-me... embriagar-me de prazeres...
Mergulhar em delírios... soltar gemidos... e acalmar meus anseios...

Sou viciada em ti... Paulo Dominous

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Sublime...

As nossas sessões que ambos tanto apreciamos têm estado adiadas por motivos de saúde minha... o sexo mais forte tem vindo a crescer de acordo com as minhas melhoras e a nossa noite de ontem foi intensamente sentida e vivida... com paixão e loucura sempre presentes como é nosso apanágio...


A nossa última aquisição, um flogger que eu muito aprecio, juntou-se a nós... de joelhos sobre a cama, o teu sexo na minha boca... tinhas as minhas costas e nádegas à tua disposição que fizeste questão de usar... pequenas e suaves chicotadas primeiro... a minha pele era aquecida e acariciada a cada passagem... por vezes agarravas-me pela nuca empurrando-a na tua direcção... o teu sexo entrava fundo... os meus gemidos eram abafados pelo teu sexo que endurecia e pulsava na minha boca a cada chicotada mais forte... as nádegas aqueciam... outras vezes  roçavas e esfregavas  o teu sexo pelas minhas costas... ao que o meu corpo respondia com movimentos de vai e vem... de rabo empinado... o meu sexo estimulado pelos teus dedos... 

Chegou a vez de utilizares o stick... batidas suaves intercaladas com outras mais fortes... o meu corpo estremecia de dor mas também de um prazer estranho... as minhas nádegas já ardiam e eu sei o quanto te excita teres perante os teus olhos a imagem das nádegas avermelhadas... o calor da tua mão acariciando-as suavizava o ardor que sentia e o interior do meu corpo emanava ondas de calor e a minha pele arrepiava...
Voltaste-me de costas... de pernas bem abertas, o meu sexo completamente exposto e molhado recebia mais carícias do flogger... por vezes fechava as pernas mas de imediato as abria perante a ameaça de uma palmada tua... o meu corpo contorcia-se... mais uma vez dor e prazer se misturavam... é uma sensação que eu continuo a adorar... 
De olhos abertos... a visão do teu sexo fascinava-me... latejando e pingando... sentindo também ele prazer naquelas chicotadas que se misturavam às investidas da tua mão nas minhas entranhas... os teus olhos brilhavam de desejo... os teus lábios sorriam...
Por fim mergulhaste entre as minhas pernas e aí foi o delírio... a tua língua quente acariciando o clitóris... a tua boca sugando-o... as tuas mãos apertando, forçando a abertura das pernas e expondo ainda mais o clitóris... Ahhh.... entre gemidos e tremores foi impossível conter um grito de prazer... aquele prazer que antecede o orgasmo... sentido durante vários minutos... provoca espasmos... calores... tremores... palpitações... é um acumular de tensão dentro de mim...  parece querer explodir a qualquer momento... mas esse momento és tu que controlas... não com tuas mãos mas com  tua boca... a tua língua...
Se há momentos em que me sinto morrer de prazer... este é um deles... é uma aflição e uma ansiedade tão grande que o coração parece querer saltar do peito...
E aquele momento por mim tão almejado... chega... e a meio daquela descarga emocional sou penetrada suavemente... as tuas investidas tornam-se mais rápidas... brutais... fervo por dentro... o segundo orgasmo veio ainda saboreando os resquícios do primeiro... mas desta vez acompanhado pela tua explosão... abraço-te bem forte... quero-te ainda colado a mim... sentir o bater do teu coração no meu peito... beijo-te com carinho e emoção... depois...
Depois vem a calmia dos corpos já deitados lado a lado... bem abraçada adormeço sobre o teu peito...




sábado, 6 de dezembro de 2014

Rendição




Rendição e Entrega
Exposta,  sensual e desejada
Invadida por uma mescla de sentimentos
O prazer de sentir que sou tua
Faz-me sentir viva!

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

sábado, 22 de novembro de 2014

Cada fibra do meu ser



Cada fibra do meu ser te pertence
Podes fazer e desfazer tudo em mim
Não existe outra forma de viver
A não ser sob o teu domínio
Viver de acordo com ele e respeitá-lo


sexta-feira, 14 de novembro de 2014

A felicidade és tu



Se alguém me questionasse porque sou assim eu responderia:

Ele sabe o que eu quero e o que preciso.
Ele me ama com palavras, atitudes
A cada ordem, gesto ou  carinho
Num beijo terno, palmada ou chicotada 
Através de um olhar,  castigo ou vergastada
E o seu amor  me faz sentir mais mulher
Mais dócil, amada e desejada...
Não conheço nenhuma outra felicidade

terça-feira, 11 de novembro de 2014

És meu... Dono



Como posso ser feliz sem o prazer de te servir, agradar e seduzir? 

Como posso viver sem dar prazer ou satisfazer os desejos de quem eu pertenço?

