domingo, 22 de junho de 2014
sexta-feira, 20 de junho de 2014
quinta-feira, 19 de junho de 2014
quarta-feira, 18 de junho de 2014
Saudades tuas
A minha escrita hoje é muito diferente do que tem sido desde que o teu amor me inspirou e incentivou a escrever neste espaço. Aqui, ao reler situações nossas, estou a reviver e a sentir cada momento. Os sentidos despertam no silêncio da noite... o coração bate mais forte, a saudade e a emoção invadem o meu ser. São momentos que a minha memória guarda e o meu coração afaga. Entre nós os desejos não precisam de razão, nem os sentimentos de motivos...
A cada dia descobrimos coisas novas. Somos confrontados com coisas boas e coisas más. As coisas boas... são boas... o pior é que, por vezes, não sabemos lidar com as coisas más. Sabemos que elas fazem parte de um relacionamento a dois. Somos pessoas distintas, formas de pensar e sentir diferentes. Mesmo inconscientemente, quando nos apercebemos, já estamos a dar muita importância às poucas coisas más e pouca atenção às muitas coisas boas que existem no outro e entre nós.... Queremos ser perfeitos mas temos consciência da nossa constante imperfeição. Erramos em atitudes e juízos. Mas errar é inerente à nossa condição humana. Quando erramos sentimos que falhámos. Mais importante que tentar justificar qualquer erro é procurar não cometer o mesmo erro de novo.
Como em tudo entre nós, recebemos sempre em dobro o que damos ao outro. Alegrias e tristezas. Queremos sempre alimentar a felicidade e o bem estar do outro mas nem sempre o conseguimos.
Quando surge alguma situação desagradável para mim parece que sou invadida por toda a dor do mundo nesse instante, porque ela é minha, é real e é única. Quando a partilho contigo é aceite e compreendida... mesmo que eu não a aceite e não saiba lidar com essa dor. Essa dor dói no peito... vem acompanhada de insegurança, tristeza, desilusão e dúvidas... dúvidas por que naquele momento não me sinto tão importante ou tão especial para ti.
Muitas vezes no dia a dia as coisas não acontecem de acordo com as nossas expectativas ou as pessoas não agem de acordo com o que esperamos delas em determinadas situações. Sentimos que falham e nos fazem sofrer provocando em nós decepção. Para evitar este sentimento não podemos criar demasiadas expectativas e há que aceitar as pessoas como elas são. Com virtudes e defeitos, tal como eu. Há que saber ser flexível e encarar a realidade. Podemos sofrer ainda, algumas vezes, ao longo da vida, mas está nas nossas mãos evitar muitas situações desagradáveis para ambos...
segunda-feira, 16 de junho de 2014
domingo, 15 de junho de 2014
Por telefone...
Prefiro ficar na sala, perto do computador onde podemos falar de vez em quando, e deitar no sofá quando necessito... ou quando me mandas ir para lá... A tua ausência dói... e a saudade grita no silêncio da noite... saudade do teu cheiro... saudade da tua voz, do teu riso... saudade do teu toque, dos teus carinhos... saudade do teu abraço forte... saudade dos teus beijos... saudade do calor do teu corpo... saudade dos teus desejos e luxúria... preciso de ti...
E o telefone toca...
- Masturba-te!!!
- Mete dois dedos dentro do teu sexo e masturba-te!!! Imagina-me do teu lado, sente a minha mão. Quero ouvir-te dizer o quando é bom sentires na tua boca o sabor do teu mel.
Pensar em ti já me deixa molhada... a tua voz excita-me ainda mais... incendeia-me os sentidos... o desejo é muito... e os meus dedos entram fundo dentro de mim...
Preciso me fixar na tua voz e nas tuas ordens... libertar a mente e mergulhar nesta espécie de sonho induzido pelas tuas palavras quentes e lascivas... tal como o vento nos traz a brisa do mar assim a tua voz traz para mim o teu cheiro... respiro fundo... arrepios percorrem o meu ser... e os meus dedos continuam dentro de mim... um vai e vem frenético... falas que as tuas mãos fazem pressão nas minhas costas ao mesmo tempo que entras em mim à força... os meus dedos são os teus dedos... o coração dispara... e os movimentos aceleram... falas como se estivesses aqui do meu lado sussurrando no meu ouvido... preciso tanto de te sentir... e sinto... Ahhh como te sinto aqui do meu lado, dentro de mim... e as tuas palavras fazem-me entrar em transe... sinto cada contracção da minha vagina... e o teu sexo pulsando... entrando e saindo... a cada investida tua os meus dedos entram mais fundo... giram e remexem as entranhas... deslizam para dentro e para fora... respiração ofegante... gemidos meus... nossos... e o meu sexo palpitando... fervendo... pedindo mais... mais força... essa tua força que me deixa insana... essa tua voz que me embriaga...
Deslizo os dedos para fora... sinto o clitóris inchado... latejante... desejoso por ser tocado... friccionado...
Movimento os quadris acompanhando o ritmo dos meus dedos... e o ritmo acelera... e os meus gemidos são um prenúncio... a tua voz rouca transporta desejo e paixão... uma vontade enorme de me penetrares... à força... com força... com força... fundo e mais fundo... e o meu corpo entra em convulsão... ondas de calor e arrepios... e o teu sexo cada vez mais rijo... e a minha explosão chega num atropelo de emoções...
A seguir... a seguir o corpo relaxa e a respiração acalma um pouco...
A seguir levo à boca o sabor do meu corpo e falo para ti o quanto isso me agrada...
sábado, 14 de junho de 2014
Pensando... vivendo...
Imaginando...
A tua língua quente e húmida
Maliciosa e insinuosa
Percorrendo sinuosos recantos meus
Brincando e sugando... degustando
Conspirando contra a minha sanidade
Arrancando gemidos contidos
E eu delirando... escorrendo
Saciando tua sede...
Dominada
Inebriada
Entorpecida
quinta-feira, 12 de junho de 2014
E assim me leva a vida...
"E assim se vive a vida...cada dia...cada dia após cada dia. Procura-se, perde-se os sentidos desejados, perde-se amor, quando existe, sonha-se, pouco...sonha-se em tons de cinzento, sonha-se nada...sobre nada.
E assim morremos pouco a pouco...como se um bicho nos comesse por dentro até chegar à alma...sim porque se morre pela alma e não por o coração. Morre-se por não se viver, por não se arriscar em tonalidades cromáticas e dissonantes da vida...vive-se num estado vegetativo de morte...de morte quase lenta...
E as lágrimas inevitavelmente caem pela tristeza de não sermos o que desejámos ser, pela melancolia dos sonhos de criança continuarem a ser sonhos de criança...pela incapacidade de nos abraçarmos de nos entendermos por dentro, de nos sentirmos por dentro...E assim se vive sem sabor a sal...sem entender que os mares todos são diferentes...que os mares são como sorrisos...temos os olhos cheios de cegueira...cheios de medo de ver as muitas cores...temos medo de viver...de viver por nós, para nós. E por isso largamo-nos à mediocridade...a um sentir leve...a um viver morno.E assim se vive uma vida não destinada à vida mas à morte."
- Sebastião Campos -
Por isso Paulo Dominous Jorge... te agarro hoje o corpo e te beijo com beijos de fogo...por isso te sussurro poesias de sal para te temperar a alma...por isso te consumo porque me consumo, para os teus olhos sorrirem nos meus.
Por isso te amo hoje, por ser hoje, porque o amor é sempre ou nunca...por isso me encarno e me ressuscito em ti, pois só morrendo muitas vezes é que deixamos de ter medo de viver a vida que nos sobra.
E assim me leva a vida em teus braços, e assim se morre nos braços de quem se ama, porque a morte é apenas um pequeno momento de todos os que ressuscitei em ti.
segunda-feira, 2 de junho de 2014
quinta-feira, 22 de maio de 2014
sexta-feira, 16 de maio de 2014
Uma sessão diferente
Durante a nossa conversa ao longo da tarde sugeri usar o chicote em mim enquanto falássemos por telemóvel... A ideia agradou-te muito e acrescentaste outros pormenores...
Marcámos para as 21 horas...
Estava ansiosa por ouvir a tua voz... ansiosa para ouvir-te contar as chicotadas que daria em mim... desejosa para ter o prazer de te proporcionar momentos de prazer...
Esta ansiedade era partilhada por ambos... cada um com as suas razões.
É muito bom saber que poderei te proporcionar prazeres que tanto adoras... Mas também estava muito nervosa porque seria a minha primeira vez... tinha a noção que as chicotadas seriam fortes... Isso não me assustava... teria a tua voz a comandar e a controlar os meus movimentos... eu apenas seria uma extensão tua... pronta a saciar os teus desejos e vontades...
E a hora chegou... finalmente...
Às 21 horas estava de pé sobre a cama... nua... com as pernas afastadas... tornozelos nas argolas laterais da cama... o chicote... oito molas... e liguei...
Do outro lado chegou a tua voz aparentemente calma... conversámos um pouquinho e de seguida liguei o altifalante e coloquei o telemóvel sobre a cama... assim ouvias-me bem e eu perfeitamente as tuas ordens...
E elas chegaram...
Comecei por acariciar o meu sexo... devagarinho... enquanto a outra mão acariciava os seios... acariciei as coxas... a barriga... muito nervosa por estar a acariciar o meu corpo... apesar de continuar a ser uma situação estranha e não estar muito à vontade... continuei a respeitar as tuas ordens... fechei os olhos e imaginei-te ali e que eras tu naquele momento a acariciar-me...
Chegou a vez das molas... coloquei três na parte interior de cada perna e uma em cada mamilo... a minha mão tremeu várias vezes... e soltei alguns gemidos de dor... sobretudo nas pernas...
A próxima ordem era chicotear suavemente o corpo... apenas para o aquecer... primeiro à frente e depois atrás... as minhas pernas tremiam e atrapalhei-me algumas vezes... duas ou três estalaram bem alto... Parei conforme teu desejo... para me masturbar... lentamente o meu clitóris foi estimulado... a minha vagina estava húmida o que facilitou a introdução dos dedos... fui alternando o clitóris com a vagina... movimentos mais acelerados... outros mais suaves... não paravas de me incentivar a fazer tudo como querias... os meus gemidos chegavam até ti... impregnados de desejo e excitação...
