quinta-feira, 28 de agosto de 2014

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

sábado, 16 de agosto de 2014

A carne é fraca...

O que falar quando um Dom abusa e se aproveita de uma submissa?

Bom... foi mesmo o que se passou connosco durante mais uma sessão...
Já o meu corpo ardia por fora com as chicotadas e cinturadas e as minhas entranhas ardiam por dentro com o prazer sentido quando, já de quatro, me penetras com força...
Enquanto investias impetuosamente dentro de mim... choviam chicotadas nas minhas costas e palmadas nas minhas nádegas... o meu corpo era projectado para a frente mas de imediato empurrava o meu corpo para trás... queria-te todo dentro de mim... não queria me afastar daquele prazer... a carne é fraca e a vontade de ter o meu orgasmo era enorme... e o prazer era tanto que já nem  sentia as chicotadas nem as palmadas... nem mesmo quanto despejaste uma enorme quantidade de cera sobre as costas... nem isso inibiu a minha excitação... parou a minha dança ou calou os meus gemidos...
Sim... aproveitas-te de mim... aproveitaste o facto de eu estar insana... delirando... para abusares de mim...
E eu fui obrigada a permitir esse abuso da tua parte e a aproveitar... Ahhhh... sim... como não aproveitar esse abuso???
A dor já não era mais dor... era tudo o que eu mais queria... sentir-te a cavalgar em cima de mim... segurares e puxares o meu cabelo como se puxa a crina de um cavalo...
O prazer em ser cavalgada é incrivelmente inexplicável... é poesia em movimento... as tuas batidas e investidas ao invés de refrear o meu prazer instigava-o cada vez mais... uma cavalgada alucinante... esgotante... extenuante... mas deliciosamente prazerosa... Ahhh... não relinchei mas gritei bem alto... gritei até ficar sem ar... gritei todas as emoções sentidas... gritei com todas as minhas forças quando por fim fui forçada a um orgasmo soberbo... e as forças extinguiram-se... os braços cederam e cai para o lado...
Impossível resistir a este abuso... e não adorar!!!



quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Minha rebeldia...



Por vezes a minha rebeldia é um velado pedido de socorro
Naquele momento preciso me sentir um pouco mais tua...
Um pouco mais submissa...


quinta-feira, 31 de julho de 2014

Necessidade de uma sessão (2ª Parte)




Terminada a pequena pausa beijas-me a boca... um beijo cheio de carinho... terno e apaixonado... aproximas-te do meu ouvido e a tua voz quente provoca-me arrepios... contorço o corpo... fecho as pernas comprimindo a vagina... procuro me afastar dessa voz mas tu agarras-me pelos cabelos imobilizando-me a cabeça... a tua língua percorre o meu ouvido deixando-me louca... a tua voz continua invadindo o meu ser... começo a arfar... a gemer...
- Vira-te de quatro e chupa!!!
De joelhos sobre a cama tenho o teu sexo à minha mercê... agarro-o com as duas mãos... quero senti-lo primeiro... lamber e beijar... empurras a minha cabeça na sua direcção...
- Engole-o!!!
Abro a boca e entras à força... e por alguns momentos fico assim... retendo a respiração e a senti-lo na sua plenitude... depois vieram os movimentos de vai e vem... com sofreguidão... e eu ávida pelo teu sexo... excitada por ser assim forçada... invadida... penetrada...
- Vira-te!
Não me fiz de rogada... apesar de estar a adorar o teu sexo na minha boca... vou adorar ainda mais sentir a minha vagina a ser penetrada... Agarras-me pela cintura e invades as minhas entranhas... enfio a cabeça numa almofada... sai um grito abafado... e outro e mais outro a cada estocada tua...
Puxas-me a cabeça para trás ao mesmo tempo que me dás fortes palmadas no rabo...
- Quero ouvir os teus gritos!!!
- Grita para mim!!!
Aceleras o ritmo... o meu sexo escorre... as nádegas ardem... as pernas tremem... gemidos misturam-se com gritos alucinantes... o meu corpo é projectado para frente com as tuas estocadas mais fortes... o teu suor pinga sobre as minhas costas... assim... não páres... estou quase a vir-me...
O teu vai e vem continua... os meus gemidos e tremores anunciam a chegada do meu orgasmo... pressionas os meus rins e com a outra mão apertas o meu pescoço puxando-o para trás... um grito é sufocado... não consigo respirar... fico sem forças nos braços e nas pernas... sinto-me a desfalecer... largas-me o pescoço e caio prostrada sobre a cama... os últimos espasmos desvanecem...
Ainda a  recuperar de toda aquela tenção e cansaço... voltas-me de barriga para cima e puxas-me as pernas para fora da cama... pareço uma marioneta nas tuas mãos... não tenho forças...
Ajoelhas-te no chão e mergulhas entre as minhas pernas... os teus dedos procuram  e expõem o meu clitóris... sorves o meu mel ao mesmo tempo que enfias a língua dentro da minha vagina... ainda quente e molhada do meu orgasmo... é um prazer tão grande quando a tua língua me penetra assim... a tua saliva mistura-se ao meu mel... completamente encharcada... a tua língua entra e sai... Ahhh...  entra e sai...
Substituis a língua pelos teus dedos e começas a lamber o clitóris... mordes devagarinho e chupas... sinto-me a reviver de novo... calafrios surgem... a pele fica arrepiada de prazer... vontade de te agarrar a cabeça e empurrá-la contra o meu clitóris... senti-lo todo dentro da tua boca... assim... como tu fazes comigo quando penetras a minha boca com o teu sexo... prazer e loucura... gemidos e gritos... palavras sem nexo... e essa tua boca que não pára... essa tua língua que alimenta o meu prazer e a minha insanidade... me faz perder a compostura... movimento os quadris... contorço-me... serpenteio o corpo... como fêmea no cio... os meus gemidos cada vez mais altos... estás a levar-me à loucura... a um novo orgasmo... sinto-o cada vez mais próximo... aflição... emoção... sei lá...
Um desespero total quando ele chega... esperneio mas as tuas mãos agarram-me as pernas... completamente arrasada por este brutal orgasmo vou perdendo as forças... o coração parece querer rasgar o peito de tanto que bate...
E sem forças continuo quando vens para cima de mim e me penetras... o teu orgasmo será uma dádiva... levantas-me as pernas... as tuas investidas sacodem o meu corpo... apesar de estar muito molhada dá perfeitamente para sentir o teu sexo dentro de mim... inchado e pulsante... olho para ti e sorrio... os teus olhos brilham tanto... o teu suor cai sobre os meus olhos misturando-se com algumas lágrimas minhas de emoção... cai sobre a minha boca que o recebe entreaberta... vem para mim... assim... não páres... vem... quero sentir o jorrar do teu mel dentro de mim...
O teu sexo começa a latejar cada vez mais rápido... sinto-o tão bem...
A expressão do teu rosto, as tuas investidas e gemidos  dizem-me que o teu orgasmo vai chegar...
Um orgasmo brutal que me inunda por dentro e me preenche de amor e felicidade...
Sorrimos os dois... extenuados...
Amo-te!