És a razão da existência da mulher que sou... és a razão do meu amor, dedicação, entrega e submissão.
És aquele que me possue e domina... aquele que é capaz de me subjugar até mesmo antes de tocar o meu corpo...
És aquele cujas mãos eu sinto através da tua voz... das tuas palavras... percorrendo o meu corpo... me excitando... me castigando... alimentando as minhas fantasias sobre situações que poderemos vivenciar... me levam mais além do que eu jamais imaginei poder ir...
É um orgulho e um prazer me assumir como submissa...
A minha entrega é de livre vontade e isso me encanta e fascina...
Tenho fome de experimentar os teus desafios como Dominador e saciar-te com o meu corpo e a minha alma... assim como tu sacias a minha paixão, os meus desejos e as minhas dúvidas.
Entre nós existe uma alquimia poderosa. Assim como uma conexão de coração  nos permite apreciar aquele que amamos como ele realmente é...  A conexão das nossas almas abre uma nova dimensão... Serve de inspiração ao nosso crescimento assim como nos obriga a confrontar qualquer coisa que se encontre no caminho dessa expansão...
Tu és o meu maior desejo... 
A cada dia que passa aumenta a minha confiança, amor e respeito... a cada dia que passa conquistas mais e mais a minha submissão... e eu sei que ela será sempre tratada com muito cuidado, preocupação e respeito...
A ligação que existe entre nós é muito profunda e isso só é possível se brotar de uma relação de confiança, de muito carinho, amor e paixão... O desejo de agradar e ser agradável estará sempre presente...
Hoje os níveis da  minha auto estima e auto confiança estão bastante elevados... possuo uma força em mim que me faz enfrentar o mundo e no entanto consigo absorver e canalizar essa mesma  força de volta para ti em forma de adoração, veneração e devoção.
Eu te amo!

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Uma parte de mim...




A minha sexualidade regressou de uma qualquer terra remota para onde, inconscientemente, a tinha banido... 
 Não a reconheço... mas é uma parte de mim... 
E estou a adorar cada pedacinho...

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Responsável



És a minha vida
Responsável pelo meu prazer
Responsável pelos meus gritos e gemidos
Responsável pela minha humidade
Responsável pelos meus orgasmos...
E eu amo que assim seja!

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Desejada





Ditas as regras que devo seguir
As posições que devo tomar
Os prazeres que devo sentir...
E nessa minha liberdade eu me sinto amada 
Desejada, respeitada, segura e tranquila

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

O prazer de te dar prazer

Foi-me dada a liberdade de expressar o desejo de te agradar da forma que eu achar melhor...
E eu aproveitei...
Deitado de costas e comigo de joelhos entre as tuas pernas... tinha ali à  minha frente e à mão o teu sexo à minha inteira disposição...
Perante tal visão cresceu em mim o desejo de me curvar perante ele... tocar, provar... maravilhando-me com a sua textura e rigidez...
Começo por pingar um pouco de óleo... devagarinho... o teu sexo pulsa com aquele toque frio... o óleo vai escorrendo... massajo com ambas as mãos... o teu sexo aquece... vibra... as veias bem salientes... com a palma da mão faço movimentos circulares sobre a cabeça... olho para ti... sorrio... os teus olhos brilham... mordes o lábio... desço a mão e agarro-o com força... a pele da cabeça estica... envolvo-o com a mão e simulo   que o estou a torcer... sem torcer... enquanto a outra mão continua a apertá-lo com força... passo a cabeça pelos meus lábios... ferve... passo a língua... fervo... dou pequenas lambidelas... chupo... olho de novo para ti... o meu sorriso é impertinente... 
Meto-o na boca que saliva de vontade... devagarinho até à garganta... vou deslizando para cima e para baixo... movimentos lentos... mais rápidos...
- Pára!
Levanto a cabeça e colocando os braços atrás das costas... com a boca pingando... aprecio o teu rosto... respiro fundo... e aguardo um pouco... impossível esconder o meu sorriso de novo...
Ambos queremos prolongar aquele prazer o máximo de tempo possível... tenho que te obedecer... apesar de muito contrariada acato as tuas ordens...
Pego mais um pouco de óleo... não o quero seco... e começo de novo mas desta vez incido sobre as tuas virilhas... lambedelas e chupões... acaricio os testículos e suavemente meto um na boca fazendo movimentos de sucção... com os lábios puxo a pele... os teus gemidos são um incentivo para continuar... percorro o teu sexo todo com os lábios... volto às virilhas... cruzas as pernas sobre as minhas costas e pressionas-me contra ti... e assim fico, por alguns segundos... retendo a respiração... soltas-me bruscamente e soltas mais um gemido...
Endireito-me e volto a agarrar o teu sexo com as mãos... acelero os movimentos para cima e para baixo... mantendo sempre contacto visual contigo... estás de olhos semicerrados... o teu sexo vibra e pulsa nas minhas mãos... abrando o ritmo... tenho todo o tempo do mundo... lentamente, sensualmente e amorosamente continuo a saborear a tua erecção... 
- Pára!
De novo volto à minha posição de descanso sempre apreciando as expressões do teu rosto... sorris para mim...
Não há pressas...
Ergues o tronco e vens ao meu encontro... abraças-me forte...
- Beija-me!
Um beijo longo... de língua... sinto o teu coração no meu peito...
Voltas a deitar-te... sinal para continuar...
Apoio as mãos sobre a cama... uma de cada lado das tuas coxas... aproximo a boca e dou pequenos toques na cabeça do teu sexo com a língua... ele reage a cada um deles... lambo...provo o sabor... enfio-o todo na boca... bem até ao fundo e páro... adoro sentir o teu sexo pulsando...
Agarras-me com força pela nuca e forças-me de encontro a ele... preciso reter a respiração... largas e voltas a forçar... desta vez com investidas fortes... repetidas vezes... cada vez salivo mais... as investidas vão cada vez mais fundo... engasgo-me... largas-me... afastas os braços... 
Continuando a sorrir para ti passo mais um pouco de óleo no teu sexo e também entre os meus seios... encaixo-o entre eles... e começo a deslizar sobre ele... para cima e para baixo... agarro-me aos teus ombros porque começas a contrariar os meus movimentos... quando deslizo para cima empurras-me sempre para baixo... queres me tirar de cima de ti... mas estou bem encaixada... ergo o rosto para olhar para ti e aproveitas para me apertar a garganta com ambas as mãos... aguento o mais que posso mas as forças acabam por me abandonar... largas... relaxo um pouco... e continuo a fazer pressão com o peito sobre o teu sexo... venho abaixo... sinto os teus testículos no meu peito... e deslizo para cima com força... recebo um estalo no rosto... e outro... mas isso não me impede de continuar...
Quero que sintas o meu amor, devoção e prazer em cada momento de prazer teu...
Neste momento já acompanhas os meus movimentos... agarras-me com força e esfregas-te  em mim... e eu esfrego-me em ti... para os lados... para cima e para baixo... cada vez mais rápido... com sofreguidão... e o tão almejado momento teu chega quando me apertas com muita força contra ti... sinto os meus seios esmagados contra o teu peito... e assim permanecemos por alguns instantes... afrouxas a força dos teus braços... e aos poucos levanto a cabeça...
O teu sexo ejaculando... vertendo sémen como lava...
Aproximo a boca e começo a lamber... como que lambendo os lados um gelado que derrete... sorvendo cada gota...  
Duas horas de prazer imenso... intenso...



quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Arrepia...


segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Na escada...

- Quero-te à minha espera na escada quando entrar. Quero olhar para ti e ver-te a masturbar!
Eram  sete e dez da manhã quando desci e encostei-me à parede... Um pouco atrapalhada porque poderia sair ou entrar alguém no prédio... abri o fecho das calças e meti a mão no clitóris... o coração batia forte... fechei os olhos... aos poucos fui descontraindo mas sempre atenta a qualquer ruído... estava molhada o que me facilitou a estimulação... devagarinho acariciei-me... e assim fiquei até ouvir o teu carro e logo a seguir abrires a porta da rua...
Olhaste para mim... a minha mão continuava dentro das calças... sorri...
Aproximaste-te  e abraçaste-me fortemente ao mesmo tempo que me beijavas... um beijo arrebatado... sôfrego... de desejo... a tua língua entrou dentro de mim... um arrepio na espinha...
A tua mão fez pressão sobre a minha cabeça... deslizei pela parede e fiquei, não de joelhos mas de cócoras... Abriste o fecho e o teu sexo quente ficou ao alcance da minha boca...
- Engole!!!
Apoiei as mãos sobre as tuas coxas e engoli... a minha saliva lubrificou-o bem... agarraste-me pela cabeça e investiste várias vezes... não me davas tempo para respirar... precisei me controlar um pouco para não me engasgar... mas foi impossível sufocar alguns gemidos... mesmo baixinhos ecoavam na escada...
De repente agarras-me pelos cabelos...  puxas-me para cima e viras-me para a parede... baixas as minhas calças... agarras-me pelos quadris e entras em  mim... curvei-me um pouco para receber melhor cada estocada tua... as pernas tremiam... o meu sexo escorria... esqueci onde estava de tão excitada... e consumida por aquele prazer era difícil controlar os meus gemidos... as minhas unhas deslizavam pela parede...  os teus movimentos de vai e vem cada vez mais fortes estavam a levar-me ao clímax... estava tão perto...
Páras...
- Vamos?
Ainda ofegante puxei as calças e ajeitei a roupa... deste-me a mão e saímos...
As minhas pernas continuavam trémulas...


terça-feira, 23 de setembro de 2014

My Gothic Side


quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Cativada



O domínio que exerces sobre mim me assusta
.
E ao mesmo tempo me cativa, fascina e me aprisiona
.
Preciso sentir-me dominada... subjugada... vergada...
.
As minhas lágrimas são sofrimento, ternura e emoção
.
E os meus gritos de desespero são gritos de libertação



segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Fantasias à noite

As minhas fantasias iniciaram a nossa noite.
Cama preparada e acessórios preparados. Aguardei impaciente a tua chegada ao quarto... Nua... com as molas nos mamilos presas à minha coleira por duas correntes...
Entraste... nú... olhos brilhando... semblante sério...
Sorri... pedi que ficasses de pé sobre a cama... imóvel...
Seguraste-te aos ganchos do tecto... coloquei-te uma venda...
Aproximei o meu peito de teu... beijei-o... o teu coração batia forte... deslizei a minha  língua... brinquei no teu umbigo... desci até às tuas virilhas... beijei-as... o teu sexo quente pulsava junto ao meu rosto... lambi-o... segurei-o e passei a língua sobre a cabeça... a minha boca estava sedenta... queria sentir o seu gosto... ajoelhei-me e abocanhei o teu sexo lentamente... fixei as minhas mãos nas tuas coxas e acelerei os movimentos de vai e vem...  a saliva escorria-me pelos cantos da boca... parei por momentos... sem me tocares começaste tu a penetrar-me a boca... o teu sexo cada vez mais rijo... os teus movimentos de vai e vem cada vez mais desenfreados... afastei-me de repente... a visão do teu sexo excitou-me ainda mais...
Levantei-me e beijei-te a boca... a tua língua entrou fundo... chupei-a... mordi-a...
Falei no teu ouvido... amo-te...
Deslizei à volta do teu corpo e fiquei com o   meu peito colado nas tuas costas... os meus  mamilos começavam a ficar doridos...  peguei no chicote e deslizei-o sobre o teu corpo... as tiras passaram devagarinho sobre o teu sexo... beijei o teu pescoço... ajeitei o cabo do chicote na minha mão... respirei fundo... e... zás!!!
A primeira chicotada soou no silêncio do quarto...
Veio a segunda e a terceira... fortes... seguidas... respirei fundo... e de novo mais uma série de chicotadas...
As minhas costas ardiam... cada chicotada, um gemido meu no teu ouvido...
- Amo-te!
- Adoro-te!
Retirei-te a venda... os teus olhos brilhavam... agarraste-me pela cintura e beijaste-me com sofreguidão...
Pedi-te para não me tocares ainda...
Deitei-me de costas sobre a cama de pernas bem abertas para ti... os nossos olhares cruzaram-se...
Peguei uma vela... adoro quando me olhas assim...
Comecei a verter pingos de cera sobre o meu peito... barriga... coxas... virilhas... até chegar bem perto do meu sexo... levantei as pernas e segurei o teu sexo entre os meus pés... enquanto o massajava continuava a cera a pingar sobre o meu peito... sorri... sorriste...
Apaguei a vela e procurei o chicote... passei-o entre as minhas pernas... dei algumas chicotadas sobre o meu sexo e pernas... excita-me estar a ser observada por ti...
Larguei o chicote e peguei no vibrador... introduzi-o devagarinho na minha vagina molhada... olhei o teu sexo e sei o quanto ele desejaria estar dentro de mim naquele momento... trouxe o vibrador à minha boca e provei o meu sabor... molhei-o bem e passei-o sobre o clitóris... para cima e para baixo... devagarinho... fechei os olhos... arquei as costas e gemi de prazer... a minha respiração acelerou... as pernas tremeram... Precisei parar... se continuasse teria um  orgasmo... embora fosse essa a minha vontade... não era minha intenção... não ainda...
Olhei uma vez mais para ti... e falei:
- Agora faz comigo o que quiseres...




quinta-feira, 28 de agosto de 2014

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

sábado, 16 de agosto de 2014

A carne é fraca...

O que falar quando um Dom abusa e se aproveita de uma submissa?

Bom... foi mesmo o que se passou connosco durante mais uma sessão...
Já o meu corpo ardia por fora com as chicotadas e cinturadas e as minhas entranhas ardiam por dentro com o prazer sentido quando, já de quatro, me penetras com força...
Enquanto investias impetuosamente dentro de mim... choviam chicotadas nas minhas costas e palmadas nas minhas nádegas... o meu corpo era projectado para a frente mas de imediato empurrava o meu corpo para trás... queria-te todo dentro de mim... não queria me afastar daquele prazer... a carne é fraca e a vontade de ter o meu orgasmo era enorme... e o prazer era tanto que já nem  sentia as chicotadas nem as palmadas... nem mesmo quanto despejaste uma enorme quantidade de cera sobre as costas... nem isso inibiu a minha excitação... parou a minha dança ou calou os meus gemidos...
Sim... aproveitas-te de mim... aproveitaste o facto de eu estar insana... delirando... para abusares de mim...
E eu fui obrigada a permitir esse abuso da tua parte e a aproveitar... Ahhhh... sim... como não aproveitar esse abuso???
A dor já não era mais dor... era tudo o que eu mais queria... sentir-te a cavalgar em cima de mim... segurares e puxares o meu cabelo como se puxa a crina de um cavalo...
O prazer em ser cavalgada é incrivelmente inexplicável... é poesia em movimento... as tuas batidas e investidas ao invés de refrear o meu prazer instigava-o cada vez mais... uma cavalgada alucinante... esgotante... extenuante... mas deliciosamente prazerosa... Ahhh... não relinchei mas gritei bem alto... gritei até ficar sem ar... gritei todas as emoções sentidas... gritei com todas as minhas forças quando por fim fui forçada a um orgasmo soberbo... e as forças extinguiram-se... os braços cederam e cai para o lado...
Impossível resistir a este abuso... e não adorar!!!



quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Minha rebeldia...



