segunda-feira, 28 de abril de 2014

Imagens




"Quando a boca não consegue dizer o que o coração sente
o melhor é deixar a boca sentir o que o coração diz!
(William Shakespeare)

domingo, 27 de abril de 2014

Delírios...


Adoro amar o teu corpo... adoro senti-lo reagir aos meus toques... aos meus beijos... mordidelas e lambedelas... assim deitado de costas... roçando o meu cabelo pelo teu sexo... senti-lo rijo no meu rosto... deslizando as minhas mãos entre as tuas coxas... e o teu sexo crescendo cada vez mais...
Beijando e lambendo as tuas virilhas deixo um rasto de saliva.... sinto o teu corpo vibrar... soltas alguns gemidos e a tua respiração acelera... uma das tuas mãos segura o meu cabelo enquanto a outra afaga o meu rosto... preparando-o para algumas estaladas que se fazem sentir... umas como carícias...outras mais fortes passando para mim o teu prazer e excitação... agarro o teu sexo e vou dando pequenas lambidelas, bem molhadas, ao longo dele... para cima... para baixo... sinto-o latejar de encontro à minha língua... a saliva escorre da minha boca... levanto ligeiramente a cabeça e procuro os teus olhos... brilham de paixão e prazer... a minha saliva pinga sobre o teu corpo... o meu sexo está molhado também...
- Chupa-o todo!!!
Não o faço de imediato... gosto quando não te obedeço logo... a minha mão segura o teu sexo na base e apenas roço os meus lábios na cabeça... molhando-a cada vez mais...
Recebo um estalo... adoro ser castigada assim... sentir o quando desejas o teu sexo na minha boca...
Lentamente vou abocanhando-o até o ter todo dentro da boca... páro por alguns instantes... sentindo o teu sexo pulsar... recebo as tuas primeiras investidas... empurras a minha cabeça para ele entrar bem fundo... a minha boca está encharcada, a minha respiração mais ofegante... e as tuas investidas são cada vez mais rápidas... sinto-as como se fossem dentro da minha vagina... deliro com estes momentos... quando me forças... quando me guias para teu prazer... afogada no meu prazer... até que não aguento mais e engasgo-me...  páras e de imediato retiro o teu sexo para voltar a respirar...
Descanso sobre o teu corpo com o teu sexo entre os meus seios... entrelaças as pernas sobre os meus quadris... num abraço forte... as minhas mãos por baixo do teu tronco agarram-se aos teus ombros... as tuas mãos pressionando as minhas costas e iniciamos em simultâneo movimentos de vai e vem com os nossos corpos... os meus seios masturbando o teu sexo... Ahhhh... meu prazer deslizando no teu prazer...  gemidos misturados com nossas respirações ofegantes... Ahhhh... as minhas costas arranhadas... as minhas unhas cravadas na tua pele... Ahhhh... quanto desejo... quanta loucura!!!
Os movimentos vão acalmando mas os nossos desejos estão ao rubro... deslizo pelo teu corpo e sento-me entre as tuas pernas... debruço.me e engulo de novo o teu sexo que continua latejando... quero-o bem molhado... passo o teu sexo da minha boca para a minha mão continuando a masturbar-te enquanto coloco o teu pé direito sobre o meio seio e levo o teu pé esquerdo à minha boca... lambo os teus dedos para de seguida meter o dedo grande do teu pé na minha boca... sinto e vivo vários prazeres ao mesmo tempo... movimentas o teu dedo dentro da minha boca da mesma maneira como o fazes com o teu sexo... cada vez mais rápido... cada vez mais fundo enquanto pressionas cada vez mais o meu seio com o outro pé... e eu delicio-me continuando a masturbar-te com a mão...

sábado, 26 de abril de 2014

Opostos


quarta-feira, 23 de abril de 2014

Para nosso prazer...


Aqui me tens... escrevendo...
Desta vez mandaste utilizar o cinto... 
Saí do computador e dirigi-me ao quarto... abri a gaveta e retirei o cinto, olhando de relance para os restantes acessórios, cúmplices de tantos momentos nossos... mas este momento iria vivê-lo sozinha... contigo no pensamento e recordando outros dias, despi-me e deitei-me sobre a cama... 
Coloquei o cinto sobre o meu peito bem juntinho ao meu rosto... como costumas fazer... fechei os olhos para sentir o teu toque e o teu cheiro... deslizei a mão pelo peito... barriga... afastei ligeiramente as pernas e  acariciei-me entre as coxas... devagarinho... enquanto a outra mão acariciava o peito... arrepiei-me... estremeci... rocei o cinto pelos mamilos... endurecem com o toque... continuo a acariciar-me entre pernas... coloco a palma da mão fria sobre o meu sexo quente... aperto as pernas com força... e assim fico por alguns instantes enquanto vou roçando o cinto pelo peito... afasto as pernas e introduzo dois dedos no meu sexo húmido e quente... brinco um pouquinho fazendo movimentos de vai e vem... a minha respiração acelera... respiro fundo... trago o sabor do meu mel à minha boca... e chupo um dedo de cada vez... chupo os dois... o meu sabor mistura-se com a saliva... deslizo o cinto até às coxas... levo os dedos pingando... até ao meu clitóris... lubrificando-o com movimentos circulares... devagarinho... sem pressas... sinto a latejar nos meus dedos... vou alternando do clitóris para a vagina... da vagina para o clitóris... arrepios percorrem o meu corpo que ferve por dentro... movimento os quadris acompanhando o movimento dos dedos... se continuar tenho o meu orgasmo...
Preciso acalmar um pouco... cravo as unhas numa das coxas e abro as pernas completamente... expondo o sexo à primeira cinturada... uma... e as minhas ancas levantam... duas... penso em ti... no quanto me excita te obedecer... três... grito... gemo... e fico assim de pernas abertas sentindo o ardor no meu sexo... dobro o cinto e passo-o sobre o clitóris... para cima e para baixo... as minhas pernas tremem... vou acelerando o movimento enquanto os meus dedos brincam de novo dentro de mim... lembro a tua voz sussurrando no meu ouvido... a tua respiração percorrendo as minhas entranhas... gemo de prazer... afasto o cinto e acelero os movimentos dos meus dedos sobre o clitóris... ahhh.... arqueio o corpo... imagino a tua língua dentro de mim... me penetrando... está quase... este momento é teu... nosso... para teu prazer... nosso prazer... acelero mais... e mais... abrindo mais as pernas e levantado as ancas... o meu corpo estremece... os gemidos acompanham cada movimento de vai e vem dos dedos... ahhhh.... o coração bate cada vez mais forte...  e o meu orgasmo chega... chamando por ti...

terça-feira, 22 de abril de 2014

O que a vida nos ensina???


"Quando achamos que temos todas as respostas
vem a Vida e muda todas as perguntas"
(Luís Fernando Veríssimo)





Para conseguirmos alimentar um relacionamento duradoiro precisamos saber também como lidar e enfrentar algumas crises naturais que esse relacionamento acarreta. Temos que ter em conta que uma relação a dois é uma coisa dinâmica e que as pessoas mudam constantemente e que as crises decorrem desses momentos de mudança que a vida nos apresenta.
Costuma-se dizer...

"Quando achamos que temos todas as respostas, vem a vida e muda todas as perguntas"

No casamento não é diferente. Quando parece que encontramos uma fórmula perfeita para nos relacionarmos com a "tal" pessoa com o mínimo de conflitos, sempre acontece alguma coisa para sacudir e abanar a relação. Havendo maturidade, diálogo e equilíbrio é sempre possível passar e ultrapassar esses momentos de uma forma saudável e construtiva e o relacionamento sai dessas fases menos boas, mais amadurecido, mais completo e mais feliz...



Eu te amo Paulo Dominous!

terça-feira, 15 de abril de 2014

Imagens


quinta-feira, 10 de abril de 2014

Imagens


domingo, 6 de abril de 2014

Diferenças...


Realmente cada situação tem as suas próprias características. E cada pessoa procura enfrentar essas situações da melhor forma possível e da maneira como sabe fazê-lo. O Paulo viu em mim características que eu nem sabia existirem. Eu nem teorias nem estudos tinha sobre o mundo BDSM. Como falei, foi o Paulo que pela primeira vez falou para mim desses mundos. Mas sempre fomos honestos, respeitando as nossas diferenças e a confiança mútua foi crescendo. Eu vivia a minha vida sossegadinha... no meu mundo baunilha.
Claro que o facto de estarmos apaixonados e a fazer planos a dois para o nosso futuro em comum, inibiu-o um pouco em relação à sua sexualidade... Foi-me conquistando aos poucos. Falámos muito sobre BDSM... mas a minha entrada nesse mundo foi muito suave e sempre conduzida pela sua mão. Como ele próprio fala, não podia chegar ao pé de mim e dizer... é isto que eu quero e pretendo de ti a nível sexual... não. Ele teve o cuidado de esclarecer muitas dúvidas minhas, paciência para me explicar muitas coisas... porque realmente eu vivi e continuo a viver e a sentir do lado dele muitas emoções e sensações novas. Para mim tudo tem que ter sempre muita lógica.
Eu preciso entender como e porquê reajo de diversas formas a estímulos diferentes ou, por vezes, muito semelhantes. As reacções nem sempre são iguais. O ambiente ou até o meu estado de espírito na altura podem alterar reacções minhas...
Há coisas que vivo pela primeira vez, há coisas que vivemos ambos pela primeira vez... estamos sempre a aprender um com o outro. O próprio Paulo admite que eu não conheço ainda o suficiente e que ele não sabe tudo. Temos características muito próprias que se adaptam na perfeição e uma dessas características é o sentimento de posse.
Eu quero e sou sua propriedade. É com muito orgulho que exibo a minha coleira na rua, no café, entre familiares, nas compras, etc... mas o Paulo também é minha propriedade. Disso não abrimos mão.
Somos felizes vivendo a vida que temos, da melhor forma possível, não abrindo mão de tudo a que temos direito.


sexta-feira, 4 de abril de 2014

Tu...