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Em tuas mãos


sexta-feira, 18 de julho de 2014

Necessidade de uma sessão (1ª Parte)

Ambos temos noção de que este mês é muito complicado encontrar um horário em que a casa esteja vazia,  para as nossas sessões ...
Ontem, em conversa, e depois de eu ter demonstrado necessidade em ser "castigada"... marcámos uma sessão para o meio-dia de hoje e a terminar às 14 horas... 
Estas sessões vêm complementar a nossa vida sexual e eu confesso que as aprecio cada vez mais... e sinto falta quando ficam mais espaçadas. São períodos muitos libertadores para mim onde posso extravasar todas as minhas emoções sem precisar controlar um grito ou um gemido e onde a minha entrega é total... 
Meio- dia
Fomos para o quarto... preparei a cama, deitei-me de lado e fiquei a olhar para ti enquanto colocavas os "brinquedos" em cima da cama...
- Despe-te, fica de joelhos, coloca a venda e estende os braços!
Assim fiz... depois de me atares os pulsos mandaste-me deitar de costas para cima... afastaste-me as pernas e prendeste os tornozelos a cada lado da cama...
Aproximaste-te para um beijo e encostaste o teu sexo à minha boca.
- Engole-o todo!
É um prazer sentir a minha boca invadida assim... senti-lo rijo... sentir os seus contornos... as suas veias salientes... sentir o teu sexo em movimentos de vai e vem... entrando cada vez mais fundo... sentir os teus testículos baterem no meu rosto... e eu salivando... chorando a cada engasgo... querendo respirar e não conseguir... 
Ofegante, de boca aberta... salivando... Parecia um peixe fora de água quando retiraste o teu sexo... 
Senti as pontas do chicote deslizando sobre as minhas nádegas... carícias que me fazem vibrar e desejar carícias mais intensas...
E elas chegam... no início o meu corpo estremece com o impacto das chicotadas fortes sobre as costas e nádegas... mas depois... Ahhh... depois o meu corpo dança... no mesmo compasso...
Empino as nádegas quando sinto o vibrador... a minha vagina recebe-o com prazer... e a cada chicotada contrai-se  apertando-o... sentindo-me ainda mais preenchida... e o meu corpo continua dançando... serpenteando as nádegas e fazendo movimentos de vai e vem... entro em sintonia com o vibrador e o chicote que continua viajando pelo meu corpo... estimulada por dentro e por fora... cada vez mais excitada...
O chicote pára mas continuo envolvida com o vibrador... até sentir vela quente sobre as minhas costas... braços... nádegas... alguns pingos fazem-me abrandar... talvez porque algumas zonas são mais sensíveis ao calor... mas como vais alternando as zonas... não "esfrio"... logo... logo... entro no ritmo... de novo...
A minha pele ainda está quente quando sinto a ventoínha do chicote retirando a vela seca... o vento sabe bem... e atenua um pouquinho o ardor provocado pelas pontas do chicote... Continuo a ser estimulada com o vibrador... e o meu corpo continua a dançar...
Páras por alguns momentos... retiras o vibrador... amuo um pouco... e logo de seguida solto um grito quando me sinto penetrada à força... entras em mim com tanta impetuosidade que sou projectada para a frente e sinto um esticão nos tornozelos... agarro-me à almofada e abafo mais um grito... sinto o teu sexo entrar e sair à bruta... a minha vagina está completamente encharcada... assim... penetrada desta forma vou vir-me... quero mais... preciso dessa tua força dentro de mim... quero mais... gemo cada vez mais alto... arrepios percorrem a minha espinha... o meu corpo estremece... não de frio mas de prazer... o meu orgasmo está eminente... e de repente tudo pára... sais de dentro de mim deixando-me à beira de um orgasmo... sem forças... ofegante... 
Acaricias-me o sexo com o chicote... não reajo... estou triste e ao mesmo tempo desesperada... 
Deslizas o chicote pelo meu corpo... e vertes uma grande quantidade de cera sobre as minhas costas... arqueio os ombros e sinto aquela placa de cera estalar como se fosse uma pele... esperneio ao sentir pingos sobre os braços e pernas... cada pingo uma picada... respiro fundo e relaxo o corpo... 
Sou de novo convidada para dançar... não consigo resistir ao passar do chicote de novo sobre o meu sexo... as minhas nádegas movimentam-se para cima e para baixo... lentamente... sentindo a música e as carícias... 
- Dança para mim!!!
Estimulada de novo pelo vibrador e ao mesmo tempo recebendo chicotadas fortes nas minhas costas e nádegas... a mente cada vez mais vazia... sinto-me invadida pela dor e pelo prazer... uma amálgama de sensações díspares e ao mesmo tempo excitantes... deliciosas... dor e prazer separados por fracções de segundos... e ao mesmo tempo em sintonia... impossível resistir a este ritmo alucinante...
- Dança!!! Mostra quanto prazer o teu Senhor te dá!!!
- Isso! Dança para mim!!!
E  meu corpo dança... uma dança sensual... movimentos lentos, outros mais rápidos... mas sempre respondendo ao teu ritmo... 
Em momentos assim eu perco a razão... a minha insanidade deve brotar de cada poro meu... mas esta minha insanidade me dá prazeres únicos... sem pensar sinto-me viva! Sinto vida por dentro e por fora...
Não tenho mais controlo em mim... estou livre para sentir apenas...
E o meu corpo continua a sentir a música... cada toque um gemido... um levantar de ancas... um serpentear do tronco... Ahhh... como eu gosto de sentir a tua música...
Diminuis o ritmo e aos poucos o meu corpo acalma... a respiração continua bem acelerada...
Deslizas a tua mão sobre a minha perna... agarras no meu pé e começas a fazer cócegas... É uma tortura que me arranca gargalhadas... 
- Vamos fumar um cigarro?

(Fim da 1ª parte)






domingo, 13 de julho de 2014

Vamos pintar?



Vamos pintar... Senhor Paulo Rodrigues?

sexta-feira, 11 de julho de 2014

A teus pés...


sexta-feira, 27 de junho de 2014

Saudade



Estamos afastados desde as 22:45... as saudades afloram e a nostalgia é minha companheira esta noite.
Apesar de estares a trabalhar sempre que for possível poderei ouvir a tua voz ou então estaremos a escrever um para o outro. A tua ausência ainda me consome. Ficar longe de ti incomoda.
A saudade dói... fica uma angústia e um aperto no peito.
Dia 19 deste mês faz 17 meses que estamos casados  e o facto de  pensarmos no início que o pouco tempo que estivéssemos afastados,  por razões profissionais, seria bem aceite o que é certo é que esta separação a que a vida nos obriga não é assim tão fácil quanto isso. Fica sempre um vazio e uma pontinha de tristeza quando sais... é uma  parte de mim que levas contigo e só voltarei a ficar completa aquando do teu regresso.
Regresso esse que fico aguardando com muita ansiedade.

domingo, 22 de junho de 2014

Fantasia


sexta-feira, 20 de junho de 2014

quinta-feira, 19 de junho de 2014

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Saudades tuas


A minha escrita hoje é muito diferente do que tem sido desde que o teu amor me inspirou e incentivou a escrever neste espaço. Aqui, ao reler situações nossas,  estou a reviver e a sentir cada momento. Os sentidos despertam no silêncio da noite... o coração bate mais forte, a saudade e a emoção invadem o meu ser. São momentos que a minha memória guarda e o meu coração afaga. Entre nós os desejos não precisam de razão, nem os sentimentos de motivos...
A cada dia descobrimos coisas novas. Somos confrontados com coisas boas e coisas más. As coisas boas... são boas... o pior é que, por vezes, não sabemos lidar com as coisas más. Sabemos que elas fazem parte de um relacionamento a dois. Somos pessoas distintas, formas de pensar e sentir diferentes. Mesmo inconscientemente, quando nos apercebemos, já  estamos a dar muita importância às poucas coisas más e pouca atenção às muitas coisas boas que existem no outro e entre nós.... Queremos ser perfeitos mas temos consciência da nossa constante imperfeição. Erramos em atitudes e juízos. Mas errar é inerente à nossa condição humana. Quando erramos sentimos que falhámos. Mais importante que  tentar justificar qualquer erro é procurar não  cometer o mesmo erro de novo.
Como em tudo entre nós, recebemos sempre em dobro o que damos ao outro. Alegrias e tristezas. Queremos sempre alimentar a felicidade e o bem estar do outro mas nem sempre o conseguimos.
Quando surge alguma situação desagradável para mim parece que sou invadida por toda a dor do mundo  nesse instante, porque ela é minha, é real e é única. Quando a partilho contigo é aceite e compreendida... mesmo que eu não a aceite e não saiba lidar com essa dor. Essa dor dói no peito... vem acompanhada de insegurança, tristeza, desilusão e dúvidas... dúvidas por que naquele momento não me sinto tão importante ou tão especial para ti. 
Muitas vezes no dia a dia as coisas não acontecem de acordo com as nossas expectativas ou  as pessoas não agem de acordo com o que esperamos delas em determinadas situações. Sentimos que falham e nos fazem sofrer provocando em nós decepção. Para evitar este sentimento não podemos criar demasiadas expectativas e há que aceitar as pessoas como elas são. Com virtudes e defeitos, tal como eu. Há que saber ser flexível e encarar a realidade. Podemos sofrer ainda, algumas vezes,  ao longo da vida,  mas está nas nossas mãos evitar muitas situações desagradáveis para ambos...





segunda-feira, 16 de junho de 2014

domingo, 15 de junho de 2014

Por telefone...