Por vezes a minha rebeldia é um velado pedido de socorro
Naquele momento preciso me sentir um pouco mais tua...
Um pouco mais submissa...


quinta-feira, 31 de julho de 2014

Necessidade de uma sessão (2ª Parte)




Terminada a pequena pausa beijas-me a boca... um beijo cheio de carinho... terno e apaixonado... aproximas-te do meu ouvido e a tua voz quente provoca-me arrepios... contorço o corpo... fecho as pernas comprimindo a vagina... procuro me afastar dessa voz mas tu agarras-me pelos cabelos imobilizando-me a cabeça... a tua língua percorre o meu ouvido deixando-me louca... a tua voz continua invadindo o meu ser... começo a arfar... a gemer...
- Vira-te de quatro e chupa!!!
De joelhos sobre a cama tenho o teu sexo à minha mercê... agarro-o com as duas mãos... quero senti-lo primeiro... lamber e beijar... empurras a minha cabeça na sua direcção...
- Engole-o!!!
Abro a boca e entras à força... e por alguns momentos fico assim... retendo a respiração e a senti-lo na sua plenitude... depois vieram os movimentos de vai e vem... com sofreguidão... e eu ávida pelo teu sexo... excitada por ser assim forçada... invadida... penetrada...
- Vira-te!
Não me fiz de rogada... apesar de estar a adorar o teu sexo na minha boca... vou adorar ainda mais sentir a minha vagina a ser penetrada... Agarras-me pela cintura e invades as minhas entranhas... enfio a cabeça numa almofada... sai um grito abafado... e outro e mais outro a cada estocada tua...
Puxas-me a cabeça para trás ao mesmo tempo que me dás fortes palmadas no rabo...
- Quero ouvir os teus gritos!!!
- Grita para mim!!!
Aceleras o ritmo... o meu sexo escorre... as nádegas ardem... as pernas tremem... gemidos misturam-se com gritos alucinantes... o meu corpo é projectado para frente com as tuas estocadas mais fortes... o teu suor pinga sobre as minhas costas... assim... não páres... estou quase a vir-me...
O teu vai e vem continua... os meus gemidos e tremores anunciam a chegada do meu orgasmo... pressionas os meus rins e com a outra mão apertas o meu pescoço puxando-o para trás... um grito é sufocado... não consigo respirar... fico sem forças nos braços e nas pernas... sinto-me a desfalecer... largas-me o pescoço e caio prostrada sobre a cama... os últimos espasmos desvanecem...
Ainda a  recuperar de toda aquela tenção e cansaço... voltas-me de barriga para cima e puxas-me as pernas para fora da cama... pareço uma marioneta nas tuas mãos... não tenho forças...
Ajoelhas-te no chão e mergulhas entre as minhas pernas... os teus dedos procuram  e expõem o meu clitóris... sorves o meu mel ao mesmo tempo que enfias a língua dentro da minha vagina... ainda quente e molhada do meu orgasmo... é um prazer tão grande quando a tua língua me penetra assim... a tua saliva mistura-se ao meu mel... completamente encharcada... a tua língua entra e sai... Ahhh...  entra e sai...
Substituis a língua pelos teus dedos e começas a lamber o clitóris... mordes devagarinho e chupas... sinto-me a reviver de novo... calafrios surgem... a pele fica arrepiada de prazer... vontade de te agarrar a cabeça e empurrá-la contra o meu clitóris... senti-lo todo dentro da tua boca... assim... como tu fazes comigo quando penetras a minha boca com o teu sexo... prazer e loucura... gemidos e gritos... palavras sem nexo... e essa tua boca que não pára... essa tua língua que alimenta o meu prazer e a minha insanidade... me faz perder a compostura... movimento os quadris... contorço-me... serpenteio o corpo... como fêmea no cio... os meus gemidos cada vez mais altos... estás a levar-me à loucura... a um novo orgasmo... sinto-o cada vez mais próximo... aflição... emoção... sei lá...
Um desespero total quando ele chega... esperneio mas as tuas mãos agarram-me as pernas... completamente arrasada por este brutal orgasmo vou perdendo as forças... o coração parece querer rasgar o peito de tanto que bate...
E sem forças continuo quando vens para cima de mim e me penetras... o teu orgasmo será uma dádiva... levantas-me as pernas... as tuas investidas sacodem o meu corpo... apesar de estar muito molhada dá perfeitamente para sentir o teu sexo dentro de mim... inchado e pulsante... olho para ti e sorrio... os teus olhos brilham tanto... o teu suor cai sobre os meus olhos misturando-se com algumas lágrimas minhas de emoção... cai sobre a minha boca que o recebe entreaberta... vem para mim... assim... não páres... vem... quero sentir o jorrar do teu mel dentro de mim...
O teu sexo começa a latejar cada vez mais rápido... sinto-o tão bem...
A expressão do teu rosto, as tuas investidas e gemidos  dizem-me que o teu orgasmo vai chegar...
Um orgasmo brutal que me inunda por dentro e me preenche de amor e felicidade...
Sorrimos os dois... extenuados...
Amo-te!