- Pára! Agora vais dar dez chicotadas suaves sobre o teu sexo enquanto eu conto!
Refilei um pouco mas obedeci... as pontas do chicote fugiam de vez em quando para as pernas... respirava bem fundo quando isso acontecia mas continuava...
- Agora passa o chicote pela vagina!
Refilei um pouco mas obedeci... as pontas do chicote fugiam de vez em quando para as pernas... respirava bem fundo quando isso acontecia mas continuava...
- Agora passa o chicote pela vagina!
Agarrado por ambas as mãos passei-o entre as pernas e puxei-o para cima... pressionei-o e friccionei-o ao longo do meu sexo em movimentos alternados... enquanto ele ia deslizando eu suspirava... não era só a tua voz que estava presente... sentia a tua presença... sentia o teu cheiro... e de olhos cerrados entreguei-me às delícias que o chicote provocava em mim...
O teu tom de voz passou a ser diferente nas próximas ordens...
- Agora dás mais dez chicotadas no corpo! Só vou contar as que conseguir ouvir deste lado.
As minhas pernas tremiam a cada chicotada... é muito diferente seres tu a fazê-lo... sabes onde dar... o meu nervosismo fez com que desse duas bem fortes no meio das costas... doeram...
As minhas pernas tremiam a cada chicotada... é muito diferente seres tu a fazê-lo... sabes onde dar... o meu nervosismo fez com que desse duas bem fortes no meio das costas... doeram...
Tive permissão para me masturbar de novo... e puxar uma mola de cada perna enquanto o fazia... os meus gemidos de prazer eram interrompidos por gemidos tipo... Auuuu... quando puxava cada mola...
Agora seriam mais dez chicotadas sobre a vagina... desta vez mais fortes... estremecia a cada uma... tentar controlar o chicote e manter o equilíbrio sobre a cama não estava a ser fácil... gritei quando uma delas atingiu a minha perna...
De novo veio a permissão para me masturbar e puxar mais duas molas... cada puxão era um grito... mas estava a adorar a minha masturbação...
Mais dez chicotadas na parte de trás do corpo... com toda a força que conseguisse... Ahhh... as pontas do chicote faziam formigar as minhas nádegas... os meus gemidos vibravam em ti... a tua voz vibrava a cada chicotada contada... e isso me excitava cada vez mais...
- Agora vais puxar as outras molas enquanto te masturbas!
- Isso!
Eu assim fiz... Puxei as últimas molas das pernas... desta vez não doeu tanto e estava tão animada a masturbar-me que deixei de ouvir-te...
- Isso!
Eu assim fiz... Puxei as últimas molas das pernas... desta vez não doeu tanto e estava tão animada a masturbar-me que deixei de ouvir-te...
Apenas uma frase tua me trouxe de volta...
-Pára!!!
- Chicoteia o sexo agora! Vou contar até dez!
- Chicoteia o sexo agora! Vou contar até dez!
Dor e prazer se misturaram neste momento... o meu sexo estava bastante quente... o meu interior húmido e latejante...
- Tira as molas do peito!
Os mamilos estavam dormentes e doridos... acariciei-os suavemente... lembrei a doçura da tua boca sobre eles e desejei-a naquele momento... suspirei só de te imaginar ali...
- Tira as molas do peito!
Os mamilos estavam dormentes e doridos... acariciei-os suavemente... lembrei a doçura da tua boca sobre eles e desejei-a naquele momento... suspirei só de te imaginar ali...
Continuava nervosa... não sabia quando as chicotadas iam parar... mas queria muito satisfazer as tuas vontades... o facto de estar a conseguir até agora deixo-me muito feliz... feliz por te dar e sentir que estás feliz em receber...
- Agora vais dar com o chicote nas tuas nádegas! Quero ouvi-las bem!
Respirei fundo de novo... as chicotadas fortes e seguidas... fizeram as minhas pernas ceder e o meu corpo ardia...
Respirei fundo de novo... as chicotadas fortes e seguidas... fizeram as minhas pernas ceder e o meu corpo ardia...
Respirei fundo com a última... passei a mão pelas nádegas... escaldavam... e esperei em silêncio a tua próxima ordem...
- Masturba-te!!!!
- Vais vir-te assim para mim!!!
Masturbar-me de pé para atingir um orgasmo com as minhas pernas a tremerem... estava complicado...
- Posso deitar-me?...
- Não!!! Vais dar-me o teu orgasmo assim, de pé!!! É uma ordem!!!
Continuei a estimular-me... dedos friccionando o clitóris e outros dentro da vagina... a tua voz continuava a incentivar-me... e os meus movimentos eram cada vez mais rápidos... ondas de calor percorriam-me por dentro... arrepios pela espinha... os meus gemidos eram cada vez mais altos e seguidos... anunciando a proximidade de um orgasmo... os meus joelhos estavam um pouco flectidos para não perder o equilíbrio... e o meu orgasmo chegou avassalador me fazendo ficar prostrada de joelhos... mãos apoiadas sobre a cama e de cabeça baixa... o meu corpo ainda tremia... assim que a respiração sossegou deixei-me deslizar até ficar deitada de lado com o telemóvel perto de mim... de olhos fechados abracei a tua voz... abracei a tua almofada...
Estava feliz por te sentir feliz... por termos vivido juntos este momento, apesar da distância.
Feliz por ser usada por ti, em qualquer circunstância ou lugar... feliz porque o meu corpo é uma fonte de prazer para ti...
Senti-me realizada por ser um prolongamento teu, ter conseguido me movimentar ao teu ritmo e ao teu gosto...
E muito emocionada... sempre emocionada quando vivo algo tão especial pela primeira vez..
E esta tarde foi especial... também...
Amo-te!
E esta tarde foi especial... também...
Amo-te!
terça-feira, 13 de maio de 2014
Desejos meus... 1ª parte
Por mais que eu tente explicar acredito que seja um pouquinho difícil tu compreenderes o que sinto e como me sinto... amando o teu corpo...
Disseste para dar asas à minha imaginação... o teu corpo me pertence da mesma forma que o meu te pertence também... Sou submissa e masoquista? Sou... hoje eu assumo o que sou mais uma vez perante ti. Ainda me estou a descobrir mas sempre que tenho a certeza de algo eu falo para ti. Assumo que sou submissa e masoquista com muito prazer e muito orgulho. Características que eu desconhecia mas com a tua ajuda e paciência aprendi a compreender, a aceitar e a viver com intensidade essa minha essência.
Disseste para dar asas à minha imaginação... o teu corpo me pertence da mesma forma que o meu te pertence também... Sou submissa e masoquista? Sou... hoje eu assumo o que sou mais uma vez perante ti. Ainda me estou a descobrir mas sempre que tenho a certeza de algo eu falo para ti. Assumo que sou submissa e masoquista com muito prazer e muito orgulho. Características que eu desconhecia mas com a tua ajuda e paciência aprendi a compreender, a aceitar e a viver com intensidade essa minha essência.
E tu sempre me incentivaste a dar o primeiro passo quando sentia vontade de algo... e um dos meus grandes prazeres é servir-te... amando o teu corpo... sem qualquer imposição tua... e ter o teu corpo ali deitado na cama... à minha disposição... dar-te prazeres e sentir e viver esses prazeres com se fossem meus... é algo que eu desfruto com muito amor, paixão e emoção... e que me excita muito...
E nesta tarde eu daria asas à minha imaginação...
Por pudor, vergonha, timidez... pedi para te colocar um lenço nos olhos... Adoro olhar para eles mas não ia ter coragem para avançar sabendo ser observada por ti... pelo menos no início... e, se possível, mantivesses as tuas mãos quietas... quando me tocas perco a noção do tempo, perco a noção de mim... e eu queria estar muito atenta a todas as tuas reacções... vivo deslumbrada com certas reacções do teu corpo...
E assim... deitado de costas... vendado... braços afastados... tinha o teu corpo à minha disposição para me lambuzar nos teus prazeres...
Comecei por beijar a tua boca... chupei e mordi a tua língua... recebi a tua língua em movimentos de vai e vem da mesma forma que o meu sexo recebe o teu... vibro quando me penetras desta forma...
Deslizei pelo teu peito... mordi um mamilo... gemeste... sentia o teu sexo rígido contra a minha barriga... fui descendo e o teu pénis surgiu... imponente e vibrante... excitado... e eu fascinada perante aquela visão... não lhe toquei com a boca... embora fosse essa a minha vontade e eu já salivasse... afastei-o ligeiramente de um lado ou para outro para poder beijar, morder, lamber as tuas virilhas... adoro estar metida entre as tuas coxas... me lambuzando com a minha saliva... lambendo as virilhas de uma ponta à outra... lambendo os teus testículos... puxar devagarinho o teu pénis e beijar aquela zona entre os testículos e a base do teu sexo... sentir o teu corpo vibrar e o teu sexo latejar a cada lambedela... Ahhh... o quanto isso me dá prazer...
Verto um pouco de óleo sobre o teu pénis... olho deslumbrada a forma como ele escorre... a pele esticada... as veias salientes... começo por friccionar a cabeça do teu sexo... devagarinho... para depois o masturbar com as minhas mãos... e depois com a minha boca... levanto o olhar... noto a respiração acelerada pelo arquear do teu peito... a minha boca saliva... instintivamente ela saliva perante o teu pénis... da mesma forma que o meu sexo fica molhado...
Deslizo para cima do teu sexo... sentada de frente para ti... com a ajuda da minha mão encaminho o teu pénis contra o meu ânus... enquanto te apercebes das minhas intenções, eu procuro coragem para o fazer...
Sexo anal não é uma prática muito comum entre nós... sei o quanto aprecias e ambos sabemos o quanto isso mexe negativamente comigo...
Eu chamo-lhe fobia de sexo anal... é a única expressão que mais se aproxima da minha maneira de encarar o sexo anal... seja por motivos de educação, tabu ou porque a única experiência, antes de te conhecer, ter sido tão dolorosa e traumatizante... o que é certo é que os sintomas são de uma fobia sempre que penso que vou ter que passar por essa situação de novo...
Também sei que descobri prazer nele quando o fiz contigo... poucas vezes, mas senti... por isso não quero abdicar desse tipo de sexo... não seria justo para nós... sei que com a tua ajuda podemos retirar muito prazer dele... mas sei também que tenho que superar este meu medo... sempre falaste que descobertas nesta área serão sempre boas... por isso eu quero me permitir a essas descobertas...