As noites em que estás de serviço são bastante complicadas para nós...
Não posso adormecer nos teus braços como sempre faço... e não existe o acordar do teu lado... a cama, cúmplice da nossa paixão, fica vazia  noite após noite,  vazia de nós... nada faz sentido se não for a dois...
Prefiro ficar na sala, perto do computador onde podemos falar de vez em quando, e deitar no sofá quando necessito... ou quando me mandas ir para lá... A tua ausência dói... e a saudade grita no silêncio da noite... saudade do teu cheiro... saudade da tua voz, do teu riso... saudade do teu toque, dos teus carinhos... saudade do teu abraço forte... saudade dos teus beijos... saudade do calor do teu corpo... saudade dos teus desejos e luxúria... preciso de ti... 
E o telefone toca...
- Masturba-te!!!
- Mete dois dedos dentro do teu  sexo e masturba-te!!! Imagina-me do teu lado, sente a minha mão. Quero ouvir-te dizer o quando é bom sentires na tua boca o sabor do teu mel.
Pensar em ti já me deixa molhada... a tua voz excita-me ainda mais... incendeia-me os sentidos... o desejo é muito... e os meus dedos entram fundo dentro de mim... 
Preciso me fixar na tua voz e nas tuas ordens... libertar a mente e mergulhar nesta espécie de sonho induzido pelas tuas palavras quentes e lascivas... tal como o vento nos traz a brisa do mar assim a tua voz traz para mim o teu cheiro... respiro fundo... arrepios percorrem o meu ser... e os meus dedos continuam dentro de mim... um vai e vem frenético... falas que as tuas mãos fazem pressão nas minhas costas ao mesmo tempo que entras em mim à força... os meus dedos são os teus dedos... o coração dispara... e os movimentos aceleram... falas como se estivesses aqui do meu lado sussurrando no meu ouvido... preciso tanto de te sentir... e sinto... Ahhh como te sinto aqui do meu lado, dentro de mim... e as tuas palavras fazem-me entrar em transe... sinto cada contracção da minha vagina... e o teu sexo pulsando... entrando e saindo... a cada investida tua os meus dedos entram mais fundo... giram e remexem as entranhas... deslizam para dentro e para fora... respiração ofegante... gemidos meus... nossos... e o meu sexo  palpitando... fervendo...  pedindo mais... mais força... essa tua força que me deixa insana... essa tua voz que me embriaga... 
Deslizo os dedos para fora... sinto o clitóris inchado... latejante... desejoso por ser tocado... friccionado... 
Movimento os quadris acompanhando o ritmo dos meus dedos... e o ritmo acelera... e os meus gemidos são um prenúncio... a tua voz rouca transporta desejo e paixão... uma vontade enorme de me penetrares... à força... com força... com força... fundo e mais fundo... e o meu corpo entra em convulsão... ondas de calor e arrepios... e o teu sexo cada vez mais rijo... e a minha explosão chega num atropelo de emoções...
A seguir... a seguir o corpo relaxa e a respiração acalma um pouco...
A seguir levo à boca o sabor do meu corpo e falo para ti o quanto isso me agrada...


sábado, 14 de junho de 2014

Pensando... vivendo...



Imaginando...
A tua língua quente e húmida
Maliciosa e insinuosa
Percorrendo sinuosos recantos meus
Brincando e sugando... degustando
Conspirando contra a minha sanidade
Arrancando gemidos contidos
E eu delirando... escorrendo
Saciando tua sede...





Dominada 
Inebriada 
Entorpecida



quinta-feira, 12 de junho de 2014

E assim me leva a vida...

"E assim se vive a vida...cada dia...cada dia após cada dia. Procura-se, perde-se os sentidos desejados, perde-se amor, quando existe, sonha-se, pouco...sonha-se em tons de cinzento, sonha-se nada...sobre nada.

E assim morremos pouco a pouco...como se um bicho nos comesse por dentro até chegar à alma...sim porque se morre pela alma e não por o coração. Morre-se por não se viver, por não se arriscar em tonalidades cromáticas e dissonantes da vida...vive-se num estado vegetativo de morte...de morte quase lenta...

E as lágrimas inevitavelmente caem pela tristeza de não sermos o que desejámos ser, pela melancolia dos sonhos de criança continuarem a ser sonhos de criança...pela incapacidade de nos abraçarmos de nos entendermos por dentro, de nos sentirmos por dentro...E assim se vive sem sabor a sal...sem entender que os mares todos são diferentes...que os mares são como sorrisos...temos os olhos cheios de cegueira...cheios de medo de ver as muitas cores...temos medo de viver...de viver por nós, para nós. E por isso largamo-nos à mediocridade...a um sentir leve...a um viver morno.E assim se vive uma vida não destinada à vida mas à morte."
- Sebastião Campos -


Por isso Paulo Dominous Jorge... te agarro hoje o corpo e te beijo com beijos de fogo...por isso te sussurro poesias de sal para te temperar a alma...por isso te consumo porque me consumo, para os teus olhos sorrirem nos meus.
Por isso te amo hoje, por ser hoje, porque o amor é sempre ou nunca...por isso me encarno e me ressuscito em ti, pois só morrendo muitas vezes é que deixamos de ter medo de viver a vida que nos sobra.

E assim me leva a vida em teus braços, e assim se morre nos braços de quem se ama, porque a morte é apenas um pequeno momento de todos os que ressuscitei em ti.

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Um docinho?


quinta-feira, 22 de maio de 2014

Apaixonada...