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Em tuas mãos


sexta-feira, 18 de julho de 2014

Necessidade de uma sessão (1ª Parte)

Ambos temos noção de que este mês é muito complicado encontrar um horário em que a casa esteja vazia,  para as nossas sessões ...
Ontem, em conversa, e depois de eu ter demonstrado necessidade em ser "castigada"... marcámos uma sessão para o meio-dia de hoje e a terminar às 14 horas... 
Estas sessões vêm complementar a nossa vida sexual e eu confesso que as aprecio cada vez mais... e sinto falta quando ficam mais espaçadas. São períodos muitos libertadores para mim onde posso extravasar todas as minhas emoções sem precisar controlar um grito ou um gemido e onde a minha entrega é total... 
Meio- dia
Fomos para o quarto... preparei a cama, deitei-me de lado e fiquei a olhar para ti enquanto colocavas os "brinquedos" em cima da cama...
- Despe-te, fica de joelhos, coloca a venda e estende os braços!
Assim fiz... depois de me atares os pulsos mandaste-me deitar de costas para cima... afastaste-me as pernas e prendeste os tornozelos a cada lado da cama...
Aproximaste-te para um beijo e encostaste o teu sexo à minha boca.
- Engole-o todo!
É um prazer sentir a minha boca invadida assim... senti-lo rijo... sentir os seus contornos... as suas veias salientes... sentir o teu sexo em movimentos de vai e vem... entrando cada vez mais fundo... sentir os teus testículos baterem no meu rosto... e eu salivando... chorando a cada engasgo... querendo respirar e não conseguir... 
Ofegante, de boca aberta... salivando... Parecia um peixe fora de água quando retiraste o teu sexo... 
Senti as pontas do chicote deslizando sobre as minhas nádegas... carícias que me fazem vibrar e desejar carícias mais intensas...
E elas chegam... no início o meu corpo estremece com o impacto das chicotadas fortes sobre as costas e nádegas... mas depois... Ahhh... depois o meu corpo dança... no mesmo compasso...
Empino as nádegas quando sinto o vibrador... a minha vagina recebe-o com prazer... e a cada chicotada contrai-se  apertando-o... sentindo-me ainda mais preenchida... e o meu corpo continua dançando... serpenteando as nádegas e fazendo movimentos de vai e vem... entro em sintonia com o vibrador e o chicote que continua viajando pelo meu corpo... estimulada por dentro e por fora... cada vez mais excitada...
O chicote pára mas continuo envolvida com o vibrador... até sentir vela quente sobre as minhas costas... braços... nádegas... alguns pingos fazem-me abrandar... talvez porque algumas zonas são mais sensíveis ao calor... mas como vais alternando as zonas... não "esfrio"... logo... logo... entro no ritmo... de novo...
A minha pele ainda está quente quando sinto a ventoínha do chicote retirando a vela seca... o vento sabe bem... e atenua um pouquinho o ardor provocado pelas pontas do chicote... Continuo a ser estimulada com o vibrador... e o meu corpo continua a dançar...
Páras por alguns momentos... retiras o vibrador... amuo um pouco... e logo de seguida solto um grito quando me sinto penetrada à força... entras em mim com tanta impetuosidade que sou projectada para a frente e sinto um esticão nos tornozelos... agarro-me à almofada e abafo mais um grito... sinto o teu sexo entrar e sair à bruta... a minha vagina está completamente encharcada... assim... penetrada desta forma vou vir-me... quero mais... preciso dessa tua força dentro de mim... quero mais... gemo cada vez mais alto... arrepios percorrem a minha espinha... o meu corpo estremece... não de frio mas de prazer... o meu orgasmo está eminente... e de repente tudo pára... sais de dentro de mim deixando-me à beira de um orgasmo... sem forças... ofegante... 
Acaricias-me o sexo com o chicote... não reajo... estou triste e ao mesmo tempo desesperada... 
Deslizas o chicote pelo meu corpo... e vertes uma grande quantidade de cera sobre as minhas costas... arqueio os ombros e sinto aquela placa de cera estalar como se fosse uma pele... esperneio ao sentir pingos sobre os braços e pernas... cada pingo uma picada... respiro fundo e relaxo o corpo... 
Sou de novo convidada para dançar... não consigo resistir ao passar do chicote de novo sobre o meu sexo... as minhas nádegas movimentam-se para cima e para baixo... lentamente... sentindo a música e as carícias... 
- Dança para mim!!!
Estimulada de novo pelo vibrador e ao mesmo tempo recebendo chicotadas fortes nas minhas costas e nádegas... a mente cada vez mais vazia... sinto-me invadida pela dor e pelo prazer... uma amálgama de sensações díspares e ao mesmo tempo excitantes... deliciosas... dor e prazer separados por fracções de segundos... e ao mesmo tempo em sintonia... impossível resistir a este ritmo alucinante...
- Dança!!! Mostra quanto prazer o teu Senhor te dá!!!
- Isso! Dança para mim!!!
E  meu corpo dança... uma dança sensual... movimentos lentos, outros mais rápidos... mas sempre respondendo ao teu ritmo... 
Em momentos assim eu perco a razão... a minha insanidade deve brotar de cada poro meu... mas esta minha insanidade me dá prazeres únicos... sem pensar sinto-me viva! Sinto vida por dentro e por fora...
Não tenho mais controlo em mim... estou livre para sentir apenas...
E o meu corpo continua a sentir a música... cada toque um gemido... um levantar de ancas... um serpentear do tronco... Ahhh... como eu gosto de sentir a tua música...
Diminuis o ritmo e aos poucos o meu corpo acalma... a respiração continua bem acelerada...
Deslizas a tua mão sobre a minha perna... agarras no meu pé e começas a fazer cócegas... É uma tortura que me arranca gargalhadas... 
- Vamos fumar um cigarro?