Ao Meu Dono e Senhor amado...

O destino cruzou os nossos caminhos através da net, num desses jogos online. Algo em mim despertou a tua atenção. 
Nós apenas trocávamos palavras. As nossas verdades chocaram muitas vezes mas sempre respeitámos a verdade de cada um. Cada verdade de acordo com a vivência de cada um. As horas fluiam sem darmos por elas... Foi através destas nossas longas conversas que, pela primeira vez, falei (escrevi) com uma pessoa directamente ligada ao BDSM. Até então apenas ouvia falar desse mundo mas nunca despertou em mim qualquer tipo de curiosidade. 
Para mim não existiam mundos... apenas o meu mundo, onde me refugiava e criava defesas contra as  forças exteriores. Após um relacionamento falhado, reaprendi a gostar de mim e da mulher que existia dentro de mim. Sempre passei para o exterior aquilo que queria passar. Não permitia que alguém invadisse esse meu mundo. E assim vivi durante alguns anos,  lutando muito mas vivendo feliz e despreocupada. Vivi algumas dores mas vivi-as sozinha... ninguém merecia aceder aos meus sentimentos, que sempre ficaram resguardados. Era tida como uma mulher forte, lutadora, determinada, alegre. Isenta de sentimentos, como referiam algumas pessoas. Mas isso não me importava. 
Tu foste a primeira pessoa a falar de dois mundos para mim... o meu (baunilha) e o teu (bdsm). Mas criou-se uma ponte entre esses dois mundos. 
As conversas continuavam a ser interessantes e os nossos debates mais ainda... 
Até que um dia me falaste que estavas apaixonado por mim... Que te tinhas apaixonado pelo meu riso quando falamos pela primeira vez no Skype... Claro que isso me fez muita confusão... não me conhecias... apenas lias o que eu escrevia e tinhas o som do meu riso... ninguém se apaixona assim... (pensei eu). 
Naquele momento da minha vida o que eu não queria era relacionar-me com alguém... mas estava segura de mim... segura dos meus sentimentos... apesar de me quereres baralhar um pouco, alegando que também eu me tinha apaixonado porque sempre mostrei interesse em falar e a escrever contigo, sem nunca te afastar apesar de saber o que sentias por mim... Eu não estava apaixonada.
Era urgente um encontro, cara a cara, olhos nos olhos... para te fazer acreditar que realmente não estava apaixonada por ti.
Marcámos esse encontro de manhã,  na estação de comboio, no dia 26 de junho de 2012. 
Cheguei um pouco antes da hora marcada e olhei em redor. Como não te conhecia seria difícil procurar-te entre as várias pessoas que circulavam por lá. Até que o meu olhar parou numa figura de homem, do outro lado da linha, sentado, lendo um jornal. Não sei porquê mas senti que eras tu. Talvez por sentires que alguém estava a olhar para ti, largaste o jornal, levantaste-te... olhaste para mim e perguntaste:
- Ana?
Fiz que sim com a cabeça.
Descemos as escadas e ficámos frente a frente. Um beijo na face apenas e um sorriso...
Fomos até à explanada e durante o café falei para ti, olhos nos olhos, que não estava apaixonada como tu afirmavas.
Passeámos um pouco, junto ao rio, e de volta à estação, na hora da despedida falaste:
- Não vou desistir. Hás-de ser minha!
Sorri e entrei no comboio.
À noite estávamos de volta ao skype para mais algumas conversas... e assim continuou durante alguns dias.
Até que uma noite durante uma conversa (escrita) mais acesa... fui longe demais com as minhas verdades e arrogância... do teu lado silêncio... um silêncio que doeu em mim... não entendi o porquê daquela dor. Sabia que te tinha magoado. Essa dor recebi em dobro dentro de mim. Fiquei confusa e a nossa conversa terminou pouco tempo depois.
Os dias seguintes foram terríveis. Aquilo que era suposto não acontecer... aconteceu. Fiquei com raiva de mim, como pude deixar aquilo acontecer??? Um turbulhão de sentimentos cá dentro... sentimentos que teimavam em se manifestar apesar da minha luta contra eles. A razão que sempre estava presente em mim... abandonou-me... o coração falou mais alto.
- Estás apaixonada!!!!
Sem saber como nem porquê estava apaixonada por um homem que penetrou nas minhas defesas e tomou conta do meu ser!!! Nada daquilo tinha lógica para mim.  Essa lógica que sempre deu sentido à minha vida estava a ser colocada em causa... Pensei em mil e uma razões para desculpar o que eu pensava ser um engano... mas o sentimento continuava bem vivo cá dentro.
Resolvi então enfrentar de frente estes meus sentimentos e revelar para ti numa noite em que estavas de serviço. 
- Estou apaixonada por ti!!!! Preciso te tocar, sentir na pele o teu toque... sentir algo que me diga que não estou enganada nos meus sentimentos... 
Esse encontro deu-se no dia 8 de Julho de 2012.
Aproximei-me de ti, baixei o rosto e depositei um beijo no teu peito. O meu coração disparou... depois veio o teu abraço forte e um beijo nos lábios...
A partir desse dia estamos juntos, vivendo este amor com emoção, paixão e loucura...


Tu, meu Senhor, meu Dono amado, descobriste-me um dia.
Mostraste e desvendaste o que nem eu sabia existir dentro de mim. 
Extrais o meu melhor e continuas a mostrar-me que a felicidade existe, sim.
Provaste-me que a dor e o prazer andam juntos. Que, por vezes, a dor se dilui em prazer e me arrancam lágrimas num prazer inexplicável.
Tu, meu Senhor, meu Dono amado, que ainda hoje me ensina o que é ser mulher...

Do fundo do coração...



                                                                 Obrigado por tudo!!!

                                                                       


segunda-feira, 31 de março de 2014

Diálogo no BDSM



"Um casal tomava café no dia das suas bodas de ouro. A mulher passou a manteiga na casca do pão e deu para o seu marido, ficando com o miolo.
Pensou ela: - Sempre quis comer a melhor parte do pão, mas amo demais meu marido e, por 50 anos, sempre lhe dei o miolo. Mas hoje quis satisfazer o meu desejo".
Para sua imediata surpresa o rosto do marido abriu-se num sorriso sem fim e ele lhe disse:
- Muito obrigado por este presente, meu amor. Durante 50 anos, sempre quis comer a casca do pão, mas como você sempre gostou tanto dela, eu jamais ousei pedir !"

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O diálogo é fundamental entre um Dom e a sua submissa

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sexta-feira, 28 de março de 2014

Mais uma tarde nossa...

Apesar de um pouco adoentada, o meu olhar passou dos ganchos no tecto para a tua imagem... O aquecedor estava ligado. A Primavera já chegou mas parece que o Inverno não quer ir embora assim tão facilmente... a tarde ia ser só nossa... tinhas acabado de suspender no tecto uma trave de madeira... olhando assim parecia um trapézio... que ideias estariam passando pela tua cabeça?
- Posso saber o que pretendes fazer comigo?
Olhaste para mim, sorriste... e então explicaste que eu  iria ficar de joelhos sobre a cama, com o queixo apoiado sobre a trave e os braços abertos, com as mãos presas a cada extremidade da trave... Sorri... mas fiquei perplexa quando acrescentaste algo...
- Imagina-me a entrar à bruta dentro de ti nessa posição!
Sinceramente o que pensei foi que a cada investida tua o meu corpo seria projectado para frente...
- Calma... - respondeste, sorrindo de novo... - Vais ver que não sais do lugar.
Abriste uma gaveta e começaste a colocar alguns acessórios em cima da cama... palmatória, venda, gag, chicote, cinto, vergasta... coleira...
Sentei-me na borda da cama...
- Onde está o plug?!!!
                                                             