sexta-feira, 16 de maio de 2014

Uma sessão diferente

Durante a nossa conversa ao longo da tarde sugeri usar o chicote em mim enquanto falássemos por telemóvel... A ideia agradou-te muito e acrescentaste outros pormenores... 
Marcámos para as 21 horas... 
Estava ansiosa por ouvir a tua voz... ansiosa para ouvir-te contar as chicotadas que daria em mim... desejosa para ter o prazer de te proporcionar momentos de prazer... 
Esta ansiedade era partilhada por ambos... cada um com as suas razões.
É muito bom saber que poderei te proporcionar prazeres que tanto adoras... Mas também estava muito nervosa porque seria a minha primeira vez...  tinha a noção que as chicotadas seriam fortes... Isso não me assustava... teria  a tua voz a comandar e a controlar os meus movimentos...  eu apenas seria uma extensão tua... pronta a saciar os teus desejos e vontades...
E a hora chegou... finalmente...
Às 21 horas estava de pé sobre a cama... nua... com as pernas afastadas... tornozelos nas argolas laterais da cama... o chicote... oito molas... e liguei...
Do outro lado chegou a tua voz aparentemente calma... conversámos um pouquinho e de seguida liguei o altifalante e coloquei o telemóvel sobre a cama... assim ouvias-me bem e eu perfeitamente as tuas ordens...
E elas chegaram...
Comecei por acariciar o meu sexo... devagarinho... enquanto a outra mão acariciava os seios...  acariciei as coxas... a barriga... muito nervosa por estar a acariciar o meu corpo... apesar de continuar a ser uma situação estranha e não estar muito à vontade... continuei a respeitar as tuas ordens... fechei os olhos e imaginei-te ali e que eras tu naquele momento a acariciar-me...
Chegou a vez das molas... coloquei três  na parte interior de cada perna e uma em cada mamilo... a minha mão tremeu várias vezes... e soltei alguns gemidos de dor... sobretudo nas pernas... 
A próxima ordem era chicotear suavemente o corpo... apenas para o aquecer... primeiro à frente e depois atrás... as minhas pernas tremiam e atrapalhei-me algumas vezes... duas ou três estalaram bem alto... Parei conforme teu desejo... para me masturbar... lentamente o meu clitóris foi estimulado... a minha vagina estava húmida o que facilitou  a introdução dos dedos... fui alternando o clitóris com a vagina... movimentos mais acelerados... outros mais suaves... não paravas de me incentivar a fazer tudo como querias... os meus gemidos chegavam até ti... impregnados de desejo e excitação...
- Pára! Agora vais dar dez chicotadas suaves sobre o teu sexo enquanto eu conto!
Refilei um pouco mas obedeci... as pontas do chicote fugiam de vez em quando para as pernas... respirava bem fundo quando isso acontecia mas continuava...
- Agora passa o chicote pela vagina!
Agarrado por ambas as mãos passei-o entre as pernas e puxei-o para cima... pressionei-o e friccionei-o ao longo do meu sexo em movimentos alternados... enquanto ele ia deslizando eu suspirava... não era só a tua voz que estava presente... sentia a tua presença... sentia o teu cheiro... e de olhos cerrados entreguei-me às delícias que o chicote provocava em mim... 
O teu tom de voz passou a ser diferente nas próximas ordens...
- Agora dás mais dez chicotadas no corpo! Só vou contar as que conseguir ouvir deste lado.
As minhas pernas tremiam a cada chicotada... é muito diferente seres tu a fazê-lo... sabes onde dar... o meu nervosismo fez com que desse duas bem fortes no meio das costas... doeram... 
Tive permissão para me masturbar de novo...  e puxar uma mola de cada perna enquanto o fazia... os meus gemidos de prazer eram interrompidos por gemidos tipo... Auuuu... quando puxava cada mola...
Agora seriam mais dez chicotadas sobre a vagina... desta vez mais fortes... estremecia a cada uma...  tentar controlar o chicote e manter o equilíbrio sobre a cama não estava a ser fácil... gritei quando uma delas atingiu a minha perna... 
De novo veio a permissão para me masturbar e puxar mais duas molas... cada puxão era um grito... mas estava a adorar a minha masturbação...
Mais dez chicotadas na parte de trás do corpo... com toda a força que conseguisse... Ahhh... as pontas do chicote faziam formigar as minhas nádegas... os meus gemidos vibravam em ti... a tua voz vibrava a cada chicotada contada... e isso me excitava cada vez mais...
- Agora vais puxar as outras molas enquanto te masturbas!
- Isso!
Eu assim fiz... Puxei as últimas molas das pernas... desta vez não doeu tanto e estava tão animada a masturbar-me que deixei de ouvir-te...
Apenas uma frase tua me trouxe de volta...
-Pára!!!
- Chicoteia o sexo agora! Vou contar até dez!
Dor e prazer se misturaram neste momento... o meu sexo estava bastante quente... o meu interior húmido e latejante...
- Tira as molas do peito!
Os mamilos estavam dormentes e doridos... acariciei-os suavemente... lembrei a doçura da tua boca sobre eles e desejei-a naquele momento... suspirei só de te imaginar ali...
Continuava nervosa... não sabia quando as chicotadas iam parar... mas queria muito satisfazer as tuas vontades... o facto de estar a conseguir até agora deixo-me muito feliz... feliz por te dar  e sentir que estás feliz em receber...
- Agora vais dar com o chicote nas tuas nádegas! Quero ouvi-las bem!
Respirei fundo de novo... as chicotadas fortes e seguidas... fizeram as minhas pernas ceder e o meu corpo ardia...
Respirei fundo com a última... passei a mão pelas nádegas... escaldavam... e esperei em silêncio a tua próxima ordem...
- Masturba-te!!!!
- Vais vir-te assim para mim!!!
Masturbar-me de pé para atingir um orgasmo com as minhas pernas a tremerem... estava complicado...
- Posso deitar-me?...
- Não!!! Vais dar-me o teu orgasmo assim, de pé!!! É uma ordem!!!
Continuei a estimular-me... dedos friccionando o clitóris e outros dentro da vagina... a tua voz continuava a incentivar-me... e os meus movimentos eram cada vez mais rápidos... ondas de calor percorriam-me por dentro... arrepios pela espinha... os meus gemidos eram cada vez mais altos e seguidos... anunciando a proximidade de um orgasmo... os meus joelhos estavam um pouco flectidos para não perder o equilíbrio... e o meu orgasmo chegou avassalador me fazendo ficar prostrada de joelhos...  mãos apoiadas sobre a cama e de cabeça baixa... o meu corpo ainda tremia... assim que a respiração sossegou deixei-me deslizar até ficar deitada de lado com o telemóvel perto de mim... de olhos fechados abracei a tua voz... abracei a tua almofada...
Estava feliz por te sentir feliz... por termos vivido juntos este momento, apesar da distância.
Feliz por ser usada por ti, em qualquer circunstância ou lugar... feliz porque o meu corpo é uma fonte de prazer para ti...
Senti-me realizada por ser um prolongamento teu, ter conseguido me movimentar ao teu ritmo e ao teu gosto...
E muito emocionada... sempre emocionada quando vivo algo tão especial pela primeira vez..
E esta tarde foi especial... também...
Amo-te!


terça-feira, 13 de maio de 2014

Desejos meus... 1ª parte

Por mais que eu tente explicar acredito que seja um pouquinho difícil tu compreenderes o que sinto e como me sinto... amando o teu corpo...