(Fim da 1ª parte)






domingo, 13 de julho de 2014

Vamos pintar?



Vamos pintar... Senhor Paulo Rodrigues?

sexta-feira, 11 de julho de 2014

A teus pés...


sexta-feira, 27 de junho de 2014

Saudade



Estamos afastados desde as 22:45... as saudades afloram e a nostalgia é minha companheira esta noite.
Apesar de estares a trabalhar sempre que for possível poderei ouvir a tua voz ou então estaremos a escrever um para o outro. A tua ausência ainda me consome. Ficar longe de ti incomoda.
A saudade dói... fica uma angústia e um aperto no peito.
Dia 19 deste mês faz 17 meses que estamos casados  e o facto de  pensarmos no início que o pouco tempo que estivéssemos afastados,  por razões profissionais, seria bem aceite o que é certo é que esta separação a que a vida nos obriga não é assim tão fácil quanto isso. Fica sempre um vazio e uma pontinha de tristeza quando sais... é uma  parte de mim que levas contigo e só voltarei a ficar completa aquando do teu regresso.
Regresso esse que fico aguardando com muita ansiedade.

domingo, 22 de junho de 2014

Fantasia


sexta-feira, 20 de junho de 2014

quinta-feira, 19 de junho de 2014

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Saudades tuas


A minha escrita hoje é muito diferente do que tem sido desde que o teu amor me inspirou e incentivou a escrever neste espaço. Aqui, ao reler situações nossas,  estou a reviver e a sentir cada momento. Os sentidos despertam no silêncio da noite... o coração bate mais forte, a saudade e a emoção invadem o meu ser. São momentos que a minha memória guarda e o meu coração afaga. Entre nós os desejos não precisam de razão, nem os sentimentos de motivos...
A cada dia descobrimos coisas novas. Somos confrontados com coisas boas e coisas más. As coisas boas... são boas... o pior é que, por vezes, não sabemos lidar com as coisas más. Sabemos que elas fazem parte de um relacionamento a dois. Somos pessoas distintas, formas de pensar e sentir diferentes. Mesmo inconscientemente, quando nos apercebemos, já  estamos a dar muita importância às poucas coisas más e pouca atenção às muitas coisas boas que existem no outro e entre nós.... Queremos ser perfeitos mas temos consciência da nossa constante imperfeição. Erramos em atitudes e juízos. Mas errar é inerente à nossa condição humana. Quando erramos sentimos que falhámos. Mais importante que  tentar justificar qualquer erro é procurar não  cometer o mesmo erro de novo.
Como em tudo entre nós, recebemos sempre em dobro o que damos ao outro. Alegrias e tristezas. Queremos sempre alimentar a felicidade e o bem estar do outro mas nem sempre o conseguimos.
Quando surge alguma situação desagradável para mim parece que sou invadida por toda a dor do mundo  nesse instante, porque ela é minha, é real e é única. Quando a partilho contigo é aceite e compreendida... mesmo que eu não a aceite e não saiba lidar com essa dor. Essa dor dói no peito... vem acompanhada de insegurança, tristeza, desilusão e dúvidas... dúvidas por que naquele momento não me sinto tão importante ou tão especial para ti. 
Muitas vezes no dia a dia as coisas não acontecem de acordo com as nossas expectativas ou  as pessoas não agem de acordo com o que esperamos delas em determinadas situações. Sentimos que falham e nos fazem sofrer provocando em nós decepção. Para evitar este sentimento não podemos criar demasiadas expectativas e há que aceitar as pessoas como elas são. Com virtudes e defeitos, tal como eu. Há que saber ser flexível e encarar a realidade. Podemos sofrer ainda, algumas vezes,  ao longo da vida,  mas está nas nossas mãos evitar muitas situações desagradáveis para ambos...





segunda-feira, 16 de junho de 2014

domingo, 15 de junho de 2014

Por telefone...