Voltada de costas... fiquei em silêncio e sorri...
Abriste outra gaveta... e outra...
- Onde está o plug?!!!
Voltei-me para ti, sorri e respondi:
- Escondi...
Adoro quando ris... mas acabei por te devolver o plug e o ritual começou...
Acendeste as velas e mandaste-me colocar na posição que pretendias... colocaste a minha coleira com os grampos presos a cada mamilo e de seguida prendeste-me à trave... mas percebendo a minha atrapalhação e desconforto, colocaste uma pequena almofada sobre a trave para eu apoiar o pescoço... a única coisa que te pedi, caso fosse preciso, eras assoares-me de vez em quando... é complicado fazer uma sessão constipada como estava...
A seguir prendeste uma corda à minha cintura e uma ponta à travessa da cama... agora entendi... fui um pouco para a frente mas a corda não me deixava afastar muito...
- Pronta?
Respondi que sim... recebi um beijo teu... de língua... intenso...colocaste-me a gag e a venda... 
Acariciaste-me o corpo... deslizando as tuas mãos quentes até ao meu sexo... afastaste as minhas pernas e brincaste com os teus dedos no meu sexo já molhado... e as primeiras chicotadas surgiram... bem fortes... o meu corpo estremecia a cada uma... senti as minhas costas e nádegas flageladas... gemia de dor e as minhas mãos agarravam-se com força, à trave... a gag abafava um pouco os meus gritos... as lágrimas e a saliva escorriam... as pontas do chicote faziam o meu rabo fervilhar... formigava... procurei desviar-me de algumas mas a corda à volta da minha cintura não o permitia...
O meu corpo ardendo recebeu a primeira cera quente... gritei... o  desconforto foi muito grande... apesar de sentir arder... aos poucos veio o prazer de sentir aquela sensação tão boa na pele... e a minha humidade já escorria pelas pernas... toda eu vibrei quando senti a tua língua dentro de mim... Ahhh.... sentir a humidade quente da tua língua no meu clitóris e dentro da vagina... fez-me delirar... esquecer a dor do chicote... afastei as pernas o mais que pude para me abrir toda para ti... para receber esse prazer imenso que me davas...
Senti os teus dedos no meu ânus... lubrificando-o e o plug entrando devagarinho... e de novo a tua boca me enlouquecendo... não queria que parasses... balbuciava... "assim..."
Mas o chicote regressou... desta vez em "ventoínha"... sentia o frio nas minhas costas, provocado pelos seus movimentos... sentia arrancares da minha pele pedaços de cera... e o ardor era cada vez maior... a pele ainda estava ressentida... dorida... mas as pontas do chicote traziam o teu prazer junto com elas... quando começaste a passar o chicote, mais suavemente, pelo meu sexo... abri-me de novo... desejava aquele prazer... balançava os quadris para me esfregar nele... arfava... gemia de prazer...
Paraste um pouco e senti o vibrador entrar dentro de mim... e o prazer continuava... dentro da vagina e o meu clitóris sendo estimulado ao mesmo tempo... delícia... e assim ficou nessa posição, preso à corda e vibrando nas minhas entranhas... e eu completamente entregue a esse prazer... que só me apercebi te ti à minha frente quando me retiraste a gag e introduziste o teu sexo rijo bem fundo na minha garganta...sem parares o vai e vem dentro da minha boca senti o cinto entrar em acção... ora nas minhas costas... ora nas minhas nádegas... mas os prazeres que estava tendo com o teu sexo na minha boca e o vibrador na minha vagina... suavizaram as tuas cinturadas... o prazer estava a ser superior à minha dor... e eu estava a adorar lamber e beijar o teu sexo... amuei quando o retiraste... mas amei o teu beijo lascivo...
Voltaste a colocar a gag e a voltar para trás de mim... e desta vez senti as vergastadas nas minhas nádegas... quando me sentias desfalecer passavas a vergasta suavemente pelas minhas costas... sabes o quando esse gesto me acalma... a palmatória veio a seguir provocando um calor imenso nas minhas nádegas que já se encontravam marcadas e doridas... quando me estimulavas com o vibrador... abria-me para ti... a cada minuto mais próxima do orgasmo... estimulavas... paravas... uma  tortura maior que toda a dor que o meu corpo já sentira antes... e o regresso do chicote veio interromper este meu delírio de prazer e tortura... solucei com a dor... escorria pelas pernas... tiraste o vibrador e o plug... e a tua boca veio sorver o meu mel...
Eu preciso de ti dentro mim... dividindo sensações... não quero me conter... preciso explodir de prazer... gritar bem alto o quanto te amo... o quanto preciso de ti... gritar que és a minha loucura... essa loucura que eu amo viver... desfalecer de prazer  nos teus braços... quero beijar as tuas mãos... essas mãos que me batem e me amam...
Agarras as minhas ancas e enterras o teu sexo brutalmente dentro de mim... o meu corpo era jogado para a frente a cada investida tua... mas de imediato, bem agarrada à trave, eu própria impulsionava o meu corpo para trás... choque de sexos... choque de emoções... como eu adoro sentir-te assim dentro de mim... sentir a tua força... a cada investida era um grito meu arrancado à minha alma... o meu tão almejado orgasmo está prestes a acontecer... esse orgasmo tantas vezes travado por ti.... esse orgasmo que chegou numa explosão de sensações contidas durante tanto tempo... esse orgasmo acompanhado de gritos, tremores e convulsões...
O meu corpo ainda arfava de cansaço quando senti mais uma vez a cera quente escorrendo... deslizando pelo meu corpo... e o teu cinto deslizando no meu prazer molhado...
Ai... as tuas cinturadas são mais fortes agora... são queixumes que saem da minha boca... fecho as pernas para me desviar delas... mas tu mandas abrir e bates com mais força... cedo... gemo... soluço... o meu corpo sofre em silêncio agora... fico prostrada sobre a trave... não tenho forças para reagir... as cinturadas cessam... sinto as tuas mãos no meu rosto... retiras a gag e a venda... beijas-me... falas o quanto me amas...
agarras-me a cabeça e enterras outra vez o teu sexo na minha boca... não consigo reagir... apenas te recebo assim, de boca aberta... tenho dificuldade em respirar... os teus movimentos são cada vez mais rápidos... o teu sexo lateja dentro da minha boca... entre soluços e alguns engasgos sinto o quanto estás excitado por me teres daquela maneira... de um momento para o outro sou penetrada por trás... volto a sentir a tua força... o teu suor pinga sobre as minhas costas... a tua respiração está muito acelerada.... investes com mais força... vou para a frente mas depressa venho para trás, quero sentir o nosso impacto... cada vez mais fundo... Agarras-me pelos cabelos e puxas a minha cabeça para trás ao mesmo tempo que enterras mais fundo... como resistir a essa tua impetuosidade avassaladora... como resistir a tanto prazer... estou completamente encharcada... grito de prazer.... grito de desejo... gritos cada vez mais animalescos... e tu aceleras mais... choro... não de dor... mas de prazer imenso... choro de emoção... esse prazer que só tu consegues arrancar de mim... esse prazer que culmina num orgasmo explosivo... esgotante... ao ponto do meu corpo  desfalecer... exausto...


sábado, 15 de março de 2014

Imagens


quarta-feira, 12 de março de 2014

Situações novas...

Saíste do serviço às 7 horas da manhã e vieste buscar-me a casa pois tínhamos que resolver alguns assuntos na rua... Por volta da 9 horas regressámos a casa depois de  tomarmos o pequeno almoço no café. 
As nossas conversas normalmente são de conteúdo sexual... talvez por muitas descobertas que continuo a viver do teu lado, as dúvidas que surgem, as sensações que não compreendo, a necessidade que tens em saber como as sinto e a tua preocupação constante com o meu bem estar... o que é certo é que estas conversas são extremamente importantes e com a tua ajuda compreendo melhor tudo o que envolve a nossa sexualidade hoje em dia.  Lógico que a minha líbido está constantemente a ser alimentada... o desejo de sair daquele café para fazer amor contigo era enorme... mas sei ser paciente... Tinhas outros planos para nós...
Em casa já... conversámos durante mais um tempo, tomámos um duche... e aqui surgiu algo pela primeira vez... mais uma vez...
Depois de passarmos o corpo por água bem quentinha aproximaste o chuveiro do meu clitóris... aquele jacto de água quente fez-me estremecer...
- Coloca-me a urinar e de seguida vais lá com a boca limpar!
Fiquei nervosa... a primeira parte já o tinha feito antes... a minha atrapalhação fez-me rir na altura... fiz duas coisas que não devia... coisas que sempre faço quando vou ter com "ele"... apertá-lo com força e estimular ao mesmo tempo... explicaste-me que assim tornava-se mais difícil urinar... e o  ter que fazer pontaria... ou seja... segurar e apontar para o chão da banheira... claro que acertei em muito sítio antes de acertar no sítio certo... mas hoje já sabia como fazê-lo... o meu nervosismo veio porque ia limpá-lo com a boca... uma coisa é receber o teu mel na minha boca... outra coisa é a urina... não fazia a mínima ideia de como seria... o melhor é deixar as coisas acontecerem e depois logo se vê... pensei eu... claro que estes meus pensamentos profundos estavam a ser constantemente interrompidos por alguns ais que soltava... pois o meu clitóris continuava a ser estimulado com o chuveiro... agarrei o teu sexo com muito jeitinho e fiz pontaria... mas as minhas pernas atraiçoavam-me... estava a sentir-me tão bem com o que me fazias que encostei a cabeça no teu peito o que dificultou a minha visão... entre um gemido e outro perguntava se já tinhas terminado... "ainda não"... precisava fazer constantemente esta pergunta porque o prazer que estava a viver desviava a minha atenção do teu sexo... e as minhas pernas começavam a ceder...
-Já está!
Debrucei-me e enfiei o teu sexo na minha boca... claro que, confessando agora, assim que senti o teu sexo e ao mesmo tempo  o meu orgasmo a chegar, não pensei mais se ele ia saber a urina ou não... engoli todo... senti-o crescer... lambia e engolia... e entre movimentos de vai e vem, o teu sexo cada vez ficava mais rijo... os meus gemidos eram abafados por ele... as minhas pernas tremiam...e quando se deu o meu orgasmo gritei e desfaleci no chão da banheira... fiquei assim durante algum tempo... sentada no chão da banheira... até que me ajudaste a levantar... procuraste a minha boca e depois de um beijo longo e apaixonado... acabámos de nos lavar... vestimo-nos e fomos almoçar fora...