Disseste para dar asas à minha imaginação... o teu corpo me pertence da mesma forma que o meu te pertence também... Sou submissa e masoquista? Sou... hoje eu assumo o que sou mais uma vez perante ti. Ainda me estou a descobrir mas sempre que tenho a certeza de algo eu falo para ti. Assumo que sou submissa e masoquista com muito prazer e muito orgulho. Características que eu desconhecia mas com a tua ajuda e paciência aprendi a compreender, a aceitar e a viver com intensidade essa minha essência. 
E tu sempre me incentivaste a dar o primeiro passo quando sentia vontade de algo... e um dos meus grandes prazeres é servir-te... amando o teu corpo... sem qualquer imposição tua... e ter o teu corpo ali deitado na cama... à minha disposição... dar-te prazeres e sentir e viver esses prazeres com se fossem meus... é algo que eu desfruto com muito amor, paixão e emoção... e que me excita muito...
E nesta tarde eu daria asas à minha imaginação... 
Por pudor, vergonha, timidez... pedi para te colocar um lenço nos olhos... Adoro olhar para eles mas não ia ter coragem para avançar sabendo ser observada por ti... pelo menos no início... e, se possível, mantivesses as tuas mãos quietas... quando me tocas perco a noção do tempo, perco a noção de mim... e eu queria estar muito atenta a todas as tuas reacções...  vivo deslumbrada com certas reacções do teu corpo...
E assim... deitado de costas... vendado... braços afastados... tinha o teu corpo à minha disposição para me lambuzar nos teus prazeres...
Comecei por beijar a tua boca... chupei e mordi a tua língua... recebi a tua língua em movimentos de vai e vem da mesma forma que o meu sexo recebe o teu... vibro quando me penetras desta forma...
Deslizei pelo teu peito... mordi um mamilo... gemeste... sentia o teu sexo rígido contra a minha barriga... fui descendo e o teu pénis surgiu... imponente e vibrante... excitado... e eu fascinada perante aquela visão... não lhe toquei com a boca... embora fosse essa a minha vontade e eu já salivasse... afastei-o ligeiramente de um lado ou para outro para poder beijar, morder, lamber as tuas virilhas... adoro estar metida entre as tuas coxas... me lambuzando com a minha saliva... lambendo as virilhas de uma ponta à outra... lambendo os teus testículos... puxar devagarinho o teu pénis e beijar aquela zona entre os testículos e a base do teu sexo... sentir o teu corpo vibrar e o teu sexo latejar  a cada lambedela... Ahhh... o quanto isso me dá prazer...
Verto um pouco de óleo sobre o teu pénis... olho deslumbrada a forma como ele escorre... a pele esticada... as veias salientes... começo por friccionar a cabeça do teu sexo... devagarinho... para depois o masturbar com as minhas mãos... e depois com a minha boca... levanto o olhar... noto a respiração acelerada pelo arquear do teu peito... a minha boca saliva... instintivamente ela saliva perante o teu pénis... da mesma forma que o meu sexo fica molhado...
Deslizo para cima do teu sexo... sentada de frente para ti... com a ajuda da minha mão  encaminho o teu pénis contra o meu ânus... enquanto te apercebes das minhas intenções, eu procuro coragem para o fazer... 
Sexo anal não é uma prática muito comum entre nós... sei o quanto aprecias e ambos sabemos o quanto isso mexe negativamente comigo... 
Eu chamo-lhe fobia de sexo anal... é a única expressão que mais se aproxima da minha maneira de encarar o sexo anal... seja por motivos de educação, tabu ou porque a única experiência, antes de te conhecer, ter sido tão dolorosa e traumatizante... o que é certo é que os sintomas são de uma fobia sempre que penso que vou ter que passar por essa situação de novo...
Também sei que descobri prazer nele quando o fiz contigo... poucas vezes, mas senti... por isso não quero abdicar desse tipo de sexo... não seria justo para nós... sei que com a tua ajuda podemos retirar muito prazer dele... mas sei também que  tenho que superar este meu medo... sempre falaste  que descobertas nesta área serão sempre boas... por isso eu quero me permitir a essas descobertas...
E embrenhada nestes pensamentos, a melhor maneira de enfrentar esta fobia é ser eu própria a penetrar-me...
Com cuidado e mais calma, fui introduzindo devagarinho o teu pénis... precisei relaxar para não custar a entrar... doeu só um pouquinho... tu movimentaste o teu corpo contra o meu... e o teu sexo entrou todo dentro de mim... parei por alguns instantes... senti o teu sexo pulsar... movimentei os meus quadris para ajudar na penetração... as tuas mãos seguravam as minhas ancas... não forçavas... apenas acompanhavas o meu corpo... e assim... durante um tempo... voltei a sentir aquele prazer que sentira outras vezes... os movimentos de vai e vem eram suaves... a minha vagina roçava em ti, excitando-me também... as minhas mãos sobre as tuas ancas... o teu corpo arqueava... ao sabor do meu.... gemíamos... um arrepio na espinha... um calor invadindo o meu interior... mas não estava suficientemente entregue... o medo tomou posse de mim de novo... contrai o ânus num reflexo... doeu... não era justo... 
Retirei o teu sexo... retirei o lenço dos teus olhos... beijei-te... falei o quanto te amava... voltei ao teu sexo e beijei-o... meti-o na boca... lambi-o... saí de cima de ti e coloquei-me de quatro... não queria que, por uma fraqueza minha, o encanto daquele momento desaparecesse... queria te sentir entrar em mim à força... que me desses um orgasmo soberbo... e tu... entraste em mim... devolveste-me o prazer que sentia antes... trouxeste de volta os meus arrepios... os meus gemidos... coloquei-te a mão sobre as minhas nádegas... de imediato percebeste o que eu precisava e as palmadas fortes chegaram... o meu corpo era projectado para a frente com a força das tuas investidas... às palmadas seguiram-se as vergastadas... o meu rabo escaldava... ardia... mas o teu sexo dentro de mim levava-me à loucura... impossível sentir dor naquele momento quando outras sensações falavam mais alto... dor não... mas uma excitação em crescendo... as tuas vergastadas coincidiam com as tuas investidas... só te pedia para não parares... gritava de prazer... e o meu orgasmo chegou... brutal como as tuas investidas... brutal como as tuas vergastadas... 
As minhas pernas cederam... e deitaste-te a meu lado... envolvida num abraço teu disseste-me que o teu orgasmo ficaria para logo à noite... 
Combinámos jantar e sair para um café...
Esse café traz mais uma história, mas essa ficará para escrever mais tarde...




quarta-feira, 7 de maio de 2014

Seus desejos


sexta-feira, 2 de maio de 2014

Comportamentos...





Para entender o comportamento sexual individual é necessário ter em conta os processos implicados na sequência que vai desde o estímulo sexual até aos comportamentos da pessoa.Perante o mesmo estímulo cada pessoa vai processar esse facto de forma diferente devido às suas características físicas, aos seus afectos e à maneira de pensar e de sentir, dando origem consequentemente a comportamentos sexuais diferentes.

O que para mim pode ser erótico, para outra pessoa não terá o mesmo significado. Também os afectos relacionais como o desejo e atracção influenciam os nossos comportamentos sexuais. Todos estes factores se misturam e fazem com que os comportamentos sexuais que temos perante determinados estímulos sejam muito variados.

Pelo facto de as pessoas não vivenciarem as suas experiências sexuais da mesma forma, não significa que sejam anormais, antes pelo contrário, significa apenas que não existem duas pessoas iguais e que portanto também ao nível do comportamento sexual as diferenças existem.

O que importa realmente é que permitamos a nós próprios não sermos exactamente iguais a toda a gente e compreender que é sempre possível imaginar outras experiências sexuais.

Bondage e Disciplina (BD)
Dominação e Submissão (DS)
Sadomasoquismo (SM)

Não são mais que comportamentos sexuais... formas diferentes de ser e estar na vida.
Somos pessoas adultas e conscienciosas nas nossas escolhas e como tal respeitamos a liberdade e os gostos de cada um.
É uma dádiva encontrarmos na vida alguém que nos complete a todos os níveis.

Eu encontrei essa pessoa... Paulo Dominous Jorge... As nossas essências se completam!

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Imagens


segunda-feira, 28 de abril de 2014

Imagens




"Quando a boca não consegue dizer o que o coração sente
o melhor é deixar a boca sentir o que o coração diz!
(William Shakespeare)

domingo, 27 de abril de 2014

Delírios...