E embrenhada nestes pensamentos, a melhor maneira de enfrentar esta fobia é ser eu própria a penetrar-me...
Com cuidado e mais calma, fui introduzindo devagarinho o teu pénis... precisei relaxar para não custar a entrar... doeu só um pouquinho... tu movimentaste o teu corpo contra o meu... e o teu sexo entrou todo dentro de mim... parei por alguns instantes... senti o teu sexo pulsar... movimentei os meus quadris para ajudar na penetração... as tuas mãos seguravam as minhas ancas... não forçavas... apenas acompanhavas o meu corpo... e assim... durante um tempo... voltei a sentir aquele prazer que sentira outras vezes... os movimentos de vai e vem eram suaves... a minha vagina roçava em ti, excitando-me também... as minhas mãos sobre as tuas ancas... o teu corpo arqueava... ao sabor do meu.... gemíamos... um arrepio na espinha... um calor invadindo o meu interior... mas não estava suficientemente entregue... o medo tomou posse de mim de novo... contrai o ânus num reflexo... doeu... não era justo...
Retirei o teu sexo... retirei o lenço dos teus olhos... beijei-te... falei o quanto te amava... voltei ao teu sexo e beijei-o... meti-o na boca... lambi-o... saí de cima de ti e coloquei-me de quatro... não queria que, por uma fraqueza minha, o encanto daquele momento desaparecesse... queria te sentir entrar em mim à força... que me desses um orgasmo soberbo... e tu... entraste em mim... devolveste-me o prazer que sentia antes... trouxeste de volta os meus arrepios... os meus gemidos... coloquei-te a mão sobre as minhas nádegas... de imediato percebeste o que eu precisava e as palmadas fortes chegaram... o meu corpo era projectado para a frente com a força das tuas investidas... às palmadas seguiram-se as vergastadas... o meu rabo escaldava... ardia... mas o teu sexo dentro de mim levava-me à loucura... impossível sentir dor naquele momento quando outras sensações falavam mais alto... dor não... mas uma excitação em crescendo... as tuas vergastadas coincidiam com as tuas investidas... só te pedia para não parares... gritava de prazer... e o meu orgasmo chegou... brutal como as tuas investidas... brutal como as tuas vergastadas...
As minhas pernas cederam... e deitaste-te a meu lado... envolvida num abraço teu disseste-me que o teu orgasmo ficaria para logo à noite...
Combinámos jantar e sair para um café...
Esse café traz mais uma história, mas essa ficará para escrever mais tarde...
quarta-feira, 7 de maio de 2014
sexta-feira, 2 de maio de 2014
Comportamentos...
Para entender o comportamento sexual individual é necessário ter em conta os processos implicados na sequência que vai desde o estímulo sexual até aos comportamentos da pessoa.Perante o mesmo estímulo cada pessoa vai processar esse facto de forma diferente devido às suas características físicas, aos seus afectos e à maneira de pensar e de sentir, dando origem consequentemente a comportamentos sexuais diferentes.
O que para mim pode ser erótico, para outra pessoa não terá o mesmo significado. Também os afectos relacionais como o desejo e atracção influenciam os nossos comportamentos sexuais. Todos estes factores se misturam e fazem com que os comportamentos sexuais que temos perante determinados estímulos sejam muito variados.
Pelo facto de as pessoas não vivenciarem as suas experiências sexuais da mesma forma, não significa que sejam anormais, antes pelo contrário, significa apenas que não existem duas pessoas iguais e que portanto também ao nível do comportamento sexual as diferenças existem.
O que importa realmente é que permitamos a nós próprios não sermos exactamente iguais a toda a gente e compreender que é sempre possível imaginar outras experiências sexuais.
Bondage e Disciplina (BD)
Dominação e Submissão (DS)
Sadomasoquismo (SM)
Não são mais que comportamentos sexuais... formas diferentes de ser e estar na vida.
Somos pessoas adultas e conscienciosas nas nossas escolhas e como tal respeitamos a liberdade e os gostos de cada um.
É uma dádiva encontrarmos na vida alguém que nos complete a todos os níveis.
Eu encontrei essa pessoa... Paulo Dominous Jorge... As nossas essências se completam!
quinta-feira, 1 de maio de 2014
segunda-feira, 28 de abril de 2014
Imagens
"Quando a boca não consegue dizer o que o coração sente
o melhor é deixar a boca sentir o que o coração diz!
(William Shakespeare)
domingo, 27 de abril de 2014
Delírios...
Adoro amar o teu corpo... adoro senti-lo reagir aos meus toques... aos meus beijos... mordidelas e lambedelas... assim deitado de costas... roçando o meu cabelo pelo teu sexo... senti-lo rijo no meu rosto... deslizando as minhas mãos entre as tuas coxas... e o teu sexo crescendo cada vez mais...
Beijando e lambendo as tuas virilhas deixo um rasto de saliva.... sinto o teu corpo vibrar... soltas alguns gemidos e a tua respiração acelera... uma das tuas mãos segura o meu cabelo enquanto a outra afaga o meu rosto... preparando-o para algumas estaladas que se fazem sentir... umas como carícias...outras mais fortes passando para mim o teu prazer e excitação... agarro o teu sexo e vou dando pequenas lambidelas, bem molhadas, ao longo dele... para cima... para baixo... sinto-o latejar de encontro à minha língua... a saliva escorre da minha boca... levanto ligeiramente a cabeça e procuro os teus olhos... brilham de paixão e prazer... a minha saliva pinga sobre o teu corpo... o meu sexo está molhado também...
- Chupa-o todo!!!
Não o faço de imediato... gosto quando não te obedeço logo... a minha mão segura o teu sexo na base e apenas roço os meus lábios na cabeça... molhando-a cada vez mais...
Recebo um estalo... adoro ser castigada assim... sentir o quando desejas o teu sexo na minha boca...
Lentamente vou abocanhando-o até o ter todo dentro da boca... páro por alguns instantes... sentindo o teu sexo pulsar... recebo as tuas primeiras investidas... empurras a minha cabeça para ele entrar bem fundo... a minha boca está encharcada, a minha respiração mais ofegante... e as tuas investidas são cada vez mais rápidas... sinto-as como se fossem dentro da minha vagina... deliro com estes momentos... quando me forças... quando me guias para teu prazer... afogada no meu prazer... até que não aguento mais e engasgo-me... páras e de imediato retiro o teu sexo para voltar a respirar...
Descanso sobre o teu corpo com o teu sexo entre os meus seios... entrelaças as pernas sobre os meus quadris... num abraço forte... as minhas mãos por baixo do teu tronco agarram-se aos teus ombros... as tuas mãos pressionando as minhas costas e iniciamos em simultâneo movimentos de vai e vem com os nossos corpos... os meus seios masturbando o teu sexo... Ahhhh... meu prazer deslizando no teu prazer... gemidos misturados com nossas respirações ofegantes... Ahhhh... as minhas costas arranhadas... as minhas unhas cravadas na tua pele... Ahhhh... quanto desejo... quanta loucura!!!
Os movimentos vão acalmando mas os nossos desejos estão ao rubro... deslizo pelo teu corpo e sento-me entre as tuas pernas... debruço.me e engulo de novo o teu sexo que continua latejando... quero-o bem molhado... passo o teu sexo da minha boca para a minha mão continuando a masturbar-te enquanto coloco o teu pé direito sobre o meio seio e levo o teu pé esquerdo à minha boca... lambo os teus dedos para de seguida meter o dedo grande do teu pé na minha boca... sinto e vivo vários prazeres ao mesmo tempo... movimentas o teu dedo dentro da minha boca da mesma maneira como o fazes com o teu sexo... cada vez mais rápido... cada vez mais fundo enquanto pressionas cada vez mais o meu seio com o outro pé... e eu delicio-me continuando a masturbar-te com a mão...
sábado, 26 de abril de 2014
quarta-feira, 23 de abril de 2014
Para nosso prazer...
Desta vez mandaste utilizar o cinto...
Saí do computador e dirigi-me ao quarto... abri a gaveta e retirei o cinto, olhando de relance para os restantes acessórios, cúmplices de tantos momentos nossos... mas este momento iria vivê-lo sozinha... contigo no pensamento e recordando outros dias, despi-me e deitei-me sobre a cama...
Coloquei o cinto sobre o meu peito bem juntinho ao meu rosto... como costumas fazer... fechei os olhos para sentir o teu toque e o teu cheiro... deslizei a mão pelo peito... barriga... afastei ligeiramente as pernas e acariciei-me entre as coxas... devagarinho... enquanto a outra mão acariciava o peito... arrepiei-me... estremeci... rocei o cinto pelos mamilos... endurecem com o toque... continuo a acariciar-me entre pernas... coloco a palma da mão fria sobre o meu sexo quente... aperto as pernas com força... e assim fico por alguns instantes enquanto vou roçando o cinto pelo peito... afasto as pernas e introduzo dois dedos no meu sexo húmido e quente... brinco um pouquinho fazendo movimentos de vai e vem... a minha respiração acelera... respiro fundo... trago o sabor do meu mel à minha boca... e chupo um dedo de cada vez... chupo os dois... o meu sabor mistura-se com a saliva... deslizo o cinto até às coxas... levo os dedos pingando... até ao meu clitóris... lubrificando-o com movimentos circulares... devagarinho... sem pressas... sinto a latejar nos meus dedos... vou alternando do clitóris para a vagina... da vagina para o clitóris... arrepios percorrem o meu corpo que ferve por dentro... movimento os quadris acompanhando o movimento dos dedos... se continuar tenho o meu orgasmo...
Preciso acalmar um pouco... cravo as unhas numa das coxas e abro as pernas completamente... expondo o sexo à primeira cinturada... uma... e as minhas ancas levantam... duas... penso em ti... no quanto me excita te obedecer... três... grito... gemo... e fico assim de pernas abertas sentindo o ardor no meu sexo... dobro o cinto e passo-o sobre o clitóris... para cima e para baixo... as minhas pernas tremem... vou acelerando o movimento enquanto os meus dedos brincam de novo dentro de mim... lembro a tua voz sussurrando no meu ouvido... a tua respiração percorrendo as minhas entranhas... gemo de prazer... afasto o cinto e acelero os movimentos dos meus dedos sobre o clitóris... ahhh.... arqueio o corpo... imagino a tua língua dentro de mim... me penetrando... está quase... este momento é teu... nosso... para teu prazer... nosso prazer... acelero mais... e mais... abrindo mais as pernas e levantado as ancas... o meu corpo estremece... os gemidos acompanham cada movimento de vai e vem dos dedos... ahhhh.... o coração bate cada vez mais forte... e o meu orgasmo chega... chamando por ti...
terça-feira, 22 de abril de 2014
O que a vida nos ensina???