Por volta das 15 horas estávamos de regresso a casa.... fui trocar de roupa para vestir algo mais ligeiro... estavas deitado sobre a cama,  em tronco nu com a calças de ganga vestidas... aninhei-me nos teus braços, puxei um cobertor para cima de nós e deixei-me ali ficar, a receber o calor do teu corpo....
- Quero que me sirvas um café e um whisky! Mas antes, abres o zipper, puxas o meu sexo para fora e engoles todo!
Obedeci de imediato. Enfiei a cabeça debaixo do cobertor, abri o zipper, retirei o teu sexo e meti-o na boca... não todo ainda... primeiro brinquei com a minha língua sobre ele... metia-o e tirava-o da boca... chupava... devagarinho...
- Enfia-o todo!
Enfiei até onde consegui e fiquei com ele assim por alguns instantes...
-Podes ir!
Quando regressei ao quarto com o café e o whisky deparei contigo sentado na borda da cama fazendo nós com uma corda... sorri...
-Posso ligar o aquecedor? - perguntei.
-Podes!
Voltei para junto de ti e sentei-me a teu lado, observando em silêncio, o que fazias. Acendeste um cigarro para cada um e assim ficámos... tu a dar nós e eu a olhar para ti... até terminar o cigarro.
-Levanta-te, despe-te e vira-te de costas para mim!
Levantei-me, despi-me e fiquei de costas voltadas para ti enquanto usavas a corda em mim... olhei para os ganchos pendurados no tecto e pensei no que iria me acontecer... embora calma por fora... o meu coração batia já mais forte... aos poucos, os meus braços iam ficando imobilizados ao longo do corpo... quando terminaste, colocaste a minha coleira e prendeste os grampos a cada um dos meus mamilos... estremeci com a ligeira dor... pegaste em mim e deitaste-me de costas sobre a cama... fiquei nervosa... já tinhas mencionado a tua intenção de me suspenderes por completo... seria hoje?...
Começaste a dar alguns nós à volta do tornozelo direito... fiquei baralhada, confusa... em seguida esticas a minha perna até ficar na vertical e prendeste a outra ponta da corda  num dos ganchos... comecei a sentir-me desconfortável com aquela posição... com cuidado ajeitaste o meu corpo de forma a sentir-me melhor e quando te apercebeste que estava tudo bem comigo colocaste-me a venda...
Tudo bem é relativo... por fora sim, estava mais ou menos bem... o facto de estar presa de movimentos e um dos pés suspenso não me deixava muito à vontade... cá dentro um reboliço, muita excitação, muito desejo  e muita ansiedade...
Senti o teu corpo roçar no meu... a tua boca procurou a minha... a tua língua invadiu-me e eu retribui esse beijo com paixão... mordi a tua língua... ao que respondeste, mordendo o meu lábio... gemi com dor...
A tua boca estava agora sobre os meus seios... beijavas e davas pequenas mordidelas em cada mamilo... e eu já me contorcia do prazer que a tua língua me dava e da dor que as tuas mordidelas me faziam...
Afastaste-te... e o meu corpo foi sacudido pelas primeiras chicotadas... sobre o meu sexo... pernas... peito... barriga... umas ligeiras... outras mais fortes... o meu sexo estava quente e molhado... sentia pequenas picadas provocadas pelas pontas do chicote... ardiam...por vezes estimulavas-me com o cabo do chicote para logo de seguida me torturares com as suas pontas... gemia e contorcia o corpo... e a primeira vela chegou... gritei... nem sei se de dor ou de prazer... mas gritei ao sentir derramares cera por cima dos mamilos... e gemi de prazer ao sentir o meu corpo banhado pela cera quente... e estremeci e gemi de prazer ao sentir o calor da cera tão perto do meu sexo... e o prazer do chicote "em ventoinha"...arrancando cada pedacinho de cera... sensações... muitas... diferentes... prazerosas...
Ahhh... quando senti o calor da tua boca sobre o meu sexo foi demais... a tua língua no clitóris e dentro da vagina aumentou o meu desejo... não queria que aquele momento terminasse tal era o prazer que estava a sentir...o calor da tua boca mais o calor do meu sexo... duplicou a excitação...  irradiavam ondas de prazer e arrepios ao longo da minha espinha... e uma nova vaga de cera se derramou pelo meu corpo... momentos  alucinantes... e de novo sinto o chicote... e os teus dedos a seguir... no meu sexo... num ritmo frenético... num ritmo que me levou a um primeiro orgasmo avassalador... desgastante...
O meu corpo ainda apresentava resquícios desse orgasmo quando me vens beijar e falar no meu ouvido o quanto me amas... ao que eu retribuo de imediato... com um beijo demorado e outras palavras de amor e de novo sinto o chicote em acção... as pontas marcam as minhas pernas... sinto-te por trás de mim... sinto o teu sexo junto à minha cabeça... algumas chicotadas leves novamente sobre o meu sexo e outras bem fortes sobre a cama... esse som assusta-me um pouquinho... faz saltar o meu corpo...
Agora tens um joelho sobre a cama... o teu sexo junto ao meu rosto... procuro-o com a minha boca... quero senti-lo... mas tu foges com ele... brincas comigo... quando finalmente o abocanho é com muito agrado que o engulo... estou novamente excitadíssima... trocas o chicote pelo cinto... e enquanto fazes movimentos de vai e vem dentro da minha boca, puxas os mamilos com força... o cinto incide no meu sexo... retiras o sexo da minha boca... baixinho peço-te que o metas de novo... atendes este meu pedido... estou prestes a ter outro orgasmo... gemo... sufoco... babo-me... gemo... engasgo-me... e uma pancada mais seca  arranca de dentro de mim mais um dos vários orgasmos que vivi esta tarde...
O peito está arfando... a respiração acelerada... o corpo descompensado... desprendes o meu pé do gancho... tentas voltar-me com jeitinho para começares a desapertar os nós... peço-te que não o faças... ainda não... estás de pé, por trás de mim... e eu continuo imobilizada de costas voltadas para ti... uma das almofadas ficou ao lado da minha perna... puxo-a para debaixo de mim... colocando entre pernas... consigo deslizar a minha mão direita até ao meu clitóris... aquela zona continua encharcada... acaricio-me... devagarinho... e levantando as minhas nádegas movimento-as na tua direcção... estou a desafiar-te neste momento... estou a dizer-te com o corpo que quero mais... quero sentir na pele o teu sadismo... a tua loucura... a tua paixão...
E o chicote responde a esse meu apelo... as minhas costas, as nádegas, as pernas... sofrem a cada chicotada... e os meus dedos continuam a masturbar-me... o meu corpo inicia uma dança de dor, sofrimento, prazer, êxtase... mas eu não quero ainda vir-me...
Puxas um dos meus pés e esfregas o teu sexo nele... está rijo... aproveito e masturbo o teu pénis com ambos os pés... fico fascinada com essa situação e o chicote continua "em ventoinha" percorrendo o meu corpo...
Desafio de novo o teu sadismo:
- Quantas queres que conte? - pergunto...
- Vinte!
A tua voz treme um pouco...
Sem parar de me acariciar, recebo a primeira.
- Uma!...
- Duas!... E outras se seguiram... contava apenas as mais fortes, as que tinham mais impacto no meu corpo... as outras chicotadas eram aliadas dos meus dedos que continuavam a trabalhar entre pernas...
- Dez!... algumas são tão fortes que os meus dedos páram... tenho as nádegas a arder e a latejar... respiro fundo e o meu corpo continua a incentivar-te... as minhas pernas estão ligeiramente apertadas contra a almofada... apenas deixando um pequeno espaço para os dedos estarem à vontade... assim desta maneira, não tardo a chegar a mais um orgasmo... mas só o quero quando sentir que não dá mais para aguentar as chicotadas...
Esqueci da contagem... perguntei quantas faltavam.
-Sete!
Uma conta tão simples e no entanto, tão difícil naquele momento...
-Treze!
-Catorze!... mais umas ligeiras... uma pausa para parar de contar e dedicar-me ao meu sexo... mas tu começas a dar com mais força... tenho que ceder... e a última chegou.
-Vinte!... e o meu orgasmo chegou logo de seguida...
Estou toda dorida... cansada... feliz... Não sei ao certo quantas foram... mas sinto que estás ligeiramente cansado, a tua respiração está mais ou quase tão ofegante quanto a minha... o ar está impregnado de cheiros de orgasmos... desejos e muita excitação... respira-se amor e muita paixão...
Estás preocupado comigo... com cuidado retiras-me as cordas e puxas-me para ti... deitados... juntinhos... Abraças-me fortemente contra o teu peito... beijas a minha testa... os nossos corações batem ainda acelerados... sinto o teu, no meu peito...
- Queres descansar um pouco?
Olho nos teus olhos... sorrio...
- Quero o que tu quiseres...
Apesar do meu cansaço sei que, quando queres, vais buscar ainda algumas forças de dentro de mim... mas não imaginava quanto...
- Coloca-te de joelhos na borda da cama de costas para mim!
Um pouco a custo, as minhas pernas ainda estavam trémulas, obedeço... agarras-me pelas ancas, puxas-me para ti  e entras em mim à bruta... e a cada estocada tua, o meu corpo é projectado para a frente... a cada estocada tua,  grito... não de dor, mas de prazer... um prazer imenso por me sentir preenchida assim... levantas a minha perna direita e fico ligeiramente de lado... a penetração é diferente... e essa posição me excita ainda mais... alternas movimentos lentos com outros mais fortes... o meu orgasmo está iminente... mas uma das tuas entradas mais fortes projectam o meu corpo de tal forma,  que os meus braços cedem... e caio sobre a cama... de imediato voltas a puxar-me para ti e desta vez, levantando a minha perna esquerda, entras com força de novo... sinto o teu suor pingar sobre as minhas costas... grito o teu nome... dou-te a entender que estou prestes a sucumbir à tua força... aceleras o ritmo de vai e vem... empurro o meu corpo para trás... as minhas nádegas ficam coladas a ti... preciso te sentir todo dentro de mim... quero-te assim, todo enterrado em mim... contorço o corpo... gemo... grito o teu nome... e desfaleço perante um novo orgasmo...
Não me dás tempo para me recompor... voltas-me de frente, chegas o meu corpo para trás, seguras as minhas pernas, afastando-as e de novo entras em mim... não estou muito lúcida... não sei quanto tempo estive assim... aberta para ti... mas sei o prazer que sentia... um prazer em crescendo... e sem saber bem como aconteceu... no momento em que estou a viver mais um orgasmo, sinto a força da tua mão sobre o meu pescoço... sufocando-me... sinto-me desfalecer... quase desmaiando... os olhos fecham por momentos... quando voltei a mim estavas ofegante, sorrindo... retribuo o sorriso, falando:
- Adoro quando me fazes isso...
O meu corpo está tão mole... mas tu ainda não te viestes... e voltas a entrar dentro de mim... cada estocada tua empurra o meu corpo ao ponto de ficar com a cabeça pendurada para fora da cama... estou exausta mas pronta para te receber... pronta para te dar mais um orgasmo meu... perco a noção do tempo... grito de prazer ao ser invadida... gemo de dor quando apertas os meus seios com força... o teu suor continua a pingar sobre o meu peito... os meus olhos ardem... a minha boca sente o teu gosto salgado... ahhhh... que tormento... quanta aflição... não sei de onde arrancaste este orgasmo que vivo agora... não sei para onde as minhas forças foram... o meu corpo está dormente...
Puxas-me para dentro da cama...
Agora que sentiste que estou completamente de rastos chegou o teu momento... esse momento que me faz ressuscitar sabe-se lá de onde... esse momento que eu vivo com paixão... o momento em que me vais premiar com o teu orgasmo... e eu estou ali para o receber... completamente alucinada... vidrada no teu rosto... suado... os teus olhos estão bem abertos... as pupilas dilatadas... o teu sexo crescendo cada vez mais dentro de mim... pulsando... e eu estou ali... vivendo... sentindo-te completamente entregue... e algumas palavras saem da minha boca enquanto olho nos teus olhos:
-Fode-me toda!!!... Fode-me como só tu sabes fazer!!!
Agora és tu que estás completamente alucinado... não há nada de racional em ti... tudo em ti é animal... e eu completamente lúcida para te admirar... como eu te amo!!!
Agora és tu que gemes... anunciando algo poderoso que está para vir... enterras com mais força... soltas um gemido mais alto... animalesco... sinto dentro de mim as contracções do teu sexo... são jactos do teu mel que inundam as minhas entranhas... jactos fortes... quentes... poderosos... e o teu corpo desfalece sobre o meu peito... esgotado. Abraço-te emocionada,  beijo o teu rosto enquanto as minhas mãos afagam o teu cabelo...