Adoro amar o teu corpo... adoro senti-lo reagir aos meus toques... aos meus beijos... mordidelas e lambedelas... assim deitado de costas... roçando o meu cabelo pelo teu sexo... senti-lo rijo no meu rosto... deslizando as minhas mãos entre as tuas coxas... e o teu sexo crescendo cada vez mais...
Beijando e lambendo as tuas virilhas deixo um rasto de saliva.... sinto o teu corpo vibrar... soltas alguns gemidos e a tua respiração acelera... uma das tuas mãos segura o meu cabelo enquanto a outra afaga o meu rosto... preparando-o para algumas estaladas que se fazem sentir... umas como carícias...outras mais fortes passando para mim o teu prazer e excitação... agarro o teu sexo e vou dando pequenas lambidelas, bem molhadas, ao longo dele... para cima... para baixo... sinto-o latejar de encontro à minha língua... a saliva escorre da minha boca... levanto ligeiramente a cabeça e procuro os teus olhos... brilham de paixão e prazer... a minha saliva pinga sobre o teu corpo... o meu sexo está molhado também...
- Chupa-o todo!!!
Não o faço de imediato... gosto quando não te obedeço logo... a minha mão segura o teu sexo na base e apenas roço os meus lábios na cabeça... molhando-a cada vez mais...
Recebo um estalo... adoro ser castigada assim... sentir o quando desejas o teu sexo na minha boca...
Lentamente vou abocanhando-o até o ter todo dentro da boca... páro por alguns instantes... sentindo o teu sexo pulsar... recebo as tuas primeiras investidas... empurras a minha cabeça para ele entrar bem fundo... a minha boca está encharcada, a minha respiração mais ofegante... e as tuas investidas são cada vez mais rápidas... sinto-as como se fossem dentro da minha vagina... deliro com estes momentos... quando me forças... quando me guias para teu prazer... afogada no meu prazer... até que não aguento mais e engasgo-me...  páras e de imediato retiro o teu sexo para voltar a respirar...
Descanso sobre o teu corpo com o teu sexo entre os meus seios... entrelaças as pernas sobre os meus quadris... num abraço forte... as minhas mãos por baixo do teu tronco agarram-se aos teus ombros... as tuas mãos pressionando as minhas costas e iniciamos em simultâneo movimentos de vai e vem com os nossos corpos... os meus seios masturbando o teu sexo... Ahhhh... meu prazer deslizando no teu prazer...  gemidos misturados com nossas respirações ofegantes... Ahhhh... as minhas costas arranhadas... as minhas unhas cravadas na tua pele... Ahhhh... quanto desejo... quanta loucura!!!
Os movimentos vão acalmando mas os nossos desejos estão ao rubro... deslizo pelo teu corpo e sento-me entre as tuas pernas... debruço.me e engulo de novo o teu sexo que continua latejando... quero-o bem molhado... passo o teu sexo da minha boca para a minha mão continuando a masturbar-te enquanto coloco o teu pé direito sobre o meio seio e levo o teu pé esquerdo à minha boca... lambo os teus dedos para de seguida meter o dedo grande do teu pé na minha boca... sinto e vivo vários prazeres ao mesmo tempo... movimentas o teu dedo dentro da minha boca da mesma maneira como o fazes com o teu sexo... cada vez mais rápido... cada vez mais fundo enquanto pressionas cada vez mais o meu seio com o outro pé... e eu delicio-me continuando a masturbar-te com a mão...

sábado, 26 de abril de 2014

Opostos


quarta-feira, 23 de abril de 2014

Para nosso prazer...


Aqui me tens... escrevendo...
Desta vez mandaste utilizar o cinto... 
Saí do computador e dirigi-me ao quarto... abri a gaveta e retirei o cinto, olhando de relance para os restantes acessórios, cúmplices de tantos momentos nossos... mas este momento iria vivê-lo sozinha... contigo no pensamento e recordando outros dias, despi-me e deitei-me sobre a cama... 
Coloquei o cinto sobre o meu peito bem juntinho ao meu rosto... como costumas fazer... fechei os olhos para sentir o teu toque e o teu cheiro... deslizei a mão pelo peito... barriga... afastei ligeiramente as pernas e  acariciei-me entre as coxas... devagarinho... enquanto a outra mão acariciava o peito... arrepiei-me... estremeci... rocei o cinto pelos mamilos... endurecem com o toque... continuo a acariciar-me entre pernas... coloco a palma da mão fria sobre o meu sexo quente... aperto as pernas com força... e assim fico por alguns instantes enquanto vou roçando o cinto pelo peito... afasto as pernas e introduzo dois dedos no meu sexo húmido e quente... brinco um pouquinho fazendo movimentos de vai e vem... a minha respiração acelera... respiro fundo... trago o sabor do meu mel à minha boca... e chupo um dedo de cada vez... chupo os dois... o meu sabor mistura-se com a saliva... deslizo o cinto até às coxas... levo os dedos pingando... até ao meu clitóris... lubrificando-o com movimentos circulares... devagarinho... sem pressas... sinto a latejar nos meus dedos... vou alternando do clitóris para a vagina... da vagina para o clitóris... arrepios percorrem o meu corpo que ferve por dentro... movimento os quadris acompanhando o movimento dos dedos... se continuar tenho o meu orgasmo...
Preciso acalmar um pouco... cravo as unhas numa das coxas e abro as pernas completamente... expondo o sexo à primeira cinturada... uma... e as minhas ancas levantam... duas... penso em ti... no quanto me excita te obedecer... três... grito... gemo... e fico assim de pernas abertas sentindo o ardor no meu sexo... dobro o cinto e passo-o sobre o clitóris... para cima e para baixo... as minhas pernas tremem... vou acelerando o movimento enquanto os meus dedos brincam de novo dentro de mim... lembro a tua voz sussurrando no meu ouvido... a tua respiração percorrendo as minhas entranhas... gemo de prazer... afasto o cinto e acelero os movimentos dos meus dedos sobre o clitóris... ahhh.... arqueio o corpo... imagino a tua língua dentro de mim... me penetrando... está quase... este momento é teu... nosso... para teu prazer... nosso prazer... acelero mais... e mais... abrindo mais as pernas e levantado as ancas... o meu corpo estremece... os gemidos acompanham cada movimento de vai e vem dos dedos... ahhhh.... o coração bate cada vez mais forte...  e o meu orgasmo chega... chamando por ti...

terça-feira, 22 de abril de 2014

O que a vida nos ensina???


"Quando achamos que temos todas as respostas
vem a Vida e muda todas as perguntas"
(Luís Fernando Veríssimo)





Para conseguirmos alimentar um relacionamento duradoiro precisamos saber também como lidar e enfrentar algumas crises naturais que esse relacionamento acarreta. Temos que ter em conta que uma relação a dois é uma coisa dinâmica e que as pessoas mudam constantemente e que as crises decorrem desses momentos de mudança que a vida nos apresenta.
Costuma-se dizer...

"Quando achamos que temos todas as respostas, vem a vida e muda todas as perguntas"

No casamento não é diferente. Quando parece que encontramos uma fórmula perfeita para nos relacionarmos com a "tal" pessoa com o mínimo de conflitos, sempre acontece alguma coisa para sacudir e abanar a relação. Havendo maturidade, diálogo e equilíbrio é sempre possível passar e ultrapassar esses momentos de uma forma saudável e construtiva e o relacionamento sai dessas fases menos boas, mais amadurecido, mais completo e mais feliz...



Eu te amo Paulo Dominous!

terça-feira, 15 de abril de 2014

Imagens


quinta-feira, 10 de abril de 2014

Imagens


domingo, 6 de abril de 2014

Diferenças...


Realmente cada situação tem as suas próprias características. E cada pessoa procura enfrentar essas situações da melhor forma possível e da maneira como sabe fazê-lo. O Paulo viu em mim características que eu nem sabia existirem. Eu nem teorias nem estudos tinha sobre o mundo BDSM. Como falei, foi o Paulo que pela primeira vez falou para mim desses mundos. Mas sempre fomos honestos, respeitando as nossas diferenças e a confiança mútua foi crescendo. Eu vivia a minha vida sossegadinha... no meu mundo baunilha.
Claro que o facto de estarmos apaixonados e a fazer planos a dois para o nosso futuro em comum, inibiu-o um pouco em relação à sua sexualidade... Foi-me conquistando aos poucos. Falámos muito sobre BDSM... mas a minha entrada nesse mundo foi muito suave e sempre conduzida pela sua mão. Como ele próprio fala, não podia chegar ao pé de mim e dizer... é isto que eu quero e pretendo de ti a nível sexual... não. Ele teve o cuidado de esclarecer muitas dúvidas minhas, paciência para me explicar muitas coisas... porque realmente eu vivi e continuo a viver e a sentir do lado dele muitas emoções e sensações novas. Para mim tudo tem que ter sempre muita lógica.
Eu preciso entender como e porquê reajo de diversas formas a estímulos diferentes ou, por vezes, muito semelhantes. As reacções nem sempre são iguais. O ambiente ou até o meu estado de espírito na altura podem alterar reacções minhas...
Há coisas que vivo pela primeira vez, há coisas que vivemos ambos pela primeira vez... estamos sempre a aprender um com o outro. O próprio Paulo admite que eu não conheço ainda o suficiente e que ele não sabe tudo. Temos características muito próprias que se adaptam na perfeição e uma dessas características é o sentimento de posse.
Eu quero e sou sua propriedade. É com muito orgulho que exibo a minha coleira na rua, no café, entre familiares, nas compras, etc... mas o Paulo também é minha propriedade. Disso não abrimos mão.
Somos felizes vivendo a vida que temos, da melhor forma possível, não abrindo mão de tudo a que temos direito.


sexta-feira, 4 de abril de 2014

Tu...