"Quando achamos que temos todas as respostas
vem a Vida e muda todas as perguntas"
(Luís Fernando Veríssimo)
Para conseguirmos alimentar um relacionamento duradoiro precisamos saber também como lidar e enfrentar algumas crises naturais que esse relacionamento acarreta. Temos que ter em conta que uma relação a dois é uma coisa dinâmica e que as pessoas mudam constantemente e que as crises decorrem desses momentos de mudança que a vida nos apresenta.
Costuma-se dizer...
"Quando achamos que temos todas as respostas, vem a vida e muda todas as perguntas"
No casamento não é diferente. Quando parece que encontramos uma fórmula perfeita para nos relacionarmos com a "tal" pessoa com o mínimo de conflitos, sempre acontece alguma coisa para sacudir e abanar a relação. Havendo maturidade, diálogo e equilíbrio é sempre possível passar e ultrapassar esses momentos de uma forma saudável e construtiva e o relacionamento sai dessas fases menos boas, mais amadurecido, mais completo e mais feliz...
Eu te amo Paulo Dominous!
terça-feira, 15 de abril de 2014
quinta-feira, 10 de abril de 2014
domingo, 6 de abril de 2014
Diferenças...
Realmente cada situação tem as suas próprias características. E cada pessoa procura enfrentar essas situações da melhor forma possível e da maneira como sabe fazê-lo. O Paulo viu em mim características que eu nem sabia existirem. Eu nem teorias nem estudos tinha sobre o mundo BDSM. Como falei, foi o Paulo que pela primeira vez falou para mim desses mundos. Mas sempre fomos honestos, respeitando as nossas diferenças e a confiança mútua foi crescendo. Eu vivia a minha vida sossegadinha... no meu mundo baunilha.
Claro que o facto de estarmos apaixonados e a fazer planos a dois para o nosso futuro em comum, inibiu-o um pouco em relação à sua sexualidade... Foi-me conquistando aos poucos. Falámos muito sobre BDSM... mas a minha entrada nesse mundo foi muito suave e sempre conduzida pela sua mão. Como ele próprio fala, não podia chegar ao pé de mim e dizer... é isto que eu quero e pretendo de ti a nível sexual... não. Ele teve o cuidado de esclarecer muitas dúvidas minhas, paciência para me explicar muitas coisas... porque realmente eu vivi e continuo a viver e a sentir do lado dele muitas emoções e sensações novas. Para mim tudo tem que ter sempre muita lógica.
Eu preciso entender como e porquê reajo de diversas formas a estímulos diferentes ou, por vezes, muito semelhantes. As reacções nem sempre são iguais. O ambiente ou até o meu estado de espírito na altura podem alterar reacções minhas...
Há coisas que vivo pela primeira vez, há coisas que vivemos ambos pela primeira vez... estamos sempre a aprender um com o outro. O próprio Paulo admite que eu não conheço ainda o suficiente e que ele não sabe tudo.
Temos características muito próprias que se adaptam na perfeição e uma dessas características é o sentimento de posse.
Eu quero e sou sua propriedade. É com muito orgulho que exibo a minha coleira na rua, no café, entre familiares, nas compras, etc... mas o Paulo também é minha propriedade. Disso não abrimos mão.
Somos felizes vivendo a vida que temos, da melhor forma possível, não abrindo mão de tudo a que temos direito.
sexta-feira, 4 de abril de 2014
Tu...
O destino cruzou os nossos caminhos através da net, num desses jogos online. Algo em mim despertou a tua atenção.
Nós apenas trocávamos palavras. As nossas verdades chocaram muitas vezes mas sempre respeitámos a verdade de cada um. Cada verdade de acordo com a vivência de cada um. As horas fluiam sem darmos por elas... Foi através destas nossas longas conversas que, pela primeira vez, falei (escrevi) com uma pessoa directamente ligada ao BDSM. Até então apenas ouvia falar desse mundo mas nunca despertou em mim qualquer tipo de curiosidade.
Para mim não existiam mundos... apenas o meu mundo, onde me refugiava e criava defesas contra as forças exteriores. Após um relacionamento falhado, reaprendi a gostar de mim e da mulher que existia dentro de mim. Sempre passei para o exterior aquilo que queria passar. Não permitia que alguém invadisse esse meu mundo. E assim vivi durante alguns anos, lutando muito mas vivendo feliz e despreocupada. Vivi algumas dores mas vivi-as sozinha... ninguém merecia aceder aos meus sentimentos, que sempre ficaram resguardados. Era tida como uma mulher forte, lutadora, determinada, alegre. Isenta de sentimentos, como referiam algumas pessoas. Mas isso não me importava.
Tu foste a primeira pessoa a falar de dois mundos para mim... o meu (baunilha) e o teu (bdsm). Mas criou-se uma ponte entre esses dois mundos.
As conversas continuavam a ser interessantes e os nossos debates mais ainda...
Até que um dia me falaste que estavas apaixonado por mim... Que te tinhas apaixonado pelo meu riso quando falamos pela primeira vez no Skype... Claro que isso me fez muita confusão... não me conhecias... apenas lias o que eu escrevia e tinhas o som do meu riso... ninguém se apaixona assim... (pensei eu).
Naquele momento da minha vida o que eu não queria era relacionar-me com alguém... mas estava segura de mim... segura dos meus sentimentos... apesar de me quereres baralhar um pouco, alegando que também eu me tinha apaixonado porque sempre mostrei interesse em falar e a escrever contigo, sem nunca te afastar apesar de saber o que sentias por mim... Eu não estava apaixonada.
Era urgente um encontro, cara a cara, olhos nos olhos... para te fazer acreditar que realmente não estava apaixonada por ti.
Marcámos esse encontro de manhã, na estação de comboio, no dia 26 de junho de 2012.
Cheguei um pouco antes da hora marcada e olhei em redor. Como não te conhecia seria difícil procurar-te entre as várias pessoas que circulavam por lá. Até que o meu olhar parou numa figura de homem, do outro lado da linha, sentado, lendo um jornal. Não sei porquê mas senti que eras tu. Talvez por sentires que alguém estava a olhar para ti, largaste o jornal, levantaste-te... olhaste para mim e perguntaste:
- Ana?
Fiz que sim com a cabeça.
Descemos as escadas e ficámos frente a frente. Um beijo na face apenas e um sorriso...
Fomos até à explanada e durante o café falei para ti, olhos nos olhos, que não estava apaixonada como tu afirmavas.
Passeámos um pouco, junto ao rio, e de volta à estação, na hora da despedida falaste:
- Não vou desistir. Hás-de ser minha!
Sorri e entrei no comboio.
À noite estávamos de volta ao skype para mais algumas conversas... e assim continuou durante alguns dias.
Até que uma noite durante uma conversa (escrita) mais acesa... fui longe demais com as minhas verdades e arrogância... do teu lado silêncio... um silêncio que doeu em mim... não entendi o porquê daquela dor. Sabia que te tinha magoado. Essa dor recebi em dobro dentro de mim. Fiquei confusa e a nossa conversa terminou pouco tempo depois.
Os dias seguintes foram terríveis. Aquilo que era suposto não acontecer... aconteceu. Fiquei com raiva de mim, como pude deixar aquilo acontecer??? Um turbulhão de sentimentos cá dentro... sentimentos que teimavam em se manifestar apesar da minha luta contra eles. A razão que sempre estava presente em mim... abandonou-me... o coração falou mais alto.
- Estás apaixonada!!!!
Sem saber como nem porquê estava apaixonada por um homem que penetrou nas minhas defesas e tomou conta do meu ser!!! Nada daquilo tinha lógica para mim. Essa lógica que sempre deu sentido à minha vida estava a ser colocada em causa... Pensei em mil e uma razões para desculpar o que eu pensava ser um engano... mas o sentimento continuava bem vivo cá dentro.
Resolvi então enfrentar de frente estes meus sentimentos e revelar para ti numa noite em que estavas de serviço.
- Estou apaixonada por ti!!!! Preciso te tocar, sentir na pele o teu toque... sentir algo que me diga que não estou enganada nos meus sentimentos...
Esse encontro deu-se no dia 8 de Julho de 2012.
Aproximei-me de ti, baixei o rosto e depositei um beijo no teu peito. O meu coração disparou... depois veio o teu abraço forte e um beijo nos lábios...
A partir desse dia estamos juntos, vivendo este amor com emoção, paixão e loucura...
Tu, meu Senhor, meu Dono amado, descobriste-me um dia.
Mostraste e desvendaste o que nem eu sabia existir dentro de mim.
Extrais o meu melhor e continuas a mostrar-me que a felicidade existe, sim.
Provaste-me que a dor e o prazer andam juntos. Que, por vezes, a dor se dilui em prazer e me arrancam lágrimas num prazer inexplicável.
Tu, meu Senhor, meu Dono amado, que ainda hoje me ensina o que é ser mulher...
segunda-feira, 31 de março de 2014
Diálogo no BDSM
"Um casal tomava café no dia das suas bodas de ouro. A mulher passou a manteiga na casca do pão e deu para o seu marido, ficando com o miolo.
Pensou ela: - Sempre quis comer a melhor parte do pão, mas amo demais meu marido e, por 50 anos, sempre lhe dei o miolo. Mas hoje quis satisfazer o meu desejo".
Para sua imediata surpresa o rosto do marido abriu-se num sorriso sem fim e ele lhe disse:
- Muito obrigado por este presente, meu amor. Durante 50 anos, sempre quis comer a casca do pão, mas como você sempre gostou tanto dela, eu jamais ousei pedir !"
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O diálogo é fundamental entre um Dom e a sua submissa
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sexta-feira, 28 de março de 2014
Mais uma tarde nossa...
- Posso saber o que pretendes fazer comigo?