segunda-feira, 3 de março de 2014

Masturbação

Após uma semana em que vivemos um para o outro 24h/24h... foi com uma pontinha de tristeza que me despedi de ti hoje, quando saíste para o serviço... como tu próprio mencionaste perto da hora do almoço... as saudades começaram a manifestar-se ainda nós estávamos juntos... sei que vou aguardar pelo teu regresso muito ansiosa e desejosa de ti... sei também que preciso preparar algumas coisas para que tudo esteja perfeito e de acordo com a tua vontade... e aqui estou eu no meu blogue para  mais um desejo teu...
Escrever sobre a minha masturbação... a que tu ordenaste à meia hora atrás... não vai ser difícil pois ainda estou sentindo o meu corpo relaxando e a minha respiração ainda não sossegou... e olhando para trás vejo ainda vestígios sobre a nossa cama, testemunhos e companheiros deste meu momento... a minha coleira, os pregadores e a vergasta... como tu ordenaste...


O tempo ainda está frio lá fora, mas ligando o aquecedor logo a temperatura foi ficando mais agradável... despi-me e coloquei a minha coleira que contém uma pequena corrente com um pregador em cada ponta... o meu coração bate mais forte... deitei-me sobre a cama e apoiei a cabeça nas almofadas... a vergasta está pertinho de mim... fechei os olhos e relembrei aquela vez em que estava assim deitada e tu, sentado na poltrona, ias falando comigo... orientando-me... olhando para mim...
A minha mão deslizou pelos meios seios, acariciando-os... enquanto a outra ia colocando um pregador em cada mamilo... sentindo um arrepio pelo corpo e uma ligeira dor em cada um... procurei relaxar um pouco... continuando a passar a mão pelos seios... um calor dentro de mim... e um calor entre pernas... deslizei a mão pela barriga e coloquei a outra sobre a minha vagina... apertei as coxas para sentir melhor aquela sensação boa que me invadia... a tensão já era muita... afastei ligeiramente as pernas e introduzi os dedos dentro da minha vagina... molhada... quente... o meu corpo começou a acompanhar os movimentos de vai e vem dos meus dedos... como se estivesse a ser penetrada por ti... imagino as estocadas fortes do teu sexo dentro de mim... isso me excita ainda mais... preciso parar um pouco... retiro os dedos e levou-os à boca... um por um... lambendo-os... sorvendo lentamente o sabor do meu corpo... procuro a vergasta... dou pequenos toques sobre a zona pélvica... contorço o corpo... vou roçando-a pelos lábios da vagina enquanto os meus dedos humedecidos começam a acariciar o meu clitóris... com movimentos suaves... a minha vontade era acelerar e provocar rápido o meu orgasmo... mas não quero... acalmo um pouco a respiração... ahhhh... penso em ti... como desejaria ter-te aqui do meu lado agora... a vergasta substitui os meus dedos... devagarinho passo-a pelo clitóris... como se a tua mão a segurasse e controlasse os seus movimentos... o meu corpo continua a contorcer-se... preciso retirar os pregadores... um de cada vez como gostas... puxando devagarinho... aperto as coxas com força... segurando a vergasta com elas... solto um gemido... e outro... dói um pouco... os mamilos estão doridos... mas o desejo e a excitação aumentaram... volto a molhar os dedos com a minha saliva e acaricio o clitóris... está pulsando... inchado... fricciono-o e aos poucos aumento o ritmo... sinto um prazer imenso... um prazer que percorre cada pedacinho do meu corpo... acelero mais o ritmo... deliro... gemo... chamo por ti... Ahhhh... o meu corpo entra em convulsão... e a explosão chega... este meu orgasmo é teu... todo teu...

Ao escrever estou a reviver sensações que despertam em mim desejos... de novo... espero que ao leres sintas como se estivesses estado a meu lado... que te sintas amado e ao mesmo tempo excitado... 
Aguardo ansiosa pelo teu regresso...
Amo-te!

domingo, 2 de março de 2014

BDSM e Baunilha

Ser submissa e esposa... uma tarefa nem sempre fácil... mas muito envolvente, emocionante e prazeroza.
Pertenço ao meu Dono, sou sua submissa e masoquista mas também casada com o homem por trás do Dono, sou esposa, amiga, cúmplice, companheira e muito dedicada.
O meu primeiro contacto com o mundo bdsm foi com o meu marido. Ele falou sobre este mundo enquanto namorávamos e fiquei a saber que eu própria  pertencia ao mundo baunilha. Esses mundos não faziam parte do meu vocabulário. Não sou apologista de rótulos nem de esteriótipos. Sou como sou e cada um é como cada qual.
Mas tendo em conta esses dois mundos posso dizer que ambos podem coexistir, sim.  Eu e o meu marido  construímos o nosso próprio mundo.  Temos muito bdsm mas também muita baunilha...  em ambos os mundos existem muitos comportamentos em comum e são repletos de jogos de sedução que se percebem num simples olhar ou num sorriso malicioso.
Normalmente o marido faz sempre questão em me agradar e muitas vezes sou eu que "decido" onde vamos passear... por outro lado, na intimidade, é o meu Dono que me conduz. É um jogo que nos seduz. Um por perceber que vê os seus desejos sendo correspondidos e o outro por saber que ao corresponder está lhe dando igual prazer.
É muito bom adormecer nos braços do Dono e acordar nos braços do marido... ou dormir com o marido e acordar com o Dono, dando logo ordens pela manhã... ou então, estar na cozinha preparando uma refeição e ser agarrada pelo Dono e amassada ali mesmo, ou arrastada pelos cabelos e jogada no sofá... e no fim receber um beijo apaixonado do marido. Despedir-me do marido quando este vai trabalhar e receber uma ordem do Dono, a meio da manhã, por sms.
Viver neste nosso mundo fortalece a nossa união.
Entre nós existe muito amor,  uma cumplicidade muito grande e uma entrega incondicional.
Eu pertenço a ele e ele pertence a mim.
Eu sou sua propriedade e ele minha propriedade.
Somos felizes assim!
Eu te amo marido e te adoro meu Dono!

sábado, 22 de fevereiro de 2014

Beijo os teus pés...