As noites em que estás de serviço são bastante complicadas para nós...
Não posso adormecer nos teus braços como sempre faço... e não existe o acordar do teu lado... a cama, cúmplice da nossa paixão, fica vazia  noite após noite,  vazia de nós... nada faz sentido se não for a dois...
Prefiro ficar na sala, perto do computador onde podemos falar de vez em quando, e deitar no sofá quando necessito... ou quando me mandas ir para lá... A tua ausência dói... e a saudade grita no silêncio da noite... saudade do teu cheiro... saudade da tua voz, do teu riso... saudade do teu toque, dos teus carinhos... saudade do teu abraço forte... saudade dos teus beijos... saudade do calor do teu corpo... saudade dos teus desejos e luxúria... preciso de ti... 
E o telefone toca...
- Masturba-te!!!
- Mete dois dedos dentro do teu  sexo e masturba-te!!! Imagina-me do teu lado, sente a minha mão. Quero ouvir-te dizer o quando é bom sentires na tua boca o sabor do teu mel.
Pensar em ti já me deixa molhada... a tua voz excita-me ainda mais... incendeia-me os sentidos... o desejo é muito... e os meus dedos entram fundo dentro de mim... 
Preciso me fixar na tua voz e nas tuas ordens... libertar a mente e mergulhar nesta espécie de sonho induzido pelas tuas palavras quentes e lascivas... tal como o vento nos traz a brisa do mar assim a tua voz traz para mim o teu cheiro... respiro fundo... arrepios percorrem o meu ser... e os meus dedos continuam dentro de mim... um vai e vem frenético... falas que as tuas mãos fazem pressão nas minhas costas ao mesmo tempo que entras em mim à força... os meus dedos são os teus dedos... o coração dispara... e os movimentos aceleram... falas como se estivesses aqui do meu lado sussurrando no meu ouvido... preciso tanto de te sentir... e sinto... Ahhh como te sinto aqui do meu lado, dentro de mim... e as tuas palavras fazem-me entrar em transe... sinto cada contracção da minha vagina... e o teu sexo pulsando... entrando e saindo... a cada investida tua os meus dedos entram mais fundo... giram e remexem as entranhas... deslizam para dentro e para fora... respiração ofegante... gemidos meus... nossos... e o meu sexo  palpitando... fervendo...  pedindo mais... mais força... essa tua força que me deixa insana... essa tua voz que me embriaga... 
Deslizo os dedos para fora... sinto o clitóris inchado... latejante... desejoso por ser tocado... friccionado... 
Movimento os quadris acompanhando o ritmo dos meus dedos... e o ritmo acelera... e os meus gemidos são um prenúncio... a tua voz rouca transporta desejo e paixão... uma vontade enorme de me penetrares... à força... com força... com força... fundo e mais fundo... e o meu corpo entra em convulsão... ondas de calor e arrepios... e o teu sexo cada vez mais rijo... e a minha explosão chega num atropelo de emoções...
A seguir... a seguir o corpo relaxa e a respiração acalma um pouco...
A seguir levo à boca o sabor do meu corpo e falo para ti o quanto isso me agrada...


sábado, 14 de junho de 2014

Pensando... vivendo...



Imaginando...
A tua língua quente e húmida
Maliciosa e insinuosa
Percorrendo sinuosos recantos meus
Brincando e sugando... degustando
Conspirando contra a minha sanidade
Arrancando gemidos contidos
E eu delirando... escorrendo
Saciando tua sede...





Dominada 
Inebriada 
Entorpecida



quinta-feira, 12 de junho de 2014

E assim me leva a vida...

"E assim se vive a vida...cada dia...cada dia após cada dia. Procura-se, perde-se os sentidos desejados, perde-se amor, quando existe, sonha-se, pouco...sonha-se em tons de cinzento, sonha-se nada...sobre nada.

E assim morremos pouco a pouco...como se um bicho nos comesse por dentro até chegar à alma...sim porque se morre pela alma e não por o coração. Morre-se por não se viver, por não se arriscar em tonalidades cromáticas e dissonantes da vida...vive-se num estado vegetativo de morte...de morte quase lenta...

E as lágrimas inevitavelmente caem pela tristeza de não sermos o que desejámos ser, pela melancolia dos sonhos de criança continuarem a ser sonhos de criança...pela incapacidade de nos abraçarmos de nos entendermos por dentro, de nos sentirmos por dentro...E assim se vive sem sabor a sal...sem entender que os mares todos são diferentes...que os mares são como sorrisos...temos os olhos cheios de cegueira...cheios de medo de ver as muitas cores...temos medo de viver...de viver por nós, para nós. E por isso largamo-nos à mediocridade...a um sentir leve...a um viver morno.E assim se vive uma vida não destinada à vida mas à morte."
- Sebastião Campos -


Por isso Paulo Dominous Jorge... te agarro hoje o corpo e te beijo com beijos de fogo...por isso te sussurro poesias de sal para te temperar a alma...por isso te consumo porque me consumo, para os teus olhos sorrirem nos meus.
Por isso te amo hoje, por ser hoje, porque o amor é sempre ou nunca...por isso me encarno e me ressuscito em ti, pois só morrendo muitas vezes é que deixamos de ter medo de viver a vida que nos sobra.

E assim me leva a vida em teus braços, e assim se morre nos braços de quem se ama, porque a morte é apenas um pequeno momento de todos os que ressuscitei em ti.

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Um docinho?