Olhaste para mim, sorriste... e então explicaste que eu iria ficar de joelhos sobre a cama, com o queixo apoiado sobre a trave e os braços abertos, com as mãos presas a cada extremidade da trave... Sorri... mas fiquei perplexa quando acrescentaste algo...
- Imagina-me a entrar à bruta dentro de ti nessa posição!
Sinceramente o que pensei foi que a cada investida tua o meu corpo seria projectado para frente...
- Calma... - respondeste, sorrindo de novo... - Vais ver que não sais do lugar.
Abriste uma gaveta e começaste a colocar alguns acessórios em cima da cama... palmatória, venda, gag, chicote, cinto, vergasta... coleira...
Sentei-me na borda da cama...
- Onde está o plug?!!!
Voltada de costas... fiquei em silêncio e sorri...
Abriste outra gaveta... e outra...
- Onde está o plug?!!!
Voltei-me para ti, sorri e respondi:
- Escondi...
Adoro quando ris... mas acabei por te devolver o plug e o ritual começou...
Acendeste as velas e mandaste-me colocar na posição que pretendias... colocaste a minha coleira com os grampos presos a cada mamilo e de seguida prendeste-me à trave... mas percebendo a minha atrapalhação e desconforto, colocaste uma pequena almofada sobre a trave para eu apoiar o pescoço... a única coisa que te pedi, caso fosse preciso, eras assoares-me de vez em quando... é complicado fazer uma sessão constipada como estava...
A seguir prendeste uma corda à minha cintura e uma ponta à travessa da cama... agora entendi... fui um pouco para a frente mas a corda não me deixava afastar muito...
- Pronta?
Respondi que sim... recebi um beijo teu... de língua... intenso...colocaste-me a gag e a venda...
Acariciaste-me o corpo... deslizando as tuas mãos quentes até ao meu sexo... afastaste as minhas pernas e brincaste com os teus dedos no meu sexo já molhado... e as primeiras chicotadas surgiram... bem fortes... o meu corpo estremecia a cada uma... senti as minhas costas e nádegas flageladas... gemia de dor e as minhas mãos agarravam-se com força, à trave... a gag abafava um pouco os meus gritos... as lágrimas e a saliva escorriam... as pontas do chicote faziam o meu rabo fervilhar... formigava... procurei desviar-me de algumas mas a corda à volta da minha cintura não o permitia...
O meu corpo ardendo recebeu a primeira cera quente... gritei... o desconforto foi muito grande... apesar de sentir arder... aos poucos veio o prazer de sentir aquela sensação tão boa na pele... e a minha humidade já escorria pelas pernas... toda eu vibrei quando senti a tua língua dentro de mim... Ahhh.... sentir a humidade quente da tua língua no meu clitóris e dentro da vagina... fez-me delirar... esquecer a dor do chicote... afastei as pernas o mais que pude para me abrir toda para ti... para receber esse prazer imenso que me davas...
Senti os teus dedos no meu ânus... lubrificando-o e o plug entrando devagarinho... e de novo a tua boca me enlouquecendo... não queria que parasses... balbuciava... "assim..."
Mas o chicote regressou... desta vez em "ventoínha"... sentia o frio nas minhas costas, provocado pelos seus movimentos... sentia arrancares da minha pele pedaços de cera... e o ardor era cada vez maior... a pele ainda estava ressentida... dorida... mas as pontas do chicote traziam o teu prazer junto com elas... quando começaste a passar o chicote, mais suavemente, pelo meu sexo... abri-me de novo... desejava aquele prazer... balançava os quadris para me esfregar nele... arfava... gemia de prazer...
Paraste um pouco e senti o vibrador entrar dentro de mim... e o prazer continuava... dentro da vagina e o meu clitóris sendo estimulado ao mesmo tempo... delícia... e assim ficou nessa posição, preso à corda e vibrando nas minhas entranhas... e eu completamente entregue a esse prazer... que só me apercebi te ti à minha frente quando me retiraste a gag e introduziste o teu sexo rijo bem fundo na minha garganta...sem parares o vai e vem dentro da minha boca senti o cinto entrar em acção... ora nas minhas costas... ora nas minhas nádegas... mas os prazeres que estava tendo com o teu sexo na minha boca e o vibrador na minha vagina... suavizaram as tuas cinturadas... o prazer estava a ser superior à minha dor... e eu estava a adorar lamber e beijar o teu sexo... amuei quando o retiraste... mas amei o teu beijo lascivo...
Voltaste a colocar a gag e a voltar para trás de mim... e desta vez senti as vergastadas nas minhas nádegas... quando me sentias desfalecer passavas a vergasta suavemente pelas minhas costas... sabes o quando esse gesto me acalma... a palmatória veio a seguir provocando um calor imenso nas minhas nádegas que já se encontravam marcadas e doridas... quando me estimulavas com o vibrador... abria-me para ti... a cada minuto mais próxima do orgasmo... estimulavas... paravas... uma tortura maior que toda a dor que o meu corpo já sentira antes... e o regresso do chicote veio interromper este meu delírio de prazer e tortura... solucei com a dor... escorria pelas pernas... tiraste o vibrador e o plug... e a tua boca veio sorver o meu mel...
Eu preciso de ti dentro mim... dividindo sensações... não quero me conter... preciso explodir de prazer... gritar bem alto o quanto te amo... o quanto preciso de ti... gritar que és a minha loucura... essa loucura que eu amo viver... desfalecer de prazer nos teus braços... quero beijar as tuas mãos... essas mãos que me batem e me amam...
Agarras as minhas ancas e enterras o teu sexo brutalmente dentro de mim... o meu corpo era jogado para a frente a cada investida tua... mas de imediato, bem agarrada à trave, eu própria impulsionava o meu corpo para trás... choque de sexos... choque de emoções... como eu adoro sentir-te assim dentro de mim... sentir a tua força... a cada investida era um grito meu arrancado à minha alma... o meu tão almejado orgasmo está prestes a acontecer... esse orgasmo tantas vezes travado por ti.... esse orgasmo que chegou numa explosão de sensações contidas durante tanto tempo... esse orgasmo acompanhado de gritos, tremores e convulsões...
O meu corpo ainda arfava de cansaço quando senti mais uma vez a cera quente escorrendo... deslizando pelo meu corpo... e o teu cinto deslizando no meu prazer molhado...
Eu preciso de ti dentro mim... dividindo sensações... não quero me conter... preciso explodir de prazer... gritar bem alto o quanto te amo... o quanto preciso de ti... gritar que és a minha loucura... essa loucura que eu amo viver... desfalecer de prazer nos teus braços... quero beijar as tuas mãos... essas mãos que me batem e me amam...
Agarras as minhas ancas e enterras o teu sexo brutalmente dentro de mim... o meu corpo era jogado para a frente a cada investida tua... mas de imediato, bem agarrada à trave, eu própria impulsionava o meu corpo para trás... choque de sexos... choque de emoções... como eu adoro sentir-te assim dentro de mim... sentir a tua força... a cada investida era um grito meu arrancado à minha alma... o meu tão almejado orgasmo está prestes a acontecer... esse orgasmo tantas vezes travado por ti.... esse orgasmo que chegou numa explosão de sensações contidas durante tanto tempo... esse orgasmo acompanhado de gritos, tremores e convulsões...
O meu corpo ainda arfava de cansaço quando senti mais uma vez a cera quente escorrendo... deslizando pelo meu corpo... e o teu cinto deslizando no meu prazer molhado...
Ai... as tuas cinturadas são mais fortes agora... são queixumes que saem da minha boca... fecho as pernas para me desviar delas... mas tu mandas abrir e bates com mais força... cedo... gemo... soluço... o meu corpo sofre em silêncio agora... fico prostrada sobre a trave... não tenho forças para reagir... as cinturadas cessam... sinto as tuas mãos no meu rosto... retiras a gag e a venda... beijas-me... falas o quanto me amas...
agarras-me a cabeça e enterras outra vez o teu sexo na minha boca... não consigo reagir... apenas te recebo assim, de boca aberta... tenho dificuldade em respirar... os teus movimentos são cada vez mais rápidos... o teu sexo lateja dentro da minha boca... entre soluços e alguns engasgos sinto o quanto estás excitado por me teres daquela maneira... de um momento para o outro sou penetrada por trás... volto a sentir a tua força... o teu suor pinga sobre as minhas costas... a tua respiração está muito acelerada.... investes com mais força... vou para a frente mas depressa venho para trás, quero sentir o nosso impacto... cada vez mais fundo... Agarras-me pelos cabelos e puxas a minha cabeça para trás ao mesmo tempo que enterras mais fundo... como resistir a essa tua impetuosidade avassaladora... como resistir a tanto prazer... estou completamente encharcada... grito de prazer.... grito de desejo... gritos cada vez mais animalescos... e tu aceleras mais... choro... não de dor... mas de prazer imenso... choro de emoção... esse prazer que só tu consegues arrancar de mim... esse prazer que culmina num orgasmo explosivo... esgotante... ao ponto do meu corpo desfalecer... exausto...
sábado, 15 de março de 2014
quarta-feira, 12 de março de 2014
Situações novas...
Saíste do serviço às 7 horas da manhã e vieste buscar-me a casa pois tínhamos que resolver alguns assuntos na rua... Por volta da 9 horas regressámos a casa depois de tomarmos o pequeno almoço no café.
As nossas conversas normalmente são de conteúdo sexual... talvez por muitas descobertas que continuo a viver do teu lado, as dúvidas que surgem, as sensações que não compreendo, a necessidade que tens em saber como as sinto e a tua preocupação constante com o meu bem estar... o que é certo é que estas conversas são extremamente importantes e com a tua ajuda compreendo melhor tudo o que envolve a nossa sexualidade hoje em dia. Lógico que a minha líbido está constantemente a ser alimentada... o desejo de sair daquele café para fazer amor contigo era enorme... mas sei ser paciente... Tinhas outros planos para nós...
Em casa já... conversámos durante mais um tempo, tomámos um duche... e aqui surgiu algo pela primeira vez... mais uma vez...
Depois de passarmos o corpo por água bem quentinha aproximaste o chuveiro do meu clitóris... aquele jacto de água quente fez-me estremecer...
- Coloca-me a urinar e de seguida vais lá com a boca limpar!