Mais uma vez me dedico ao teu corpo e me entrego completamente ao teu prazer... esse prazer que é meu também... e tu sabes o quanto desfruto dele...
Meto-me debaixo do lençol... e vou beijar o teu sexo... ainda não o tinha feito hoje... acaricio-o suavemente e percorro-o com a minha boca... adoro a vida que ele tem... as tuas mãos seguram o meu cabelo... assim fico muito mais à vontade para me dedicar a ele... beijo a tua barriga... enfio a língua no teu umbigo... e dou pequenas mordidelas e lambidas  na zona à volta do teu pénis... e começo a passar a língua por ele...sinto-o estremecer a cada passagem da minha língua... sinto-o crescer... a minha boca já saliva o suficiente para o lubrificar... enfio-o na boca e ele desliza num vai e vem... a minha vagina está sobre o teu joelho... esfrego-me nele... quero que sintas o quanto estou excitada também...humedeço um pouco mais o teu pénis e começo a masturbar-te com a mão, suave e lentamente... ao mesmo tempo que beijo e lambo a cabeça do teu sexo... a tua erecção aumenta... olho para ti com paixão... olho para o teu pénis com adoração... salivo... a tua mão afaga o meu rosto... beijo-a e volto a meter o teu pénis na boca... para cima e para baixo... simulando os movimentos do teu pénis dentro da minha vagina... é claro que esse pensamento me excita ainda mais... retiro-o da boca e voltando-me ligeiramente começo a beijar a tua perna... desde a virilha até ao teu pé... faço o mesmo na outra... é um prazer beijar o teu corpo... 
Apoio as minhas nádegas sobre os tornozelos e puxo a tua perna, flectindo-a ligeiramente até o teu pé chegar à minha boca... beijo-o... lambo os dedos... introduzo o dedo grande na minha boca como se do teu pénis se tratasse... e chupo-o... engulo-o... isso te excita muito... sinto-o em mim... a minha outra mão continua a masturbar o teu sexo num ritmo mais acelerado... 
De repente seguras os meus braços e puxas-me para cima... abraças-me e beijas-me com paixão...
- Se continuares a fazer isso, eu venho-me. É isso que tu desejas?
- Sim... quero muito, sim...
Mais um longo beijo e estou de volta ao teu sexo e aos teus pés... 
Primeiro molho bem o teu sexo com a minha boca para a minha mão deslizar melhor... e volto a beijar e a lamber os teus pés... vou alternando um e outro... e de passagem molho mais um pouco o teu sexo... está completamente inchado... as veias salientes... pulsando... é uma visão linda... a minha respiração está acelerada... solto um gemido de prazer e satisfação...
Dedico-me um pouco mais ao teu pé esquerdo sem parar de te masturbar... tu procuras enfiar mais o teu pé na minha boca... o dedo grande está completamente dentro... beijando-o e lambendo-o estremeces um pouco... não posso parar agora... preciso continuar a dar-te todo este prazer... preciso do teu orgasmo... e ele está tão perto... fazendo "sexo oral" no teu dedo grande e a masturbar-te ao mesmo tempo... a tua explosão dá-se... o teu sexo expele aquele mel que escorre pela minha mão... como um vulcão em erupção expelindo a sua lava... fascinante! 
Deposito um beijo sobre o teu sexo molhado... provo do teu mel... como que te agradecendo aquele momento até hoje único...
Amo-te tanto!


sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Adoro amar-te desta forma....

Foi uma 5ª feira extenuante para os dois e apesar dos nossos corpos estarem a pedir descanso outros desejos mais fortes se manifestaram... 
Deitados lado a lado, corpos colados, nús... palavras de amor e carinho cedo despertam o desejo sexual... lentamente passo para  baixo do lençol...  antevendo o que pretendo fazer, afastas ligeiramente as pernas enquanto me encaixo de joelhos, entre elas... seguras o meu cabelo com uma mão e com a outra afagas as minhas costas... começo por beijar e passar a língua pelas virilhas... sinto a tua respiração mais forte... e o teu sexo crescer junto ao meu rosto... passo a língua ao longo do teu pénis... lubrificando-o com a minha saliva... seguro-o pela base e vou beijando e lambendo de cima para baixo... de baixo para cima... dou pequenos toques com a língua na cabeça... e a cada toque ela estremece... tem vida própria... Aproveito para dar pequenos apertões e puxões com os dedos... sinto a cabeça a crescer ainda mais... neste momento recebo um estalo na cara... e outro... páro.... respiro fundo e aproveito para a massajar com movimentos circulares... enfio-a na boca e chupo-a devagarinho... a minha saliva vai escorrendo facilitando os movimentos da minha mão... movimentos de vai e vem... acelero o ritmo e o teu corpo continua a  reagir às carícias... é um momento de prazer para ambos... as tuas palavras são de incentivo e demonstram o prazer que estás a receber... esse teu prazer é meu também... e isso me excita... o meu sexo ferve... continuando a segurar o teu pénis volto a beijar, a mordiscar e a lamber as tuas virilhas... passo a língua nos testículos... acaricio-os... dou pequenos chupões... o teu sexo pulsa na minha mão... agarras o meu cabelo com mais força e puxas a minha cabeça para cima... dás-me a entender que o queres todo na minha boca... mas eu não o quero... não agora... chamas-me nomes e  recebo mais um estalo... fico sentida com essa tua atitude... mas muito excitada... beijo a tua mão... lambo a palma da mão que me deu o estalo... e de imediato introduzo-o todo e masturbo-o com a  boca e a  língua, vou então deslizando-o dentro da boca, ao mesmo tempo a minha mão vai deslizando também acompanhando esse movimento...
Procuras manipular a minha cabeça para forçá-la a introduzir o teu sexo bem fundo na minha garganta... os teus quadris movimentam-se para cima, ao mesmo tempo que empurras a minha cabeça para baixo... fazes vários movimentos seguidos o que provoca em mim algum desconforto e até um engasgo... lágrimas deslizam... levanto o rosto e os meus olhos procuram os teus... o teu olhar é de desejo e paixão... o teu sorriso é de satisfação mesclada com uma pontinha de sadismo... 
- Bate-me!!!...
Não faz sentido este meu pedido mas é o que mais desejo naquela altura...
A cada estalo que recebo beijo a tua mão ao mesmo tempo que vou beijando e acariciando o teu sexo...
A cada estalo que recebo o teu sexo estremece... a cada estalo que recebo a minha excitação aumenta... as nossas respirações estão aceleradas...
Puxas-me para ti... o meu corpo desliza sobre o teu até as nossas bocas se unirem num beijo molhado e arrebatador... acaricias o meu rosto e à medida que o vais beijando pronuncias palavras de amor no meu ouvido... tu sabes o quanto isso me enlouquece... sinto o teu sexo penetrar-me naquele momento... e assim... deitada sobre o teu peito... penetrada daquela forma tão suave e carinhosa... a tua voz sussurrando no meu ouvido... o teu sexo crescendo dentro de mim.... caminhamos os dois de mãos dadas, rumo ao paraíso, para levantarmos um só troféu... entre gemidos e movimentos teus e meus... abafo um grito no teu peito e vivemos um orgasmo maravilhoso... 


quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Suspensa...

A visão de um gancho preso no tecto causou-me um arrepio... Sabia que ia ficar suspensa naquele gancho e isso me deixou apreensiva... inquieta... o carinho e a ternura que me demonstravas através de gestos e palavras acalmou um pouco este meu receio mas a sensação de mal estar continuava bem presente...
Colocaste-me a venda, deste-me a mão e ajudaste-me a subir para a cama... só o facto de sentir a instabilidade dos meus pés aumentou a minha ansiedade...
Encostas o teu corpo ao meu para não me sentir desamparada... colocas as algemas nos meus pulsos e com a ajuda de uma corda elevas os meus braços até ficar assim suspensa pelas algemas. O meu coração disparou e suores frios percorreram o meu corpo... a sensação de desamparo aumentou quando senti o meu corpo  balançar um pouco ao mesmo tempo que procurava  equilibrar-me sobre os  pés... beijaste-me... o teu beijo era apaixonado e lascivo...e o meu  foi  como um grito de ajuda... abraçaste-me e o teu abraço foi um porto de abrigo... o meu ritmo cardíaco estava bastante acelerado... ali estava eu, semi-nua,  suspensa, exposta, indefesa, ... desceste ao longo do meu corpo e senti que estavas a prender os meus tornozelos a cada um dos lados da cama... esticaste a corda mais um pouquinho mas não em demasia... fiquei com as pernas ligeiramente afastadas... sentia em ti um cuidado e uma ternura extrema. Isso sossegou o meu coração...  mas quando te afastas de mim e me deixas ali suspensa... o pânico instalou-se... apesar de saber que estava presa a sensação de desequilíbrio e a sensação de cair a qualquer momento... como se estivesse à beira de um abismo... trouxe ao de cimo o pavor da minha fobia por alturas... não sei bem explicar, mas o meu corpo tremia todo, e quando as minhas pernas cediam a pressão sobre os pulsos aumentava, as minhas mãos estavam frias e suadas...
Senti de novo o calor do teu corpo junto ao meu... foi um alívio e um conforto para mim... sosseguei quando as tuas mãos percorreram as minhas costas e as minhas nádegas...
Uma das tuas mãos acariciou o meu sexo... A tua primeira palmada forte no meu rabo lançou o meu corpo para a frente... e outra se seguiu... gritei de dor... e ao mesmo tempo o prazer que me davas lá em baixo junto com o meu pânico provocou sensações dísparas... e outras palmadas surgiram... o meu rabo já formigava... um misto de pavor, dor e prazer... e o meu corpo procurava cada vez mais essa tua mão que estava dentro de mim... as palmadas deram lugar à vergasta... algumas vergastadas pareciam arrancar pedaços de mim... as minhas pernas tremiam... o meu coração disparava... e apesar da dor e do pânico...  estava completamente molhada conforme tu próprio afirmavas enquanto a tua mão deslizava no meu interior...
O teu cinto passou também sobre as minhas nádegas ao mesmo tempo que a vergasta acariciava o meu clitóris... estava exausta... os meus sentidos estavam completamente desorientados face às múltiplas sensações que vivia... sensações intraduzíveis por palavras... um conflito de emoções...
Sem nunca te afastares de mim deslizaste a cabeça até ao interior das minhas pernas e senti o calor da tua boca sobre o meu sexo e a humidade da tua língua no meu clitóris... Ahhh... como queria que aquele momento se prolongasse até ao meu orgasmo e me livrasse daquele sufoco...queria ter as minhas mãos livres para te afagar o cabelo e beijar-te... puxar-te a cabeça ainda mais para o meu corpo...
Mas em vez disso senti o teu chicote nas minhas costas... e de novo a sensação de desamparo... as chicotadas fortes no meu rabo faziam tremer as minhas pernas... as nádegas ferviam... um grito de dor, um gemido de prazer e algumas lágrimas à mistura... mas a excitação permanecia...  um simples toque teu mais íntimo e o meu desejo por ti aumentava... calafrios e ondas de calor percorriam o meu interior... Queria tanto sentir-te dentro de mim naquele instante... sentir o teu sexo invadir as minhas entranhas...
Aceleraste os movimentos dentro de mim enquanto a outra mão me segurava o corpo... o meu sexo escorria... Ahhh... todo o meu corpo estremece... solto gritos de prazer cada vez mais altos, cada vez mais intensos... entrego-me nas tuas mãos... não tenho mais forças... sucumbo às tuas carícias... a minha mente fica vazia... nada mais sinto a não ser aquele prazer imenso que me dás... é um êxtase máximo do corpo... uma excitação crescente de sensações... a cada convulsão do meu corpo junta-se um grito de prazer... e o meu orgasmo chega... esgotante... devastador... libertador... 
As minhas pernas cedem... e o peso do meu corpo fica suspenso pelos pulsos... relaxando de toda aquela tensão... 
A tua voz perto do meu ouvido desperta-me os sentidos... é um retornar a este mundo real...
Falas palavras de amor e perguntas se quero que me soltes...
- Sim... uma palavra tão simples mas impregnada de tanto sentimento...
Libertas-me,  me apoiando com o teu corpo e devagarinho deitas-me sobre a cama,  envolvida pelos teus braços...
O teu abraço forte traz-me uma paz e uma emoção muito forte...
- Amo-te!