Ao Meu Dono e Senhor amado...

O destino cruzou os nossos caminhos através da net, num desses jogos online. Algo em mim despertou a tua atenção. 
Nós apenas trocávamos palavras. As nossas verdades chocaram muitas vezes mas sempre respeitámos a verdade de cada um. Cada verdade de acordo com a vivência de cada um. As horas fluiam sem darmos por elas... Foi através destas nossas longas conversas que, pela primeira vez, falei (escrevi) com uma pessoa directamente ligada ao BDSM. Até então apenas ouvia falar desse mundo mas nunca despertou em mim qualquer tipo de curiosidade. 
Para mim não existiam mundos... apenas o meu mundo, onde me refugiava e criava defesas contra as  forças exteriores. Após um relacionamento falhado, reaprendi a gostar de mim e da mulher que existia dentro de mim. Sempre passei para o exterior aquilo que queria passar. Não permitia que alguém invadisse esse meu mundo. E assim vivi durante alguns anos,  lutando muito mas vivendo feliz e despreocupada. Vivi algumas dores mas vivi-as sozinha... ninguém merecia aceder aos meus sentimentos, que sempre ficaram resguardados. Era tida como uma mulher forte, lutadora, determinada, alegre. Isenta de sentimentos, como referiam algumas pessoas. Mas isso não me importava. 
Tu foste a primeira pessoa a falar de dois mundos para mim... o meu (baunilha) e o teu (bdsm). Mas criou-se uma ponte entre esses dois mundos. 
As conversas continuavam a ser interessantes e os nossos debates mais ainda... 
Até que um dia me falaste que estavas apaixonado por mim... Que te tinhas apaixonado pelo meu riso quando falamos pela primeira vez no Skype... Claro que isso me fez muita confusão... não me conhecias... apenas lias o que eu escrevia e tinhas o som do meu riso... ninguém se apaixona assim... (pensei eu). 
Naquele momento da minha vida o que eu não queria era relacionar-me com alguém... mas estava segura de mim... segura dos meus sentimentos... apesar de me quereres baralhar um pouco, alegando que também eu me tinha apaixonado porque sempre mostrei interesse em falar e a escrever contigo, sem nunca te afastar apesar de saber o que sentias por mim... Eu não estava apaixonada.
Era urgente um encontro, cara a cara, olhos nos olhos... para te fazer acreditar que realmente não estava apaixonada por ti.
Marcámos esse encontro de manhã,  na estação de comboio, no dia 26 de junho de 2012. 
Cheguei um pouco antes da hora marcada e olhei em redor. Como não te conhecia seria difícil procurar-te entre as várias pessoas que circulavam por lá. Até que o meu olhar parou numa figura de homem, do outro lado da linha, sentado, lendo um jornal. Não sei porquê mas senti que eras tu. Talvez por sentires que alguém estava a olhar para ti, largaste o jornal, levantaste-te... olhaste para mim e perguntaste:
- Ana?
Fiz que sim com a cabeça.
Descemos as escadas e ficámos frente a frente. Um beijo na face apenas e um sorriso...
Fomos até à explanada e durante o café falei para ti, olhos nos olhos, que não estava apaixonada como tu afirmavas.
Passeámos um pouco, junto ao rio, e de volta à estação, na hora da despedida falaste:
- Não vou desistir. Hás-de ser minha!
Sorri e entrei no comboio.
À noite estávamos de volta ao skype para mais algumas conversas... e assim continuou durante alguns dias.
Até que uma noite durante uma conversa (escrita) mais acesa... fui longe demais com as minhas verdades e arrogância... do teu lado silêncio... um silêncio que doeu em mim... não entendi o porquê daquela dor. Sabia que te tinha magoado. Essa dor recebi em dobro dentro de mim. Fiquei confusa e a nossa conversa terminou pouco tempo depois.
Os dias seguintes foram terríveis. Aquilo que era suposto não acontecer... aconteceu. Fiquei com raiva de mim, como pude deixar aquilo acontecer??? Um turbulhão de sentimentos cá dentro... sentimentos que teimavam em se manifestar apesar da minha luta contra eles. A razão que sempre estava presente em mim... abandonou-me... o coração falou mais alto.
- Estás apaixonada!!!!
Sem saber como nem porquê estava apaixonada por um homem que penetrou nas minhas defesas e tomou conta do meu ser!!! Nada daquilo tinha lógica para mim.  Essa lógica que sempre deu sentido à minha vida estava a ser colocada em causa... Pensei em mil e uma razões para desculpar o que eu pensava ser um engano... mas o sentimento continuava bem vivo cá dentro.
Resolvi então enfrentar de frente estes meus sentimentos e revelar para ti numa noite em que estavas de serviço. 
- Estou apaixonada por ti!!!! Preciso te tocar, sentir na pele o teu toque... sentir algo que me diga que não estou enganada nos meus sentimentos... 
Esse encontro deu-se no dia 8 de Julho de 2012.
Aproximei-me de ti, baixei o rosto e depositei um beijo no teu peito. O meu coração disparou... depois veio o teu abraço forte e um beijo nos lábios...
A partir desse dia estamos juntos, vivendo este amor com emoção, paixão e loucura...


Tu, meu Senhor, meu Dono amado, descobriste-me um dia.
Mostraste e desvendaste o que nem eu sabia existir dentro de mim. 
Extrais o meu melhor e continuas a mostrar-me que a felicidade existe, sim.
Provaste-me que a dor e o prazer andam juntos. Que, por vezes, a dor se dilui em prazer e me arrancam lágrimas num prazer inexplicável.
Tu, meu Senhor, meu Dono amado, que ainda hoje me ensina o que é ser mulher...

Do fundo do coração...



                                                                 Obrigado por tudo!!!

                                                                       


segunda-feira, 31 de março de 2014

Diálogo no BDSM



"Um casal tomava café no dia das suas bodas de ouro. A mulher passou a manteiga na casca do pão e deu para o seu marido, ficando com o miolo.
Pensou ela: - Sempre quis comer a melhor parte do pão, mas amo demais meu marido e, por 50 anos, sempre lhe dei o miolo. Mas hoje quis satisfazer o meu desejo".
Para sua imediata surpresa o rosto do marido abriu-se num sorriso sem fim e ele lhe disse:
- Muito obrigado por este presente, meu amor. Durante 50 anos, sempre quis comer a casca do pão, mas como você sempre gostou tanto dela, eu jamais ousei pedir !"

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O diálogo é fundamental entre um Dom e a sua submissa

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sexta-feira, 28 de março de 2014

Mais uma tarde nossa...