Fiquei nervosa... a primeira parte já o tinha feito antes... a minha atrapalhação fez-me rir na altura... fiz duas coisas que não devia... coisas que sempre faço quando vou ter com "ele"... apertá-lo com força e estimular ao mesmo tempo... explicaste-me que assim tornava-se mais difícil urinar... e o ter que fazer pontaria... ou seja... segurar e apontar para o chão da banheira... claro que acertei em muito sítio antes de acertar no sítio certo... mas hoje já sabia como fazê-lo... o meu nervosismo veio porque ia limpá-lo com a boca... uma coisa é receber o teu mel na minha boca... outra coisa é a urina... não fazia a mínima ideia de como seria... o melhor é deixar as coisas acontecerem e depois logo se vê... pensei eu... claro que estes meus pensamentos profundos estavam a ser constantemente interrompidos por alguns ais que soltava... pois o meu clitóris continuava a ser estimulado com o chuveiro... agarrei o teu sexo com muito jeitinho e fiz pontaria... mas as minhas pernas atraiçoavam-me... estava a sentir-me tão bem com o que me fazias que encostei a cabeça no teu peito o que dificultou a minha visão... entre um gemido e outro perguntava se já tinhas terminado... "ainda não"... precisava fazer constantemente esta pergunta porque o prazer que estava a viver desviava a minha atenção do teu sexo... e as minhas pernas começavam a ceder...
-Já está!
Debrucei-me e enfiei o teu sexo na minha boca... claro que, confessando agora, assim que senti o teu sexo e ao mesmo tempo o meu orgasmo a chegar, não pensei mais se ele ia saber a urina ou não... engoli todo... senti-o crescer... lambia e engolia... e entre movimentos de vai e vem, o teu sexo cada vez ficava mais rijo... os meus gemidos eram abafados por ele... as minhas pernas tremiam...e quando se deu o meu orgasmo gritei e desfaleci no chão da banheira... fiquei assim durante algum tempo... sentada no chão da banheira... até que me ajudaste a levantar... procuraste a minha boca e depois de um beijo longo e apaixonado... acabámos de nos lavar... vestimo-nos e fomos almoçar fora...
Por volta das 15 horas estávamos de regresso a casa.... fui trocar de roupa para vestir algo mais ligeiro... estavas deitado sobre a cama, em tronco nu com a calças de ganga vestidas... aninhei-me nos teus braços, puxei um cobertor para cima de nós e deixei-me ali ficar, a receber o calor do teu corpo....
- Quero que me sirvas um café e um whisky! Mas antes, abres o zipper, puxas o meu sexo para fora e engoles todo!
Obedeci de imediato. Enfiei a cabeça debaixo do cobertor, abri o zipper, retirei o teu sexo e meti-o na boca... não todo ainda... primeiro brinquei com a minha língua sobre ele... metia-o e tirava-o da boca... chupava... devagarinho...
- Enfia-o todo!
Enfiei até onde consegui e fiquei com ele assim por alguns instantes...
-Podes ir!
Quando regressei ao quarto com o café e o whisky deparei contigo sentado na borda da cama fazendo nós com uma corda... sorri...
-Posso ligar o aquecedor? - perguntei.
-Podes!
Voltei para junto de ti e sentei-me a teu lado, observando em silêncio, o que fazias. Acendeste um cigarro para cada um e assim ficámos... tu a dar nós e eu a olhar para ti... até terminar o cigarro.
-Levanta-te, despe-te e vira-te de costas para mim!
Levantei-me, despi-me e fiquei de costas voltadas para ti enquanto usavas a corda em mim... olhei para os ganchos pendurados no tecto e pensei no que iria me acontecer... embora calma por fora... o meu coração batia já mais forte... aos poucos, os meus braços iam ficando imobilizados ao longo do corpo... quando terminaste, colocaste a minha coleira e prendeste os grampos a cada um dos meus mamilos... estremeci com a ligeira dor... pegaste em mim e deitaste-me de costas sobre a cama... fiquei nervosa... já tinhas mencionado a tua intenção de me suspenderes por completo... seria hoje?...
Começaste a dar alguns nós à volta do tornozelo direito... fiquei baralhada, confusa... em seguida esticas a minha perna até ficar na vertical e prendeste a outra ponta da corda num dos ganchos... comecei a sentir-me desconfortável com aquela posição... com cuidado ajeitaste o meu corpo de forma a sentir-me melhor e quando te apercebeste que estava tudo bem comigo colocaste-me a venda...
Tudo bem é relativo... por fora sim, estava mais ou menos bem... o facto de estar presa de movimentos e um dos pés suspenso não me deixava muito à vontade... cá dentro um reboliço, muita excitação, muito desejo e muita ansiedade...
Senti o teu corpo roçar no meu... a tua boca procurou a minha... a tua língua invadiu-me e eu retribui esse beijo com paixão... mordi a tua língua... ao que respondeste, mordendo o meu lábio... gemi com dor...
A tua boca estava agora sobre os meus seios... beijavas e davas pequenas mordidelas em cada mamilo... e eu já me contorcia do prazer que a tua língua me dava e da dor que as tuas mordidelas me faziam...
Afastaste-te... e o meu corpo foi sacudido pelas primeiras chicotadas... sobre o meu sexo... pernas... peito... barriga... umas ligeiras... outras mais fortes... o meu sexo estava quente e molhado... sentia pequenas picadas provocadas pelas pontas do chicote... ardiam...por vezes estimulavas-me com o cabo do chicote para logo de seguida me torturares com as suas pontas... gemia e contorcia o corpo... e a primeira vela chegou... gritei... nem sei se de dor ou de prazer... mas gritei ao sentir derramares cera por cima dos mamilos... e gemi de prazer ao sentir o meu corpo banhado pela cera quente... e estremeci e gemi de prazer ao sentir o calor da cera tão perto do meu sexo... e o prazer do chicote "em ventoinha"...arrancando cada pedacinho de cera... sensações... muitas... diferentes... prazerosas...
Ahhh... quando senti o calor da tua boca sobre o meu sexo foi demais... a tua língua no clitóris e dentro da vagina aumentou o meu desejo... não queria que aquele momento terminasse tal era o prazer que estava a sentir...o calor da tua boca mais o calor do meu sexo... duplicou a excitação... irradiavam ondas de prazer e arrepios ao longo da minha espinha... e uma nova vaga de cera se derramou pelo meu corpo... momentos alucinantes... e de novo sinto o chicote... e os teus dedos a seguir... no meu sexo... num ritmo frenético... num ritmo que me levou a um primeiro orgasmo avassalador... desgastante...
O meu corpo ainda apresentava resquícios desse orgasmo quando me vens beijar e falar no meu ouvido o quanto me amas... ao que eu retribuo de imediato... com um beijo demorado e outras palavras de amor e de novo sinto o chicote em acção... as pontas marcam as minhas pernas... sinto-te por trás de mim... sinto o teu sexo junto à minha cabeça... algumas chicotadas leves novamente sobre o meu sexo e outras bem fortes sobre a cama... esse som assusta-me um pouquinho... faz saltar o meu corpo...
Agora tens um joelho sobre a cama... o teu sexo junto ao meu rosto... procuro-o com a minha boca... quero senti-lo... mas tu foges com ele... brincas comigo... quando finalmente o abocanho é com muito agrado que o engulo... estou novamente excitadíssima... trocas o chicote pelo cinto... e enquanto fazes movimentos de vai e vem dentro da minha boca, puxas os mamilos com força... o cinto incide no meu sexo... retiras o sexo da minha boca... baixinho peço-te que o metas de novo... atendes este meu pedido... estou prestes a ter outro orgasmo... gemo... sufoco... babo-me... gemo... engasgo-me... e uma pancada mais seca arranca de dentro de mim mais um dos vários orgasmos que vivi esta tarde...
O peito está arfando... a respiração acelerada... o corpo descompensado... desprendes o meu pé do gancho... tentas voltar-me com jeitinho para começares a desapertar os nós... peço-te que não o faças... ainda não... estás de pé, por trás de mim... e eu continuo imobilizada de costas voltadas para ti... uma das almofadas ficou ao lado da minha perna... puxo-a para debaixo de mim... colocando entre pernas... consigo deslizar a minha mão direita até ao meu clitóris... aquela zona continua encharcada... acaricio-me... devagarinho... e levantando as minhas nádegas movimento-as na tua direcção... estou a desafiar-te neste momento... estou a dizer-te com o corpo que quero mais... quero sentir na pele o teu sadismo... a tua loucura... a tua paixão...
E o chicote responde a esse meu apelo... as minhas costas, as nádegas, as pernas... sofrem a cada chicotada... e os meus dedos continuam a masturbar-me... o meu corpo inicia uma dança de dor, sofrimento, prazer, êxtase... mas eu não quero ainda vir-me...
Puxas um dos meus pés e esfregas o teu sexo nele... está rijo... aproveito e masturbo o teu pénis com ambos os pés... fico fascinada com essa situação e o chicote continua "em ventoinha" percorrendo o meu corpo...
Desafio de novo o teu sadismo:
- Quantas queres que conte? - pergunto...
- Vinte!
A tua voz treme um pouco...
Sem parar de me acariciar, recebo a primeira.
- Uma!...
- Duas!... E outras se seguiram... contava apenas as mais fortes, as que tinham mais impacto no meu corpo... as outras chicotadas eram aliadas dos meus dedos que continuavam a trabalhar entre pernas...
- Dez!... algumas são tão fortes que os meus dedos páram... tenho as nádegas a arder e a latejar... respiro fundo e o meu corpo continua a incentivar-te... as minhas pernas estão ligeiramente apertadas contra a almofada... apenas deixando um pequeno espaço para os dedos estarem à vontade... assim desta maneira, não tardo a chegar a mais um orgasmo... mas só o quero quando sentir que não dá mais para aguentar as chicotadas...
Esqueci da contagem... perguntei quantas faltavam.
-Sete!
Uma conta tão simples e no entanto, tão difícil naquele momento...
-Treze!
-Catorze!... mais umas ligeiras... uma pausa para parar de contar e dedicar-me ao meu sexo... mas tu começas a dar com mais força... tenho que ceder... e a última chegou.
-Vinte!... e o meu orgasmo chegou logo de seguida...
Estou toda dorida... cansada... feliz... Não sei ao certo quantas foram... mas sinto que estás ligeiramente cansado, a tua respiração está mais ou quase tão ofegante quanto a minha... o ar está impregnado de cheiros de orgasmos... desejos e muita excitação... respira-se amor e muita paixão...