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Momentos sublimes...


Deitada de costas sobre a cama, colocas-me a coleira e a venda... por alguns minutos reina o silêncio. Procuro adivinhar o que estás a fazer... os meus pensamentos são interrompidos com uma vergastada no sexo... estremeço... e recebo outra... volto a estremecer... a tua mão vai acariciando  o meu sexo já molhado, enquanto vais passando a vergasta ao longo do meu corpo que se movimenta para aproximar mais o meu sexo contra a tua mão... estás de joelhos a meu lado... agarro o teu sexo com força... está rijo e excitado... a vergasta está neste momento a roçar o meu clitóris... devagarinho... e bem devagar vou movimentando a minha mão percorrendo todo o teu sexo... a respiração está ofegante... vou soltando um gemido ou um suspiro toda a vez que a vergasta acaricia o clitóris...  afastas-te... deixas-me sozinha.. o meu corpo anseia por ti... não te sinto... fico expectante... sinto a tua proximidade... dá para sentir o teu calor... aproximas a tua boca da minha num beijo longo e lascivo... a tua língua entra fundo na minha garganta... agarro o teu cabelo e puxo-te para mim... falas no meu ouvido palavras de amor e de luxúria... a tua voz me deixa ainda mais louca de desejo... o meu coração bate bem forte.. quero-te puxar ainda mais para mim... quero que sintas o bater do meu coração no teu peito.. quero que sintas o quanto ele bate por ti... Mais um beijo longo se segue... gemo a uma mordidela tua no meu lábio... e abraço-te fortemente...
- Chega!!!
Afasto os meus braços... a tua voz manda... e eu obedeço...
Mais um afastamento teu... e eu ali desesperada... sofrendo com tanto desejo...
Aproximas-te de novo... as tuas mãos deslizam pelo meu peito... estão impregnadas de óleo... só esta sensação me deixa ainda mais molhada... vais passado as mãos pelo meu pescoço... peito... barriga... Ahhhh!!!!... penso que elas se encaminham para o meu sexo... estão lá tão perto... quero senti-las... ali... dentro do meu sexo molhado... ele reclama pelos teus carinhos... mas elas afastam-se... voltando a massajar o meu peito...  fico triste... decepcionada... não me vais dar o que preciso...
A minha imaginação procura ir ao encontro do que pretendes fazer comigo, ao massajar-me o corpo daquela maneira... a cada passagem das tuas mãos solto gemidos de prazer... Hummm.... será que me estás a preparar para uma daquelas massagens que adoro? Aquela em que deslizas o teu corpo... deslizas o teu sexo ao longo do meu corpo... Ahhh... quero isso, sim... quero sentir-te... quero sentir o teu sexo rijo ao longo do meu peito... pertinho da minha boca... as tuas massagens continuam alimentando este meu desejo... o meu corpo serpenteia nas tuas mãos... antevendo o que se aproxima...
O teu novo afastamento interrompe os meus pensamentos... o meu desejo é esquecido... como podes deixar-me assim ardendo de paixão e de desejo...

Vários pingos de vela estão a ser derramados sobre o meu corpo... ao primeiro contacto estremeço com o choque de temperatura... solto um grito de surpresa e ao mesmo tempo de prazer... apesar de vendada cerro mais os olhos... o meu corpo arqueia à procura desses pingos que me excitam... entrego-me por completo àquele prazer... o calor da vela aquece ainda mais o meu corpo... o meu sexo molhado lateja... os pingos vão percorrendo o meu corpo em direcção ao meu sexo... primeiro nas virilhas... depois bem pertinho do meu clitóris... estou ardendo de desejo por dentro... arrepios e ondas de calor percorrem a minha espinha... levanto os quadris para receber esses pingos... quanto mais perto deles mais prazer sinto...
Ahhh... que aflição... como eu queria que enfiasses o teu sexo naquele momento... bem fundo... que me desses um orgasmo sublime... que acabasses de uma vez com aquele sofrimento... mas não... em vez do teu sexo recebo algumas chicotadas... o teu sexo está de novo ao meu alcance.... grito ao mesmo tempo que o agarro com força... o teu sexo pinga de desejo também... a cada chicotada... um apertão mais forte no teu sexo... os teus dedos acariciam o meu clitóris com movimentos acelerados ao mesmo tempo que o meu corpo é chicoteado... sinto dor... sinto prazer... a minha mente está dispersa....
- Mete o meu sexo na tua boca!
Obedeço um pouco a medo... tenho receio que a qualquer momento te magoe com os dentes a uma chicotada tua... mas logo me entusiasmo... são momentos de aflição e de sensações várias... são as chicotadas que aquecem o meu corpo... são as investidas do teu sexo bem fundo na minha garganta... é todo o prazer que me dás com os teus dedos dentro de mim... 
- Vais contar dez chicotadas e agradecer a cada uma!!!
Não vou conseguir... este é o pensamento que me vem à cabeça... respiro fundo esperando pela primeira... o teu sexo está a pulsar dentro da minha boca... 
E a primeira chega forte... o corpo estremece... 
- Uma!... Obrigado Senhor...
Retiro o teu sexo para  falar e volto a metê-lo na minha boca...
A décima é tão forte que tudo pára naquele momento... grito de dor mas o meu sexo continua molhado, excitado... é impossível reter algumas lágrimas que escorrem pelo meu rosto... sinto o seu sabor salgado na minha boca, misturado com o sabor do teu sexo...
- Quantas queres agora?
Soluçando... arfando... respondo:
- As que quiseres...
- Pois bem. Serão cinquenta e vais contá-las uma a uma!!!

Fico de joelhos sobre a cama, com o meu rabo um pouco levantado, os meus braços levantados com as mãos apoiadas na parede... costas e nádegas expostas...
Assim fico por alguns momentos enquanto o vibrador vem substituir os teus dedos... será que vou sucumbir primeiro ao prazer que já sinto... ou à dor que vou sentir?
- Uma!... o chicote estalou primeiro nas minhas costas... estremeço... gemo...
- Duas!... desta vez caiu forte nas minhas nádegas o que me fez encolher e apertar a minha vagina... mais prazer senti... o vibrador dentro de mim está a fazer maravilhas...
Recebo uma série delas nas minhas costas... o meu corpo continua a estremecer de dor a cada uma delas... mas o prazer lá em baixo é superior... tanto que tu te apercebes que apesar das chicotadas estou prestes a ter um orgasmo... As minhas nádegas balançam para acompanhar aquela vibração...
Retiras o vibrador... amuo um pouco... os meus gemidos dão-te a entender que interrompeste o meu prazer... e as chicotadas continuam... umas mais fortes que outras... o alvo agora são as minhas nádegas... como se me castigasses por todo aquele prazer que estava a sentir...
Continuo a contar... mas uma veio tão forte que desfaleço e as minhas mãos deslizam pela parede... fico curvada... soluçando... a minha pele está ardendo... os teus dedos voltam de novo... acaricias o meu sexo... o calor da tua mão sobre ele é um bálsamo... e de novo me entrego àquele prazer...
Agora são chicotadas leves sobre o meu sexo quente... essas são carícias que me excitam... essas eu não conto... não quero que termine esse prazer... mas de novo outra mais forte no meu rabo faz-me voltar à realidade...
- Quarenta e três!...
Sinto perder as forças... à medida que continuo a contar... os teus dedos continuam a acariciar-me... já nem sei se grito de dor ou de prazer... tudo se mistura... tudo eu sinto...
-Cinquenta!... esta doeu tanto... o meu rabo está formigando... mas continuo me entregando aos teus dedos... Fico assim quieta... de gatas... chorando...
De repente sentas-te sobre as minha zona lombar, voltado para as minhas nádegas... apertas-me com as tuas pernas e começas a esfregar o meu sexo com tanta impetuosidade que eu grito... são gritos e gemidos de prazer e de loucura... a pressão da tua mão sobre o meu clitóris e os teus dedos dentro da minha vagina... pressionando... fazendo movimentos de vai e vem acelerados... acabam com o que resta da minha pouca resistência... quero muito... almejo esse orgasmo que se avizinha... estou completamente entregue a esse momento... sentindo apenas todo esse prazer que me dás... que percorre o meu corpo  através de espasmos e ondas de calor... como se estivesse possuída naquele momento... possuída por ti... possuída por todas as energias boas do Universo... possuída pelo desejo... pela insanidade... possuída pela paixão... O interior da minha vagina pulsa como sentindo os  batimentos do coração ali... perco o controlo do meu corpo... ele não mais me pertence naquele instante...
Os meus gritos são intermitentes... gemidos e sons sem nexo... a barreira entre o sano e o insano quebra-se... e naquele momento vivo um orgasmo magnificiente... um grito preso no meu interior solta-se como um grito de alívio...ainda sob a pressão da tua mão o meu mel jorra quente... escorrendo pelas minhas pernas...
Desfaleço... perco as poucas forças que ainda tinha...
- Vira-te!!!
Não tenho forças nas pernas... pegas em mim e voltas-me de quatro... apoio os cotovelos sobre a cama... de rabo empinado... e entras em mim com essa tua impetuosidade que me fascina... não sei onde vou buscar forças... a cada investida tua o meu corpo é lançado para a frente... agarras-me pela coleira puxando o meu corpo de encontro ao teu... enterras novamente o teu sexo com força... sufoco um pouco... mas a minha excitação já está ao rubro... juntas palmadas fortes nas minhas nádegas a
cada estocada tua, é um gemido que solto... são as tuas investidas que comandam neste momento os movimentos do meu corpo... uma marioneta nas tuas mãos... o meu rabo ainda está um pouco dorido...  mas sentir-te assim dentro de mim afasta qualquer dor.... sinto o teu sexo crescer mais... me preenchendo as entranhas...
Páras de repente e viras-me ao contrário... e entras novamente em mim... assim... contigo por cima, posso te beijar ou sufocar um grito meu na tua boca... as minhas unhas cravam-se nas tuas costas... é um prazer imenso... um prazer que me encaminha para um novo orgasmo... levantas-me mais as pernas e aceleras os teus movimentos de vai e vem... o teu suor pinga sobre o meu rosto... grito o teu nome... agarro as tuas nádegas para te chegar mais a mim... as minhas unhas cravam-se na tua pele... o teu orgasmo está para chegar também... palavras devassas saem da minha boca te incentivando a acelerar mais as tuas investidas... a que o teu corpo reage de imediato me dando o que eu quero... sei o quanto elas te excitam ainda mais... a tua respiração ofegante junta-se à minha... os nossos gemidos são uníssonos... caminhamos juntos para um orgasmo soberbo... e a explosão dá-se dentro de cada um de nós... os nossos fluídos se misturam... as nossas línguas se unem... os nossos corpos desfalecem... num abraço forte....
Como eu te amo!!!


sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Marcas



De quatro sobre a cama, com o meu rabo levantado e as pernas entreabertas... sinto o frio da palmatória sobre a minha pele... é o meu primeiro contacto com ela... estremeço.... vibro de prazer... são carícias tuas... com o vibrador dentro de mim... deslizas a palmatória sobre as minhas nádegas... sem pressas... enquanto estou a ser deliciosamente masturbada...
De repente... um golpe forte... seguido de outros... dói... estremeço a cada golpe... substitues o vibrador pelos teus dedos... deliro... contorço-me... e mais golpes se seguem... cada vez mais fortes... cada vez mais intensos... estou molhada... os teus dedos deslizam dentro de mim... um vai e vem alucinante que me faz empurrar o meu corpo contra os teus dedos... gemo... o meu rabo está deliciosamente quente... uma sensação fantástica... por alguns momentos apenas sinto os teus dedos me dando todo aquele prazer... apenas esse prazer me consome e me alimenta... e enquanto estou  completamente entregue a ele...  sinto uma vergastada... dou um pulo... assustei-me... o meu corpo fica estático... expectante... de novo me entrego às carícias no meu sexo... mas a vergasta desce de novo sobre as minhas nádegas... cada uma mais forte que outra... quero me afastar dela e ao mesmo tempo quero enterrar mais fundo os teus dedos dentro de mim... quanto mais dói...quanto mais arde o meu rabo... mais necessidade tenho dos teus dedos... e essa necessidade fala mais alto... empino o rabo para receber as vergastadas... quanto maior o prazer e a excitação que sinto... mais suaves sinto as tuas vergastadas... tu apercebeste do que se está a passar... apesar da dor estou quase a vir-me... e tu não queres isso... não por agora... largas o meu sexo e dás com mais força... é impossível não gritar... o meu corpo manifesta aquela dor... as lágrimas vieram... mas continuo molhada e desejosa por me possuíres... arfando... quieta... espero nova vergastada... mas em vez disso sinto a vergasta acariciando o meu clitóris... devagarinho... resgatas de novo a minha entrega... movimento os quadris para sentir melhor... gemo... ahhh... quanto prazer... a tua mão quente afaga as minhas nádegas... sabe tão bem essas festas... emociono-me com esse carinho... e a excitação aumenta... não quero que páres... faz-me vir...
Com um movimento voltas-me de costas... e enquanto uma das tuas mãos me sufoca... a outra estimula o meu sexo com movimentos rápidos... tão rápidos que estou à beira de um eminente orgasmo... a tua mão  liberta o meu pescoço e dirige-se à minha vagina... continuas a estimular-me o clitóris ao mesmo tempo que sou penetrada pelos teus dedos... dois estímulos que me deixam completamente louca... os espasmos e os tremores do meu corpo dizem-te que estou quase a vir-me... tu não páras... Ahhh... continua assim... não páres.... solto um grito longo e animalesco enquanto o meu mel escorre pelos teus dedos... ainda ofegante e meio atordoada, sinto o calor da tua boca sobre o meu sexo... e a tua língua me lambendo.... ahhh... que sensação maravilhosa... e quando logo a seguir as nossas bocas se unem... não dá para escrever o que sinto... é uma sensação de paz e de bem estar... é uma emoção tão grande perante todo esse teu carinho... e esse teu olhar de desejo e de paixão... me derretem... 
Abraças-me com força e olhando no teu rosto apenas consigo dizer isto:
- Amo-te!!!




Apesar de não serem mais visíveis continuo marcada na pele... marcada por aquele que, de repente, se tornou meu Dono e senhor... cada chicotada, cada vergastada, cada dentada, cada palmada mais forte são marcas deixadas por Ele... um certificado da sua posse. Posse do meu corpo, do meu coração, da minha essência, da minha vida... tudo o que Ele sempre teve mas agora com marcas e sabores diferentes... marcas que não me deixam esquecer a quem pertenço... marcas que me fazem recordar todo o seu amor e dedicação...


terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Numa tarde de chuva...

Estivemos a falar um pouco através do facebook. Conversas só nossas, muito íntimas... revivi sensações e emoções sentidas em outros tempos... o tempo não existe... continuo a vivê-las... e a emoção está sempre presente quando leio o que escrevo.

A dada altura escreves:
-"Vai-te vir para mim... Enfias o vibrador e masturbas-te. Depois quero a história... É uma ordem.   Podes usar a vergasta ou o cinto..  Mas só um"

O tempo está frio. A chuva e o vento pincelam de tons cinzentos esta tarde... tenho o aquecedor ligado no quarto... aqui a temperatura está agradável... um pouco de música ajuda a relaxar um pouco... sem qualquer frio dispo-me ficando apenas de soutien e calcinha... o vibrador e cinto estão aqui do meu lado.... molho os dedos e levo-os ao clitóris... apenas com movimentos suaves... os meus dedos estão frios e o meu sexo escalda... com a outra mão puxo o sexo para cima de forma a expor o clitóris... entre movimentos circulares e de vai e vem... vou introduzindo um ou dois dedos na vagina... está molhada... como tu gostas... trago os dedos à minha boca... dá para saborear o meu sabor e ao mesmo tempo aproveito para aquecer um pouco mais os dedos... de olhos fechados... o coração acelerado...
A tua imagem surge no meu pensamento... me amando... beijando... pensar em ti me excita mais... os meus dedos continuam a acariciar o clitóris... um gemido e outro quebra o silêncio em que me encontro... sem afastar os dedos do meu sexo procuro o vibrador com a outra mão... está frio... não o quero assim... lembro naquele momento o que costumas fazer e levo-o à boca.... enquanto aquece um pouco, o meu clitóris continua a ser estimulado... se parar e encostar a mão, sinto-o a latejar... palpitando de desejo... e assim... sentindo-o na minha mão, introduzo o vibrador na minha vagina.... os seus movimentos circulares me excitam... o meu corpo arqueia... e procura ajustar-se ao vibrador... o meu clitóris continua a latejar... reclamando a minha atenção... mas neste momento estou apenas a deliciar-me com o vibrador... sei que se estimular o clitóris agora provoco o meu orgasmo... claro que anseio por ele... mas ainda não... seguro o vibrador com a mão esquerda enquanto a direita vai buscar o cinto... as minhas pernas estão trémulas mas procuro afastá-las mais um pouco... sinto-me mais molhada ainda... o vibrador desliza bem dentro de mim... retiro-o para o lado e uma cinturada se segue no meu sexo... dou um salto com o seu toque... a outra mão agarra com força a perna esquerda... e mais uma cinturada que me faz saltar de novo, soltar um grito  e estremecer... e mais uma... agarro a perna com força até sentir as unhas na pele... sinto o meu sexo tão quente... queria te sentir agora dentro de mim... sentir as tuas estocadas... aproveito o cinto para estimular o clitóris... devagarinho... a minha mão fica quieta e é o meu corpo que se movimenta... esfregando o clitóris no cinto... assim estou quase a vir-me... largo o cinto e os meus dedos voltam ao clitóris.... desta vez com movimentos mais rápidos... estou quase....o meu corpo ferve... vai direccionando ondas de calor para o meu sexo... e a explosão deu-se durante um grito avassalador, acompanhado por tremores e espasmos....

Espero que este momento seja para ti tão gratificante, quando o leres,  como o foi para mim.


NOTA: Ainda não escrevi sobre o meu primeiro vibrador. Já faz um mês que o recebi e merece também  toda a minha atenção.