Apesar de um pouco adoentada, o meu olhar passou dos ganchos no tecto para a tua imagem... O aquecedor estava ligado. A Primavera já chegou mas parece que o Inverno não quer ir embora assim tão facilmente... a tarde ia ser só nossa... tinhas acabado de suspender no tecto uma trave de madeira... olhando assim parecia um trapézio... que ideias estariam passando pela tua cabeça?
- Posso saber o que pretendes fazer comigo?
Olhaste para mim, sorriste... e então explicaste que eu  iria ficar de joelhos sobre a cama, com o queixo apoiado sobre a trave e os braços abertos, com as mãos presas a cada extremidade da trave... Sorri... mas fiquei perplexa quando acrescentaste algo...
- Imagina-me a entrar à bruta dentro de ti nessa posição!
Sinceramente o que pensei foi que a cada investida tua o meu corpo seria projectado para frente...
- Calma... - respondeste, sorrindo de novo... - Vais ver que não sais do lugar.
Abriste uma gaveta e começaste a colocar alguns acessórios em cima da cama... palmatória, venda, gag, chicote, cinto, vergasta... coleira...
Sentei-me na borda da cama...
- Onde está o plug?!!!
                                                             
Voltada de costas... fiquei em silêncio e sorri...
Abriste outra gaveta... e outra...
- Onde está o plug?!!!
Voltei-me para ti, sorri e respondi:
- Escondi...
Adoro quando ris... mas acabei por te devolver o plug e o ritual começou...
Acendeste as velas e mandaste-me colocar na posição que pretendias... colocaste a minha coleira com os grampos presos a cada mamilo e de seguida prendeste-me à trave... mas percebendo a minha atrapalhação e desconforto, colocaste uma pequena almofada sobre a trave para eu apoiar o pescoço... a única coisa que te pedi, caso fosse preciso, eras assoares-me de vez em quando... é complicado fazer uma sessão constipada como estava...
A seguir prendeste uma corda à minha cintura e uma ponta à travessa da cama... agora entendi... fui um pouco para a frente mas a corda não me deixava afastar muito...
- Pronta?
Respondi que sim... recebi um beijo teu... de língua... intenso...colocaste-me a gag e a venda... 
Acariciaste-me o corpo... deslizando as tuas mãos quentes até ao meu sexo... afastaste as minhas pernas e brincaste com os teus dedos no meu sexo já molhado... e as primeiras chicotadas surgiram... bem fortes... o meu corpo estremecia a cada uma... senti as minhas costas e nádegas flageladas... gemia de dor e as minhas mãos agarravam-se com força, à trave... a gag abafava um pouco os meus gritos... as lágrimas e a saliva escorriam... as pontas do chicote faziam o meu rabo fervilhar... formigava... procurei desviar-me de algumas mas a corda à volta da minha cintura não o permitia...
O meu corpo ardendo recebeu a primeira cera quente... gritei... o  desconforto foi muito grande... apesar de sentir arder... aos poucos veio o prazer de sentir aquela sensação tão boa na pele... e a minha humidade já escorria pelas pernas... toda eu vibrei quando senti a tua língua dentro de mim... Ahhh.... sentir a humidade quente da tua língua no meu clitóris e dentro da vagina... fez-me delirar... esquecer a dor do chicote... afastei as pernas o mais que pude para me abrir toda para ti... para receber esse prazer imenso que me davas...
Senti os teus dedos no meu ânus... lubrificando-o e o plug entrando devagarinho... e de novo a tua boca me enlouquecendo... não queria que parasses... balbuciava... "assim..."
Mas o chicote regressou... desta vez em "ventoínha"... sentia o frio nas minhas costas, provocado pelos seus movimentos... sentia arrancares da minha pele pedaços de cera... e o ardor era cada vez maior... a pele ainda estava ressentida... dorida... mas as pontas do chicote traziam o teu prazer junto com elas... quando começaste a passar o chicote, mais suavemente, pelo meu sexo... abri-me de novo... desejava aquele prazer... balançava os quadris para me esfregar nele... arfava... gemia de prazer...
Paraste um pouco e senti o vibrador entrar dentro de mim... e o prazer continuava... dentro da vagina e o meu clitóris sendo estimulado ao mesmo tempo... delícia... e assim ficou nessa posição, preso à corda e vibrando nas minhas entranhas... e eu completamente entregue a esse prazer... que só me apercebi te ti à minha frente quando me retiraste a gag e introduziste o teu sexo rijo bem fundo na minha garganta...sem parares o vai e vem dentro da minha boca senti o cinto entrar em acção... ora nas minhas costas... ora nas minhas nádegas... mas os prazeres que estava tendo com o teu sexo na minha boca e o vibrador na minha vagina... suavizaram as tuas cinturadas... o prazer estava a ser superior à minha dor... e eu estava a adorar lamber e beijar o teu sexo... amuei quando o retiraste... mas amei o teu beijo lascivo...
Voltaste a colocar a gag e a voltar para trás de mim... e desta vez senti as vergastadas nas minhas nádegas... quando me sentias desfalecer passavas a vergasta suavemente pelas minhas costas... sabes o quando esse gesto me acalma... a palmatória veio a seguir provocando um calor imenso nas minhas nádegas que já se encontravam marcadas e doridas... quando me estimulavas com o vibrador... abria-me para ti... a cada minuto mais próxima do orgasmo... estimulavas... paravas... uma  tortura maior que toda a dor que o meu corpo já sentira antes... e o regresso do chicote veio interromper este meu delírio de prazer e tortura... solucei com a dor... escorria pelas pernas... tiraste o vibrador e o plug... e a tua boca veio sorver o meu mel...
Eu preciso de ti dentro mim... dividindo sensações... não quero me conter... preciso explodir de prazer... gritar bem alto o quanto te amo... o quanto preciso de ti... gritar que és a minha loucura... essa loucura que eu amo viver... desfalecer de prazer  nos teus braços... quero beijar as tuas mãos... essas mãos que me batem e me amam...
Agarras as minhas ancas e enterras o teu sexo brutalmente dentro de mim... o meu corpo era jogado para a frente a cada investida tua... mas de imediato, bem agarrada à trave, eu própria impulsionava o meu corpo para trás... choque de sexos... choque de emoções... como eu adoro sentir-te assim dentro de mim... sentir a tua força... a cada investida era um grito meu arrancado à minha alma... o meu tão almejado orgasmo está prestes a acontecer... esse orgasmo tantas vezes travado por ti.... esse orgasmo que chegou numa explosão de sensações contidas durante tanto tempo... esse orgasmo acompanhado de gritos, tremores e convulsões...
O meu corpo ainda arfava de cansaço quando senti mais uma vez a cera quente escorrendo... deslizando pelo meu corpo... e o teu cinto deslizando no meu prazer molhado...
Ai... as tuas cinturadas são mais fortes agora... são queixumes que saem da minha boca... fecho as pernas para me desviar delas... mas tu mandas abrir e bates com mais força... cedo... gemo... soluço... o meu corpo sofre em silêncio agora... fico prostrada sobre a trave... não tenho forças para reagir... as cinturadas cessam... sinto as tuas mãos no meu rosto... retiras a gag e a venda... beijas-me... falas o quanto me amas...
agarras-me a cabeça e enterras outra vez o teu sexo na minha boca... não consigo reagir... apenas te recebo assim, de boca aberta... tenho dificuldade em respirar... os teus movimentos são cada vez mais rápidos... o teu sexo lateja dentro da minha boca... entre soluços e alguns engasgos sinto o quanto estás excitado por me teres daquela maneira... de um momento para o outro sou penetrada por trás... volto a sentir a tua força... o teu suor pinga sobre as minhas costas... a tua respiração está muito acelerada.... investes com mais força... vou para a frente mas depressa venho para trás, quero sentir o nosso impacto... cada vez mais fundo... Agarras-me pelos cabelos e puxas a minha cabeça para trás ao mesmo tempo que enterras mais fundo... como resistir a essa tua impetuosidade avassaladora... como resistir a tanto prazer... estou completamente encharcada... grito de prazer.... grito de desejo... gritos cada vez mais animalescos... e tu aceleras mais... choro... não de dor... mas de prazer imenso... choro de emoção... esse prazer que só tu consegues arrancar de mim... esse prazer que culmina num orgasmo explosivo... esgotante... ao ponto do meu corpo  desfalecer... exausto...