Estás preocupado comigo... com cuidado retiras-me as cordas e puxas-me para ti... deitados... juntinhos... Abraças-me fortemente contra o teu peito... beijas a minha testa... os nossos corações batem ainda acelerados... sinto o teu, no meu peito...
- Queres descansar um pouco?
Olho nos teus olhos... sorrio...
- Quero o que tu quiseres...
Apesar do meu cansaço sei que, quando queres, vais buscar ainda algumas forças de dentro de mim... mas não imaginava quanto...
- Coloca-te de joelhos na borda da cama de costas para mim!
Um pouco a custo, as minhas pernas ainda estavam trémulas, obedeço... agarras-me pelas ancas, puxas-me para ti e entras em mim à bruta... e a cada estocada tua, o meu corpo é projectado para a frente... a cada estocada tua, grito... não de dor, mas de prazer... um prazer imenso por me sentir preenchida assim... levantas a minha perna direita e fico ligeiramente de lado... a penetração é diferente... e essa posição me excita ainda mais... alternas movimentos lentos com outros mais fortes... o meu orgasmo está iminente... mas uma das tuas entradas mais fortes projectam o meu corpo de tal forma, que os meus braços cedem... e caio sobre a cama... de imediato voltas a puxar-me para ti e desta vez, levantando a minha perna esquerda, entras com força de novo... sinto o teu suor pingar sobre as minhas costas... grito o teu nome... dou-te a entender que estou prestes a sucumbir à tua força... aceleras o ritmo de vai e vem... empurro o meu corpo para trás... as minhas nádegas ficam coladas a ti... preciso te sentir todo dentro de mim... quero-te assim, todo enterrado em mim... contorço o corpo... gemo... grito o teu nome... e desfaleço perante um novo orgasmo...
Não me dás tempo para me recompor... voltas-me de frente, chegas o meu corpo para trás, seguras as minhas pernas, afastando-as e de novo entras em mim... não estou muito lúcida... não sei quanto tempo estive assim... aberta para ti... mas sei o prazer que sentia... um prazer em crescendo... e sem saber bem como aconteceu... no momento em que estou a viver mais um orgasmo, sinto a força da tua mão sobre o meu pescoço... sufocando-me... sinto-me desfalecer... quase desmaiando... os olhos fecham por momentos... quando voltei a mim estavas ofegante, sorrindo... retribuo o sorriso, falando:
- Adoro quando me fazes isso...
O meu corpo está tão mole... mas tu ainda não te viestes... e voltas a entrar dentro de mim... cada estocada tua empurra o meu corpo ao ponto de ficar com a cabeça pendurada para fora da cama... estou exausta mas pronta para te receber... pronta para te dar mais um orgasmo meu... perco a noção do tempo... grito de prazer ao ser invadida... gemo de dor quando apertas os meus seios com força... o teu suor continua a pingar sobre o meu peito... os meus olhos ardem... a minha boca sente o teu gosto salgado... ahhhh... que tormento... quanta aflição... não sei de onde arrancaste este orgasmo que vivo agora... não sei para onde as minhas forças foram... o meu corpo está dormente...
Puxas-me para dentro da cama...
Agora que sentiste que estou completamente de rastos chegou o teu momento... esse momento que me faz ressuscitar sabe-se lá de onde... esse momento que eu vivo com paixão... o momento em que me vais premiar com o teu orgasmo... e eu estou ali para o receber... completamente alucinada... vidrada no teu rosto... suado... os teus olhos estão bem abertos... as pupilas dilatadas... o teu sexo crescendo cada vez mais dentro de mim... pulsando... e eu estou ali... vivendo... sentindo-te completamente entregue... e algumas palavras saem da minha boca enquanto olho nos teus olhos:
-Fode-me toda!!!... Fode-me como só tu sabes fazer!!!
Agora és tu que estás completamente alucinado... não há nada de racional em ti... tudo em ti é animal... e eu completamente lúcida para te admirar... como eu te amo!!!
Agora és tu que gemes... anunciando algo poderoso que está para vir... enterras com mais força... soltas um gemido mais alto... animalesco... sinto dentro de mim as contracções do teu sexo... são jactos do teu mel que inundam as minhas entranhas... jactos fortes... quentes... poderosos... e o teu corpo desfalece sobre o meu peito... esgotado. Abraço-te emocionada, beijo o teu rosto enquanto as minhas mãos afagam o teu cabelo...
- Quero que me sirvas um café e um whisky! Mas antes, abres o zipper, puxas o meu sexo para fora e engoles todo!
Obedeci de imediato. Enfiei a cabeça debaixo do cobertor, abri o zipper, retirei o teu sexo e meti-o na boca... não todo ainda... primeiro brinquei com a minha língua sobre ele... metia-o e tirava-o da boca... chupava... devagarinho...
- Enfia-o todo!
Enfiei até onde consegui e fiquei com ele assim por alguns instantes...
-Podes ir!
Quando regressei ao quarto com o café e o whisky deparei contigo sentado na borda da cama fazendo nós com uma corda... sorri...
-Posso ligar o aquecedor? - perguntei.
-Podes!
Voltei para junto de ti e sentei-me a teu lado, observando em silêncio, o que fazias. Acendeste um cigarro para cada um e assim ficámos... tu a dar nós e eu a olhar para ti... até terminar o cigarro.
-Levanta-te, despe-te e vira-te de costas para mim!
Levantei-me, despi-me e fiquei de costas voltadas para ti enquanto usavas a corda em mim... olhei para os ganchos pendurados no tecto e pensei no que iria me acontecer... embora calma por fora... o meu coração batia já mais forte... aos poucos, os meus braços iam ficando imobilizados ao longo do corpo... quando terminaste, colocaste a minha coleira e prendeste os grampos a cada um dos meus mamilos... estremeci com a ligeira dor... pegaste em mim e deitaste-me de costas sobre a cama... fiquei nervosa... já tinhas mencionado a tua intenção de me suspenderes por completo... seria hoje?...
Começaste a dar alguns nós à volta do tornozelo direito... fiquei baralhada, confusa... em seguida esticas a minha perna até ficar na vertical e prendeste a outra ponta da corda num dos ganchos... comecei a sentir-me desconfortável com aquela posição... com cuidado ajeitaste o meu corpo de forma a sentir-me melhor e quando te apercebeste que estava tudo bem comigo colocaste-me a venda...
Tudo bem é relativo... por fora sim, estava mais ou menos bem... o facto de estar presa de movimentos e um dos pés suspenso não me deixava muito à vontade... cá dentro um reboliço, muita excitação, muito desejo e muita ansiedade...
Senti o teu corpo roçar no meu... a tua boca procurou a minha... a tua língua invadiu-me e eu retribui esse beijo com paixão... mordi a tua língua... ao que respondeste, mordendo o meu lábio... gemi com dor...
A tua boca estava agora sobre os meus seios... beijavas e davas pequenas mordidelas em cada mamilo... e eu já me contorcia do prazer que a tua língua me dava e da dor que as tuas mordidelas me faziam...
Afastaste-te... e o meu corpo foi sacudido pelas primeiras chicotadas... sobre o meu sexo... pernas... peito... barriga... umas ligeiras... outras mais fortes... o meu sexo estava quente e molhado... sentia pequenas picadas provocadas pelas pontas do chicote... ardiam...por vezes estimulavas-me com o cabo do chicote para logo de seguida me torturares com as suas pontas... gemia e contorcia o corpo... e a primeira vela chegou... gritei... nem sei se de dor ou de prazer... mas gritei ao sentir derramares cera por cima dos mamilos... e gemi de prazer ao sentir o meu corpo banhado pela cera quente... e estremeci e gemi de prazer ao sentir o calor da cera tão perto do meu sexo... e o prazer do chicote "em ventoinha"...arrancando cada pedacinho de cera... sensações... muitas... diferentes... prazerosas...
Ahhh... quando senti o calor da tua boca sobre o meu sexo foi demais... a tua língua no clitóris e dentro da vagina aumentou o meu desejo... não queria que aquele momento terminasse tal era o prazer que estava a sentir...o calor da tua boca mais o calor do meu sexo... duplicou a excitação... irradiavam ondas de prazer e arrepios ao longo da minha espinha... e uma nova vaga de cera se derramou pelo meu corpo... momentos alucinantes... e de novo sinto o chicote... e os teus dedos a seguir... no meu sexo... num ritmo frenético... num ritmo que me levou a um primeiro orgasmo avassalador... desgastante...
O meu corpo ainda apresentava resquícios desse orgasmo quando me vens beijar e falar no meu ouvido o quanto me amas... ao que eu retribuo de imediato... com um beijo demorado e outras palavras de amor e de novo sinto o chicote em acção... as pontas marcam as minhas pernas... sinto-te por trás de mim... sinto o teu sexo junto à minha cabeça... algumas chicotadas leves novamente sobre o meu sexo e outras bem fortes sobre a cama... esse som assusta-me um pouquinho... faz saltar o meu corpo...
Agora tens um joelho sobre a cama... o teu sexo junto ao meu rosto... procuro-o com a minha boca... quero senti-lo... mas tu foges com ele... brincas comigo... quando finalmente o abocanho é com muito agrado que o engulo... estou novamente excitadíssima... trocas o chicote pelo cinto... e enquanto fazes movimentos de vai e vem dentro da minha boca, puxas os mamilos com força... o cinto incide no meu sexo... retiras o sexo da minha boca... baixinho peço-te que o metas de novo... atendes este meu pedido... estou prestes a ter outro orgasmo... gemo... sufoco... babo-me... gemo... engasgo-me... e uma pancada mais seca arranca de dentro de mim mais um dos vários orgasmos que vivi esta tarde...
O peito está arfando... a respiração acelerada... o corpo descompensado... desprendes o meu pé do gancho... tentas voltar-me com jeitinho para começares a desapertar os nós... peço-te que não o faças... ainda não... estás de pé, por trás de mim... e eu continuo imobilizada de costas voltadas para ti... uma das almofadas ficou ao lado da minha perna... puxo-a para debaixo de mim... colocando entre pernas... consigo deslizar a minha mão direita até ao meu clitóris... aquela zona continua encharcada... acaricio-me... devagarinho... e levantando as minhas nádegas movimento-as na tua direcção... estou a desafiar-te neste momento... estou a dizer-te com o corpo que quero mais... quero sentir na pele o teu sadismo... a tua loucura... a tua paixão...
E o chicote responde a esse meu apelo... as minhas costas, as nádegas, as pernas... sofrem a cada chicotada... e os meus dedos continuam a masturbar-me... o meu corpo inicia uma dança de dor, sofrimento, prazer, êxtase... mas eu não quero ainda vir-me...
Puxas um dos meus pés e esfregas o teu sexo nele... está rijo... aproveito e masturbo o teu pénis com ambos os pés... fico fascinada com essa situação e o chicote continua "em ventoinha" percorrendo o meu corpo...
Desafio de novo o teu sadismo:
- Quantas queres que conte? - pergunto...
- Vinte!
A tua voz treme um pouco...
Sem parar de me acariciar, recebo a primeira.
- Uma!...
- Duas!... E outras se seguiram... contava apenas as mais fortes, as que tinham mais impacto no meu corpo... as outras chicotadas eram aliadas dos meus dedos que continuavam a trabalhar entre pernas...
- Dez!... algumas são tão fortes que os meus dedos páram... tenho as nádegas a arder e a latejar... respiro fundo e o meu corpo continua a incentivar-te... as minhas pernas estão ligeiramente apertadas contra a almofada... apenas deixando um pequeno espaço para os dedos estarem à vontade... assim desta maneira, não tardo a chegar a mais um orgasmo... mas só o quero quando sentir que não dá mais para aguentar as chicotadas...
Esqueci da contagem... perguntei quantas faltavam.
-Sete!
Uma conta tão simples e no entanto, tão difícil naquele momento...
-Treze!
-Catorze!... mais umas ligeiras... uma pausa para parar de contar e dedicar-me ao meu sexo... mas tu começas a dar com mais força... tenho que ceder... e a última chegou.
-Vinte!... e o meu orgasmo chegou logo de seguida...
Estou toda dorida... cansada... feliz... Não sei ao certo quantas foram... mas sinto que estás ligeiramente cansado, a tua respiração está mais ou quase tão ofegante quanto a minha... o ar está impregnado de cheiros de orgasmos... desejos e muita excitação... respira-se amor e muita paixão...
Estás preocupado comigo... com cuidado retiras-me as cordas e puxas-me para ti... deitados... juntinhos... Abraças-me fortemente contra o teu peito... beijas a minha testa... os nossos corações batem ainda acelerados... sinto o teu, no meu peito...
- Queres descansar um pouco?
Olho nos teus olhos... sorrio...
- Quero o que tu quiseres...
Apesar do meu cansaço sei que, quando queres, vais buscar ainda algumas forças de dentro de mim... mas não imaginava quanto...
- Coloca-te de joelhos na borda da cama de costas para mim!
Um pouco a custo, as minhas pernas ainda estavam trémulas, obedeço... agarras-me pelas ancas, puxas-me para ti e entras em mim à bruta... e a cada estocada tua, o meu corpo é projectado para a frente... a cada estocada tua, grito... não de dor, mas de prazer... um prazer imenso por me sentir preenchida assim... levantas a minha perna direita e fico ligeiramente de lado... a penetração é diferente... e essa posição me excita ainda mais... alternas movimentos lentos com outros mais fortes... o meu orgasmo está iminente... mas uma das tuas entradas mais fortes projectam o meu corpo de tal forma, que os meus braços cedem... e caio sobre a cama... de imediato voltas a puxar-me para ti e desta vez, levantando a minha perna esquerda, entras com força de novo... sinto o teu suor pingar sobre as minhas costas... grito o teu nome... dou-te a entender que estou prestes a sucumbir à tua força... aceleras o ritmo de vai e vem... empurro o meu corpo para trás... as minhas nádegas ficam coladas a ti... preciso te sentir todo dentro de mim... quero-te assim, todo enterrado em mim... contorço o corpo... gemo... grito o teu nome... e desfaleço perante um novo orgasmo...
Não me dás tempo para me recompor... voltas-me de frente, chegas o meu corpo para trás, seguras as minhas pernas, afastando-as e de novo entras em mim... não estou muito lúcida... não sei quanto tempo estive assim... aberta para ti... mas sei o prazer que sentia... um prazer em crescendo... e sem saber bem como aconteceu... no momento em que estou a viver mais um orgasmo, sinto a força da tua mão sobre o meu pescoço... sufocando-me... sinto-me desfalecer... quase desmaiando... os olhos fecham por momentos... quando voltei a mim estavas ofegante, sorrindo... retribuo o sorriso, falando:
- Adoro quando me fazes isso...
O meu corpo está tão mole... mas tu ainda não te viestes... e voltas a entrar dentro de mim... cada estocada tua empurra o meu corpo ao ponto de ficar com a cabeça pendurada para fora da cama... estou exausta mas pronta para te receber... pronta para te dar mais um orgasmo meu... perco a noção do tempo... grito de prazer ao ser invadida... gemo de dor quando apertas os meus seios com força... o teu suor continua a pingar sobre o meu peito... os meus olhos ardem... a minha boca sente o teu gosto salgado... ahhhh... que tormento... quanta aflição... não sei de onde arrancaste este orgasmo que vivo agora... não sei para onde as minhas forças foram... o meu corpo está dormente...
Puxas-me para dentro da cama...
Agora que sentiste que estou completamente de rastos chegou o teu momento... esse momento que me faz ressuscitar sabe-se lá de onde... esse momento que eu vivo com paixão... o momento em que me vais premiar com o teu orgasmo... e eu estou ali para o receber... completamente alucinada... vidrada no teu rosto... suado... os teus olhos estão bem abertos... as pupilas dilatadas... o teu sexo crescendo cada vez mais dentro de mim... pulsando... e eu estou ali... vivendo... sentindo-te completamente entregue... e algumas palavras saem da minha boca enquanto olho nos teus olhos:
-Fode-me toda!!!... Fode-me como só tu sabes fazer!!!
Agora és tu que estás completamente alucinado... não há nada de racional em ti... tudo em ti é animal... e eu completamente lúcida para te admirar... como eu te amo!!!
Agora és tu que gemes... anunciando algo poderoso que está para vir... enterras com mais força... soltas um gemido mais alto... animalesco... sinto dentro de mim as contracções do teu sexo... são jactos do teu mel que inundam as minhas entranhas... jactos fortes... quentes... poderosos... e o teu corpo desfalece sobre o meu peito... esgotado. Abraço-te emocionada, beijo o teu rosto enquanto as minhas mãos afagam o teu cabelo...
segunda-feira, 3 de março de 2014
Masturbação
Após uma semana em que vivemos um para o outro 24h/24h... foi com uma pontinha de tristeza que me despedi de ti hoje, quando saíste para o serviço... como tu próprio mencionaste perto da hora do almoço... as saudades começaram a manifestar-se ainda nós estávamos juntos... sei que vou aguardar pelo teu regresso muito ansiosa e desejosa de ti... sei também que preciso preparar algumas coisas para que tudo esteja perfeito e de acordo com a tua vontade... e aqui estou eu no meu blogue para mais um desejo teu...
Escrever sobre a minha masturbação... a que tu ordenaste à meia hora atrás... não vai ser difícil pois ainda estou sentindo o meu corpo relaxando e a minha respiração ainda não sossegou... e olhando para trás vejo ainda vestígios sobre a nossa cama, testemunhos e companheiros deste meu momento... a minha coleira, os pregadores e a vergasta... como tu ordenaste...
O tempo ainda está frio lá fora, mas ligando o aquecedor logo a temperatura foi ficando mais agradável... despi-me e coloquei a minha coleira que contém uma pequena corrente com um pregador em cada ponta... o meu coração bate mais forte... deitei-me sobre a cama e apoiei a cabeça nas almofadas... a vergasta está pertinho de mim... fechei os olhos e relembrei aquela vez em que estava assim deitada e tu, sentado na poltrona, ias falando comigo... orientando-me... olhando para mim...
A minha mão deslizou pelos meios seios, acariciando-os... enquanto a outra ia colocando um pregador em cada mamilo... sentindo um arrepio pelo corpo e uma ligeira dor em cada um... procurei relaxar um pouco... continuando a passar a mão pelos seios... um calor dentro de mim... e um calor entre pernas... deslizei a mão pela barriga e coloquei a outra sobre a minha vagina... apertei as coxas para sentir melhor aquela sensação boa que me invadia... a tensão já era muita... afastei ligeiramente as pernas e introduzi os dedos dentro da minha vagina... molhada... quente... o meu corpo começou a acompanhar os movimentos de vai e vem dos meus dedos... como se estivesse a ser penetrada por ti... imagino as estocadas fortes do teu sexo dentro de mim... isso me excita ainda mais... preciso parar um pouco... retiro os dedos e levou-os à boca... um por um... lambendo-os... sorvendo lentamente o sabor do meu corpo... procuro a vergasta... dou pequenos toques sobre a zona pélvica... contorço o corpo... vou roçando-a pelos lábios da vagina enquanto os meus dedos humedecidos começam a acariciar o meu clitóris... com movimentos suaves... a minha vontade era acelerar e provocar rápido o meu orgasmo... mas não quero... acalmo um pouco a respiração... ahhhh... penso em ti... como desejaria ter-te aqui do meu lado agora... a vergasta substitui os meus dedos... devagarinho passo-a pelo clitóris... como se a tua mão a segurasse e controlasse os seus movimentos... o meu corpo continua a contorcer-se... preciso retirar os pregadores... um de cada vez como gostas... puxando devagarinho... aperto as coxas com força... segurando a vergasta com elas... solto um gemido... e outro... dói um pouco... os mamilos estão doridos... mas o desejo e a excitação aumentaram... volto a molhar os dedos com a minha saliva e acaricio o clitóris... está pulsando... inchado... fricciono-o e aos poucos aumento o ritmo... sinto um prazer imenso... um prazer que percorre cada pedacinho do meu corpo... acelero mais o ritmo... deliro... gemo... chamo por ti... Ahhhh... o meu corpo entra em convulsão... e a explosão chega... este meu orgasmo é teu... todo teu...
Ao escrever estou a reviver sensações que despertam em mim desejos... de novo... espero que ao leres sintas como se estivesses estado a meu lado... que te sintas amado e ao mesmo tempo excitado...
Aguardo ansiosa pelo teu regresso...
Amo-te!
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